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HBO celebra Halloween com maratona de “Fantasmagorias”

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A HBO celebra o Halloween, no dia 31 de outubro, com uma maratona de “Fantasmagorias”, curtas de animação baseados em histórias ou lendas de terror que têm assustado gerações em toda América Latina. Durante a maratona vai ao ar a estreia de “A Loira do Banheiro”, episódio dedicado a assustadora lenda urbana brasileira. Os curtas poderão ser vistos no canal HBO, às 21h30.

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Divulgação

“Fantasmagorias”, marca Halloween da HBO

“Fantasmagorias” é a primeira produção original de curtas realizada pela HBO
Latin America. A série é composta por 12 histórias originais latino-americanas ambientadas em países de toda a região, como: “A Chorona” (México), “O Jantar Maldito” (Argentina), “Roubo de Órgãos” (Brasil), “El Silbón” (Venezuela), “Passageira Fantasma” (Chile), “O conto do Chupacabra” (Brasil), “Sayona” (Venezuela), “As Gêmeas” (Argentina), “Tia Tonha” (México), “Ouija” (Brasil), “A Almofada de Penas” (Uruguai) e “A Boneca Maldita” (Colômbia).

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Festival do Rio



Divulgação

“Deslembro” compete na Premiêre Brasil

“Deslembro”, a primeira ficção de Flavia Castro, está na competição da Premiêre Brasil, no Festival do Rio. O filme, produziro também por Walter Salles, Gisela B Camara, teve sua première mundial na seleção oficial do 75º Festival Internacional de Cinema de Veneza | Mostra Horizontes, e ganhou o Prêmio da Crítica no Festival de Biarritz, na França.

Jeanne Boudier, Sara Antunes, Eliane Giardini, Hugo Abranches, Arthur Raynaud, Jesuita Barbosa, Antonio Carrara e Marcio Vito formam o elenco do filme que tem fotografia de Heloisa Passos e produção da VideoFIlmes, Flauk Filmes e Tacacá Filmes.

O filme

Joana é uma adolescente que se alimenta de literatura e rock. Ela mora em Paris com a família, quando a anistia é decretada no Brasil. De um dia para o outro, e a sua revelia, organiza-se a volta para o país do qual mal se lembra. No Rio de Janeiro, cidade onde nasceu e onde seu pai desapareceu nos porões do DOPS, seu passado ressurge. Nem tudo é real, nem tudo é imaginação, mas ao “lembrar”, Joana inscreve sua própria história no presente, na primeira pessoa.

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Grupo Bagaceira


Grupo Bagaceira Joga a Criatividade no Ventilador no Sesc Campo Limpo
Reprodução/Instagram

Grupo Bagaceira Joga a Criatividade no Ventilador no Sesc Campo Limpo

Entre os dias 01 e 04 de novembro, às 16 horas, o grupo Bagaceira apresenta no Sesc Campo Limpo “Sr. Ventilador”. O espetáculo é livre e gratuito, com necessidade de retirada de ingressos com uma hora de antecedência.

O teatro infantil debate como o consumismo do mundo moderno está nos afastando cada vez mais do mundo real. Questão levantada pelo personagem Sr. Ventilador, o funcionário mais antigo de uma empresa que vai perdendo espaço para novas máquinas. O velho e analógico equipamento se vê na missão de mostrar ao patrão que a vida vai além do consumo dos bens materiais.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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