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Harley-Davidson lança edição comemorativa da Fat Boy, que faz 30 anos em 2020

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Ícone da marca, Harley-Davidson Fat Boy fica ainda mais especial na roupagem de comemoração aos seus 30 anos

Com base nos destaque do modelo padrão — entre eles, as rodas e a robusta dianteira — a edição de aniversário da Harley-Davidson Fat Boy chega com algumas características inusitadas. Entre elas, luzes em LED, placas numeradas personalizadas no tanque de combustível e detalhes em bronze. Nos Estados Unidos, a clássica da família Softail sai por US$ 21.949, ou R$ 91 mil em conversão direta. Para o Brasil, entretanto, ainda não há previsão de chegar.

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Distintivo que marca a exclusividade da versão é destaque no tanque de combustível

Disponível somente na cor Vivid Black, é predominante em seu visual o preto fosco no motor, guidão, comandos e escapamento. Há também detalhes em bronze, dando um acentuado contraste de tons. A Harley-Davidson comemorativa vem equipada com motor V-Twin Milwaukee-Eight de 114 polegadas cúbicas, que produz 16,6 kgfm em 3.250 rpm, segundo a fabricante. As rodas Lakester são a marca registrada da Fat Boy , feitas de alumínio fundido, e calçadas com os pneus Michelin Scorcher 11 (160 mm na dianteira e 240 mm na traseira).

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É claro que o maior destaque, para os amantes da marca, é o borbulhante motor V-Twin 114, que equipa a Fat Boy de topo

Tanto a edição comemorativa quanto a padrão vêm com velocímetro analógico de 5 polegadas com indicador de marcha, hodômetro, nível de combustível, relógio, indicador de consumo de combustível e tacômetro digitais. Em seu painel, é possível visualizar os indicadores de farol alto, piscas, ponto-morto, baixa pressão de óleo, diagnóstico do motor, ABS, segurança, baixa tensão da bateria, baixo nível de combustível.

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A Harley-Davidson Fat Boy 107, modelo mais em conta, tem preço partindo de R$ 74.800, na cor preto brilhante. Nas outras cores custa R$ 75.400, a de dois tons custa R$ 76.200. Já a Harley-Davidson Fat Boy 114, de topo, sai por R$ 80.900 na cor preto brilhante, R$ 81.500 em outras cores e R$ 82.300 em dois tons. Para esta configuração, o cliente pode optar por customizar a moto em um ou dois tons, com isso, o preço vai para R$ 82.550.

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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

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Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

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