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Polícia

Governador visita sede da diretoria geral da Polícia Civil

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Assessoria | PJC-MT

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, visitou na manhã desta terça-feira (18.06), a sede da Diretoria Geral da Polícia Civil, em Cuiabá, para um café com os diretores objetivando conhecer de perto os projetos administrativos que estão em execução pela instituição, destinados à modernização da infraestrutura, economia e  otimização de efetivo na atividade fim de investigação.   

Na reunião o delegado geral, Mario Dermeval de Resende, agradeceu a presença do governador, que esteve acompanhado do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Dermeval apresentou um panorama sobre a real situação da Polícia Civil, visando levar ao conhecimento do chefe do Poder Executivo, as necessidades e demandas institucionais que permitirão a Polícia Civil continuar progredindo.

“Estamos trabalhando de forma inspiradora, buscando soluções para sanar os problemas que surgem. Temos projetos para melhorar nossa infraestrutura e dar o melhor atendimento ao cidadão, assim como condições melhores aos nossos servidores”, disse Mário Dermeval.

O delegado geral pontuou alternativas buscadas pela gestão para modernizar as estruturas das delegacias de polícia de todo Estado, mostrando, especialmente,  preocupação com número reduzido de servidores. Na questão tecnológica, falou do projeto carro-chefe da Polícia Civil, que é o inquérito policial eletrônico, que trará grande impacto na qualidade das investigações, controle das informações e economia no gasto de mais de R$ 10 milhões em impressão. Ele também mencionou o projeto para construção da sede da Polícia Civil, em um prédio de 8 mil metros quadrados.

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“O projeto da obra está pronto e estamos em tratativas com o Ministério Público para obtenção de recursos. Esse projeto do inquérito eletrônico é imprescindível para o futuro da Polícia Civil”, afirmou.

A “Central de Intimações” foi outro projeto apresentado ao governador pelo investigador Fábio Arruda Goes Ferreira. A ideia é criar uma central de recebimento de intimações automatizada, que traz como vantagem a redução de custo (financeiro e temporal), melhor distribuição geográfica das informações e atividades, contribuindo assim com a eficácia dos trabalhos investigativos.

O governador Mauro Mendes elogiou o projeto de destacou como prioritário diante da redução de custos e eficiência que trará ao Estado. “Isso que faz a diferença, pois Mato Grosso caminhou para uma situação ruim. Se conseguirmos fazer a tecnológica exercer algumas funções por nós, ganhamos capacidade para aumentar a produtividade, consequentemente, melhoramos o atendimento ao cidadão”, enalteceu Mendes.

Ao final o governador solicitou à Diretoria da Polícia Civil, para apresentar um estudo completo do cenário ideal, com informações quantificadas, para demandar soluções e alternativas aos problemas enfrentados hoje pela instituição.

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Também participaram da reunião todos os diretores da Polícia Judiciária Civil.

 

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Juiz aumenta valor de fiança a empresário para R$ 52,2 mil

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O juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, alterou a fiança do empresário Marcelo Martins Cestari, 46 anos, referente a sua prisão por porte ilegal de arma, no dia da morte de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos. Em decisão proferida na manhã desta segunda-feira (3), o abono foi fixado no valor de R$ 52,2 mil (equivalente a 50 salários mínimos).

 

“No que se refere à atual situação financeira do averiguado, majoro/reforço, estabelecido pela autoridade policial ao então conduzido, para o patamar correspondente a 50 salários mínimos, totalizando atualmente o importe de R$ 52.240,00”, diz trecho da decisão desta segunda-feira (3).

A quantia é três vezes inferior à primeira decisão do magistrado decretada no dia 15 de julho. Na oportunidade, o juiz determinou o aumento da fiança imposta ao empresário. À época, foi determinado que Marcelo pagasse o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

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Marcelo é pai da adolescente de 14 anos que matou com um tiro, supostamente acidental, a adolescente Isabele Guimarães Ramos, da mesma idade, no dia 12 de julho, no condomínio de luxo Alphaville I, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá.

No dia da morte, Marcelo chegou a ser preso, mas o delegado Olímpio da Cunha Fernandes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que à época investigava o caso, arbitrou fiança de R$ 1 mil. No entanto, dias depois, o titular da 12ª promotoria de Justiça Criminal, Marcos Regenold Fernandes, defendeu que o empresário teria de pagar o valor de R$ 104,5 mil.

Diante disso, o juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, determinou o aumento da fiança imposta ao empresário Marcelo Martins Cestari. De acordo com o magistrado, o homem deverá pagar o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

Entretanto, o desembargador Rondon Bassil Dower Filho suspendeu os efeitos da decisão proferida pelo juiz João Bosco.

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Por: Hipernoticias

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