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Educação

Governador Mauro não vai dar uniformes aos 390 mil estudantes de MT

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Os mais de 390 mil alunos da rede estadual de Mato Grosso vão ficar sem receber uniformes neste ano letivo. A informação foi confirmada pelo governo do estado, por meio de nota na Secretaria Estadual de Educação (Seduc). Se no decorrer do ano letivo o estado tiver dinheiro, poderá entregar os uniformes, mas não há garantia.

Conforme a nota, as escolas que ainda tiverem uniformes guardados de anos anteriores podem distribuí-los aos alunos.

De acordo com a assessoria, todas as escolas estaduais foram comunicadas da não distribuição dos uniformes este ano. As escolas podem confeccionar os uniformes para seus alunos, no entanto, é preciso que isso seja acordado com a comunidade escolar. Por meio de reuniões, as escolas devem conversar com os pais sobre o assunto e os mesmos devem estar de acordo com a aquisição dos uniformes

Além disso, segundo a Seduc, as unidades escolares têm autonomia de colocar a logomarca da própria escola nas camisetas. Isso facilita a identificação do aluno na hora de entrada e confirma que o mesmo estuda na unidade. Como as escolas pagam pelo serviço, o total é repassado aos estudantes num valor simbólico que varia de R$ 3 a R$ 5, por uniforme.

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O valor cobrado será revertido para a própria unidade escolar para ser investido em melhorias e projetos pedagógicos.

A Seduc orienta as escolas a não impedirem que os alunos assistam às aulas se estiverem sem uniformes.

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Educação

Senado convoca Weintraub a explicar falas em reunião ministerial

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Da CNN, em São Paulo

O plenário do Senado aprovou nesta segunda-feira requerimento de convocação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, para prestar esclarecimentos sobre declarações que fez na reunião ministerial de 22 de abril, após a divulgação de vídeo do encontro por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ministro da Educação, Abraham Weintraub
15/05/2019
REUTERS/Adriano Machado

O dia da participação de Weintraub no Senado –que é obrigatória, por se tratar de convocação– ainda não está definida.Entre outras declarações, o ministro da Educação defendeu, na reunião de abril, que botaria “vagabundos todos na cadeia, começando no STF”.

A fala de Weintraub foi revelada no vídeo da reunião que faz parte do inquérito em que, segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, o presidente Jair Bolsonaro tentou pressioná-lo a mudar o comando da Polícia Federal.

Na decisão em que autorizou a divulgação do vídeo, o ministro Celso de Mello, do STF, disse ter constatado a ocorrência de “aparente prática criminosa” cometida por Weintraub ao se referir à Corte.

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A autora do requerimento foi a senadora Rose de Freitas (Podemos-ES). “Eu achei que estava vendo um filme de terror. Mas quando vi o ministro da Educação, tive certeza que era uma panaceia, um desrespeito”, disse Freitas. “Quero perguntar quem são os ‘vagabundos’ que precisam ser presos? Palavras não são em vão.”

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) também apresentou um requerimento. “Nos vídeos e na sua transcrição, Weintraub destila ódio, em termos claros, enfáticos e chocantes, contra o povo indígena e o povo cigano, nos seguintes dizeres”, diz o senador no requerimento.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) também apoiou a convocação. “Não é cabível continuar nessa posição galopante de declarações contras as liberdades individuais, instituições”, disse.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), pediu apenas que a convocação ficasse restrita ao ministro da Educação. “As falas do ministro cruzam uma linha que é a linha do respeito às instituições”, disse. “Ele deve, sim, satisfação ao Senado Federal”, afirmou.

Outros ministros que participaram da reunião do dia 22 de abril também são alvos de requerimentos de convocações para as duas Casas. Randolfe, por exemplo, quer explicações do ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente).

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Salles declarou na reunião que é preciso aproveitar a “oportunidade” que o governo federal ganha com a pandemia do novo coronavírus para “ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas”. Segundo o ministro, a cobertura da imprensa focada em Covid-19 daria “um pouco de alívio” para a adoção de reformas infralegais de regulamentação e simplificação.

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