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Agricultura

Grupo de trabalho formado é o primeiro passo para criar o Programa de Insumos para Agricultura Orgânica

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou um Grupo de Trabalho Técnico (GTT) para tratar da criação e implementação do Programa Nacional de Insumos para a Agricultura Orgânica – Programa Bioinsumos. A constituição do grupo foi publicada nesta sexta-feira (11) no Diário Oficial da União, por meio da portaria nº 66

Sob coordenação da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, o grupo de trabalho será integrado por representantes de outras três secretarias do Mapa: Defesa Agropecuária, Política Agrícola e Agricultura Familiar e Cooperativismo. Os representantes serão indicados nos próximos dias.

Até o fim deste mês o GT deve realizar a primeira reunião de trabalho. E, para 9 de maio, já está previsto seminário interno de sensibilização de todas secretarias do ministério com a participação de especialistas que irão apresentar os principais aspectos dos bioinsumos e as demandas relacionadas ao tema.

Os bioinsumos abrangem sementes, fertilizantes, produtos para nutrição vegetal e animal, defensivos biológicos feitos a partir de micro-organismos para controle de pragas, produtos homeopáticos ou tecnologias que tem ativos biológicos na composição.
Alinhamento

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Um dos objetivos do Programa é harmonizar as ações e experiências existentes de forma descentralizada no setor, identificando as necessidades do setor e propondo novas formas e processos que possam trazer inovação e fomento. E prevê a definição de eixos temáticos e a revisão do marco legal relacionado ao assunto. Um dos pontos, por exemplo, que deve ser discutido é a produção de insumos dentro das propriedades rurais.

“Queremos olhar para o que temos hoje envolvendo esses insumos, em que situação está e o que é viável fazer. A expectativa é que o programa organize o processo para impulsionar o setor, que tem crescido no país”, comentou a bióloga Mariane Carvalho, chefe da Divisão de Novos Insumos da Secretaria de Inovação do Mapa.

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Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
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Agricultura

Sobe lista de produtos com o desconto de agricultura familiar

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A lista com os bônus do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) deste mês elegeu apenas oito produtos com direito ao valor de desconto nas operações e parcelas de crédito rural. O cálculo dos valores é feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e tem validade até o dia 9 de maio. Nesta edição, os produtos que entraram na lista de bônus foram o maracujá, dos estados de Minas Gerais e Ceará, e a raiz de mandioca, de Pernambuco.


Entre os demais produtos, os que mais permitirão aos agricultores o recebimento da ajuda do governo federal são a cebola produzida no Rio Grande do Sul (45,21%), assim como o mel de abelha do Paraná (38,30%), a mandioca de Alagoas (33,45%) e a castanha-de-caju do Piauí (24,26%).

 

De maneira geral, houve uma elevação nos preços de mercado pagos aos produtores em todo o Brasil, o que reduziu a necessidade de uma lista maior de contemplados com o auxílio do PGPAF. Desta forma, recebem o bônus apenas os itens que seguem com dificuldades na comercialização, como a cebola gaúcha, que pela segunda vez este ano recebe o maior percentual.

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Os demais integrantes são banana, de Alagoas, o feijão caupi, do Pará, e a manga, da Bahia. Ficaram de fora da lista nesta edição a banana, da Paraíba, a castanha-de-caju, do Maranhão, o feijão caupi, do Tocantins e Maranhão, a manga, do Rio de Janeiro, o mel de abelha, do Rio Grande do Norte, a pimenta do reino, da Bahia, e a raiz de mandioca, do Pará.

O bônus do PGPAF é concedido quando o valor de mercado de algum dos produtos do programa fica abaixo do preço de referência, permitindo ao produtor utilizar o valor como desconto no pagamento ou amortização nas parcelas de financiamento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Para saber detalhes, clique aqui e acesse a lista completa na portaria publicada no Diário Oficial.

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