conecte-se conosco


Educação

Greve na Educação: Sintep/MT reafirma que cumprir Leis é obrigação não avanço

Publicado

Na tentativa de sensibilizar a população contra a Greve na rede estadual, o governo se esforça para manter a imagem de negociador. De maneira equivocada divulga avanços na pauta de reivindicações ao apontar como encaminhadas pautas que já fazem parte da carreira e estavam postergadas pelo estado, tais como: Licença prêmio e qualificação que são direitos assegurados em lei.

O governo tem destacado avanços quando na verdade apenas cumpre a lei. “A prática dos governos tem sido a retirada de uma vez de direitos e depois ela é dada a conta gostas para dar a sensação de que está dando alguma coisa”, relata o secretário de redes municipais do Sintep/MT, Henrique Lopes.

Concurso Público é um dos pontos mais significativos na falta de vontade política segundo avaliam os dirigentes do Sindicato. Desde 2018, quando foi realizado o concurso público, as vagas disponibilizadas já eram insuficientes para a demanda das escolas. “Mesmo chamando todos os aprovados, há necessidade avançar para os classificados e resolver a questão dos habilitados, para que se reduza os contratos temporários em vagas livres”, afirma o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira.

Leia mais:  Centro de Atendimento Anjos acolhe alunos e famílias com atendimento psicossocial

Os contratados são pessoas que estão na escola em um ano, no próximo não sabem se terão aulas. Isso gera dificuldade para que esses profissionais articulem suas vidas e as escolas, dificuldade para articular o projeto político pedagógico. Contudo, passado um ano, o governo justifica que não sabe quais são as vagas livres ocupadas por contratados e ainda estão fazendo o levantamento.

Para as demanda emperradas, o governo apresenta alegações legislativas. “O governo lê apenas as partes das leis que são conveniente, que lhe interessa”, ressalta Valdeir Pereira. E reafirma que as medidas adotadas na gestão Mauro Mendes atendem ao modelo de desenvolvimento econômico do estado, com foco no agronegócio. “A Educação como política pública, mais uma vez é deixada para segundo plano”, conclui.

Assessoria/Sintep-MT

Comentários Facebook
publicidade

Educação

Senado convoca Weintraub a explicar falas em reunião ministerial

Publicado

por

Da CNN, em São Paulo

O plenário do Senado aprovou nesta segunda-feira requerimento de convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, para prestar esclarecimentos sobre declarações que fez na reunião ministerial de 22 de abril, após a divulgação de vídeo do encontro por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ministro da Educação, Abraham Weintraub
15/05/2019
REUTERS/Adriano Machado

O dia da participação de Weintraub no Senado –que é obrigatória, por se tratar de convocação– ainda não está definida.Entre outras declarações, o ministro da Educação defendeu, na reunião de abril, que botaria “vagabundos todos na cadeia, começando no STF”.

A fala de Weintraub foi revelada no vídeo da reunião que faz parte do inquérito em que, segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, o presidente Jair Bolsonaro tentou pressioná-lo a mudar o comando da Polícia Federal.

Na decisão em que autorizou a divulgação do vídeo, o ministro Celso de Mello, do STF, disse ter constatado a ocorrência de “aparente prática criminosa” cometida por Weintraub ao se referir à Corte.

Leia mais:  Enem será adiado em pelo menos um mês, anuncia governo

A autora do requerimento foi a senadora Rose de Freitas (Podemos-ES). “Eu achei que estava vendo um filme de terror. Mas quando vi o ministro da Educação, tive certeza que era uma panaceia, um desrespeito”, disse Freitas. “Quero perguntar quem são os ‘vagabundos’ que precisam ser presos? Palavras não são em vão.”

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) também apresentou um requerimento. “Nos vídeos e na sua transcrição, Weintraub destila ódio, em termos claros, enfáticos e chocantes, contra o povo indígena e o povo cigano, nos seguintes dizeres”, diz o senador no requerimento.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) também apoiou a convocação. “Não é cabível continuar nessa posição galopante de declarações contras as liberdades individuais, instituições”, disse.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), pediu apenas que a convocação ficasse restrita ao ministro da Educação. “As falas do ministro cruzam uma linha que é a linha do respeito às instituições”, disse. “Ele deve, sim, satisfação ao Senado Federal”, afirmou.

Outros ministros que participaram da reunião do dia 22 de abril também são alvos de requerimentos de convocações para as duas Casas. Randolfe, por exemplo, quer explicações do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente).

Leia mais:  Matrículas web para unidades da rede estadual começam na terça-feira (07)

Salles declarou na reunião que é preciso aproveitar a “oportunidade” que o governo federal ganha com a pandemia do novo coronavírus para “ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas”. Segundo o ministro, a cobertura da imprensa focada em Covid-19 daria “um pouco de alívio” para a adoção de reformas infralegais de regulamentação e simplificação.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana