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Política

Google Maps vai começar a informar se ônibus e trens estão cheios

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O Google anunciou nesta quinta-feira (27) a introdução das novas previsões de lotação de trânsito no aplicativo do Google Maps. A partir de agora, o usuário pode ver o quão lotado está um ônibus, trem ou metrô antes de sair para fazer o trajeto.

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Google Maps
Reprodução

Google Maps

Já há alguns meses, o Google tem perguntado aos usuários do Google Maps sobre o nível de lotação de suas viagens. Eram quatro opções: muitos lugares vazios, poucos lugares vazios, só espaço em pé ou apenas um espaço apertado.

 

 

Agora, a empresa já tem dados suficientes para oferecer previsões aos clientes que usam o Google Maps para planejar seu deslocamento diário. O recurso está disponível a partir de hoje em 200 cidades ao redor do mundo – cerca de um quarto das cidades estão nos EUA, segundo o  The Wall Street Journal .

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Google Maps
Reprodução/Olhar Digital

Google Maps indica se transporte está cheio

Assim, alguém que pretende usar um trem em Tóquio para ir de Shibuya a Shinjuku pode ver que a Linha Yamanote, que faz esse trajeto, normalmente, tem “espaço apenas para ficar de pé” às 9h40. Isso pode ou não ser informação suficiente para mudar decisões de locomoção, mas permite escolher conscientemente entre ser espremido ou esperar mais alguns minutos, caso tenha tempo suficiente.

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Além disso, o Google Maps também informará, ao vivo, atrasos de tráfego de ônibus em locais onde não há informações vindas das agências de trânsito em tempo real. Será possível ver se o ônibus está atrasado, em quanto tempo e qual será o período necessário para a conclusão da viagem, com base em condições de tráfego, ao vivo, ao longo do percurso. É possível ver exatamente onde os atrasos estão no mapa.

As ferramentas acompanham uma série de atualizações de produtos lançadas recentemente pelo Google Maps , como o modo de navegação anônima, as velocidades em tempo real, locais de estacionamento e o crowdsourcing de engarrafamentos. O Google parece interessado em manter a posição de liderança entre os aplicativos de navegação, especialmente enquanto empresas como a Uber e a Lyft trabalham em seus respectivos serviços.

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Política

Governo Federal sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego

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Medida prevê suspensão de contratos e redução de jornada e salários

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações.

O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas.

Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

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Mudança

Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores.

A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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