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Economia

Guedes entrega hoje ao Congresso proposta de reforma tributária

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, entrega ao Congresso Nacional na tarde de hoje (21) a proposta de reforma tributária. O texto será entregue aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, às 14h30, no Congresso Nacional.

No último dia 16, o ministro disse que será entregue hoje a primeira parte da proposta de reforma tributária. Em transmissão ao vivo promovida por uma corretora, ele informou que pretende ir à casa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), entregar uma versão fatiada do texto sem o imposto sobre pagamentos eletrônicos, que ficaria para uma segunda etapa.

Reforma

Segundo Paulo Guedes, a primeira parte da proposta do governo sobre a reforma tratará apenas a unificação de impostos federais e estaduais num futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual. O texto do governo será unificado às propostas da Câmara e do Senado que tramitam na comissão mista desde o início do ano.

O IVA dual prevê a unificação de diversos tributos em dois impostos: um federal e outro regional. Em tese, tributos como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) poderiam ser unificados, mas o ministro explicou que, no nível federal, o IVA fundirá o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição sobre o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

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“Temos que começar pelo que nos une. Vamos começar com o IVA dual. Vamos acabar com o PIS e a Cofins. Isso já está na Casa Civil”, disse o ministro. Ele não explicou o que será feito do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), arrecadado pelos estados, e do Imposto sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios.

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Economia

Contribuintes podem parcelar impostos em até 10 vezes no cartão

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A Câmara de Cuiabá aprovou, nesta terça-feira (29), o uso do pagamento de tributos da Prefeitura de Cuiabá com cartões de débito de crédito.

O projeto de lei, apresentado em 2019 pelo então vereador Adilson Levante (PSB), permite ainda o parcelamento dos débitos com o municíos em até 10 vezes no crédito. Neste caso, não está incluindo o Imposto Territorial Urbano (IPTU) por já possuir desconto.


No projeto, o parlamentar justificou que o cartão é um meio de facilitar a transação e pagamento dos impostos.

“De um lado, a prefeitura poderá receber imediatamente o valor do tributo por meio do cartão de crédito, especialmente no parcelamento de dividas fiscais, sem o risco do devedor desistir do pagamento com o decorrer do tempo”, justifica.

Além disso, também foi proposto a regulação do pagamento dos tributos municipais, nos caixas eletrônicos e pela internet.

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