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Gostosuras, travessuras e fantasias! Confira o Halloween dos famosos

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Nesta quarta-feira (31), vários países do mundo comemoram o Dia das Bruxas
. Desde o início da semana, diversas personalidades da mídia compartilharam em suas redes sociais, principalmente em seus perfis do Instagram
, as fantasias escolhidas para viver a data, tornando o  Halloween dos famosos uma data com muito estilo.


Halloween dos famosos gera várias fantasias criativas compartilhadas no Instagram
Reprodução/Instagram

Halloween dos famosos gera várias fantasias criativas compartilhadas no Instagram

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O Halloween dos famosos
foi comemorado com muita diversão e criatividade. As celebridades colocaram em prática o lado mais fantasioso para escolher um traje digno da data comemorativa.

A modelo Kylie Jenner, por exemplo, escolheu ir para um lado mais sensual, usando uma fantasia de Barbie, fugindo do lado assustador para o qual normalmente as pessoas acabam indo. Sua irmã Kendall fez uma referência ao filme “Austin Powers” em seu traje. Cindy Crawford apostou em um look de aeromoça para a data.

Vários nomes conhecidos da mídia aproveitaram a deixa. A atriz Gal Gadot, conhecida por interpretar a Mulher Maravilha nas versões mais recentes do cinema, fez uma sacada genial e escolheu uma fantasia de Batman para comemorar o Dia das Bruxas. Halsey se vestiu de Hera Venenosa, inimiga do Batman.

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Alguns seguiram um lado mais sombrio, como Victoria Justice que foi de Tabuleiro Ouija e Adam Lambert que apostou em um look diabólico e fashion para celebrar. Ashley Greene incorporu o Robin Wood, e Vanessa Hudgens foi na mesma pegada e se vestiu de Alice no País das Maravilhas.

Não só as estrelas internacionais como também celebridades do Brasil entraram na festa. Deborah Secco apostou em um traje de Malévola. Viviane Araujo fez referência ao clipe Thriller
, de Michael Jackson. Paula Fernandes preferiu seguir um rumo mais delicado e se caracterizou de anjo do amor. MC Pocahontas, assim como Kylie, também escolheu um traje de Barbie. Agatha Moreira fez referência ao filme “Carrie, a estranha”.

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Halloween dos famosos garante várias fantasias divertidas


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Os fãs foram à loucura na internet com o Halloween dos famosos
, que rendeu aos internautas um prato cheio de referências e criatividade. A data comemorativa foi criada na véspera do Dia de Todos os Santos, tendo uma origem pagã.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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