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Política

Governo quer aprovar PL sobre Previdência de militares sem alterações

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O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse hoje (12) que espera que o Projeto de Lei (PL) 1645/2019, que trata da nova Previdência dos militares, seja aprovado sem alterações. “Espero que passe da melhor maneira possível, da maneira que está”, acrescentou.

A expectativa do governo é de que seja instalada amanhã, no Congresso, a Comissão Especial que vai analisar o PL. “O Congresso é soberano. As discussões vão começar agora, mas foi um caminho longo”, disse Silva destacando que o texto já foi acordado com as forças armadas, com a equipe econômica do governo federal e com o próprio presidente da República, Jair Bolsonaro.

Questionado se não via como privilégio os termos do PL que incluem, por exemplo, a manutenção da integralidade do salário de servidores da ativa, o ministro discordou.

“Não vejo privilégio algum. Se existe uma carreira dentre as carreiras de Estado, inclusive dentro do Executivo, que tem defasagem muito grande, é a carreira militar”, disse.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Política
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Educação

Reitores pedem na Justiça que ministro da Educação explique fala sobre drogas em universidades

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por

Por G1

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições de Ensino Superior (Andifes) entrou na Justiça para pedir que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, explique as alegações de que há “plantação de ervas para produção de drogas” nas universidades federais brasileiras.

Sem apresentar provas, Weintraub afirmou que algumas universidades teriam “plantações extensivas” de drogas durante uma entrevista ao canal no YouTube do Jornal da Cidade no dia 22 de novembro. O ministro falou também que haveria produção de drogas sintéticas em laboratórios de química.

“Então o que você tem? Você tem plantações de maconha, mas não é três pés de maconha, você tem plantações extensivas de maconha em algumas universidades.” – Abraham Weintraub, ministro da Educação, em 22/11.

A interpelação judicial foi apresentada pela Andifes nesta quarta-feira (4) e ressalta o “teor depreciativo em relação às universidades federais, e em consequência a seus reitores” da fala do ministro. A Andifes pede ainda que o ministro “preste esclarecimentos e informações sobre as provas que ampararam suas declarações”. A medida foi protocolada na 9 Vara da Justiça Federal do Distrito Federal.

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No pedido, os reitores lembram que o ministro destacou, em sua conta pessoal no Twitter, alguns trechos da entrevista que concedeu ao Jornal da Cidade falando sobre federais. Na rede social, Weintraub também citou dois casos de drogas encontradas em universidades para sustentar sua alegação, um na Universidade Federal de Brasília (UnB) e outro na de Minas Gerais (UFMG).

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