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Educação

Greve na Educação: Sintep/MT reafirma que cumprir Leis é obrigação não avanço

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Na tentativa de sensibilizar a população contra a Greve na rede estadual, o governo se esforça para manter a imagem de negociador. De maneira equivocada divulga avanços na pauta de reivindicações ao apontar como encaminhadas pautas que já fazem parte da carreira e estavam postergadas pelo estado, tais como: Licença prêmio e qualificação que são direitos assegurados em lei.

O governo tem destacado avanços quando na verdade apenas cumpre a lei. “A prática dos governos tem sido a retirada de uma vez de direitos e depois ela é dada a conta gostas para dar a sensação de que está dando alguma coisa”, relata o secretário de redes municipais do Sintep/MT, Henrique Lopes.

Concurso Público é um dos pontos mais significativos na falta de vontade política segundo avaliam os dirigentes do Sindicato. Desde 2018, quando foi realizado o concurso público, as vagas disponibilizadas já eram insuficientes para a demanda das escolas. “Mesmo chamando todos os aprovados, há necessidade avançar para os classificados e resolver a questão dos habilitados, para que se reduza os contratos temporários em vagas livres”, afirma o presidente do Sintep/MT, Valdeir Pereira.

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Os contratados são pessoas que estão na escola em um ano, no próximo não sabem se terão aulas. Isso gera dificuldade para que esses profissionais articulem suas vidas e as escolas, dificuldade para articular o projeto político pedagógico. Contudo, passado um ano, o governo justifica que não sabe quais são as vagas livres ocupadas por contratados e ainda estão fazendo o levantamento.

Para as demanda emperradas, o governo apresenta alegações legislativas. “O governo lê apenas as partes das leis que são conveniente, que lhe interessa”, ressalta Valdeir Pereira. E reafirma que as medidas adotadas na gestão Mauro Mendes atendem ao modelo de desenvolvimento econômico do estado, com foco no agronegócio. “A Educação como política pública, mais uma vez é deixada para segundo plano”, conclui.

Assessoria/Sintep-MT

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Educação

Secretaria de Educação vai nomear 342 professores em dezembro

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Após as nomeações, governo vai verificar as necessidades de cada polo do Estado para fazer novas convocações

O Governo do Estado irá realizar o chamamento de 342 professores que estão no cadastro de reserva do último concurso da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). A convocação ocorrerá em dezembro deste ano, afirmou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

“Quero tranquilizar os professores de que vamos chamar os profissionais do cadastro de reserva ainda neste ano. Já conversamos com a Seplag, que garantiu a infraestrutura para a posse e em dezembro. Os docentes serão convocados por municípios, e após este período, por regiões”, explicou o gestor a respeito da convocação.

Os mais de  300 professores atenderão as necessidades de 52 municípios, para ministrar aulas em diversas disciplinas: língua portuguesa, matemática, inglês, história, educação física, entre outras habilitações.

O secretário também esclareceu que apesar da recuperação fiscal do Estado, não há a previsão de novo concurso para a Educação, já que o último processo seletivo realizado em 2017 ainda está vigente, e o Estado está num processo de enquadramento financeiro dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal, que limita gastos com folha de pagamento.

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Na ocasião, o gestor apontou ainda que as escolas serão preparadas para o retorno gradual das aulas no ano que vem, com manutenção predial, tecnologia não só para os alunos, mas para os professores, e medidas de segurança para prevenir o contágio com o coronavírus.

“O professor dentro de sala de aula é o que faz a diferença, mas a pandemia nos ensinou que é possível fazer o ensino à distância, e os professores mostraram isto”, afirma, sobre o ensino durante a pandemia.

Os professores empossados substituirão os com contratos temporários que atuam na rede estadual de ensino. No total, a Seduc possui em torno de 37 mil servidores e destina cerca de 88% do orçamento para a folha de pagamento.

Desde a homologação do certame em 2018, a Seduc convocou mais de 5 mil aprovados no concurso da Educação para os cargos de Professor da Educação Básica, para Apoio Administrativo Educacional (AAE) e para Técnico Administrativo Educacional (TAE).

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