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Polícia

Golpista que inspirou filme “Vips” dará palestras para advogados em Cuiabá

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O empresário Marcelo Nascimento da Rocha, cuja história inspirou o filme ‘VIPs – Histórias reais de um mentiroso’, foi convidado a participar de um evento com advogados criminalistas na próxima semana, em Cuiabá. Ele fará uma participação em um debate durante o encontro, onde falará da experiência dele como preso e condenado pela Justiça.

Marcelo VIP, como é conhecido, é considerado um dos maiores golpistas do país. Ele foi condenado a 34 anos e cinco meses de prisão e cumpre a pena em liberdade.

Ele foi preso duas vezes entre abril e agosto deste ano por suspeita de fraude processual para a progressão de regime. A Operação Regressus, da Polícia Civil, apurava que Marcelo teria entregue à Justiça documentos de empresa de fachada para comprovar que estava trabalhando e assim conseguir a progressão do regime de pena ao qual foi condenado.

O evento ao qual Marcelo foi convidado é organizado pela Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (ABRACRIM), previsto para ser realizado na segunda (5) e terça-feira (6). Segundo o conselheiro nacional da Abracrim em Mato Grosso, Luciano Nascimento, o encontro reunirá advogados criminalistas, palestrantes especializados no assunto, estudantes e profissionais da área.

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No debate, Marcelo falará da importância de se dar crédito às pessoas condenadas e processo se recuperação e readaptação na sociedade. “Ele [Marcelo] faz parte de um painel, onde falará sobre o sistema criminal e penitenciário. Ele foi convidado a dar sua visão, como pessoa condenada, sobre a advocacia e importância do advogado criminal”, comentou ao G1 Nascimento.

O painel onde Marcelo participará tem como palestrante o advogado criminalista Roberto Parentoni. Parentoni é diretor Nacional de Interiorização da ABRACRIM, atuou em algumas das defesas de repercussão nacional.

Entre eles estão os casos: Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola (apontado como o principal líder de um grupo criminoso); Marcos Kitano Matsunaga (diretor da Yoki alimentos, assassinado em maio de 2012), Cláudio Fernando de Morais (membro da Mancha e conhecido como ‘Dudu da Mancha’); e Irmãos Batista, da delação do Grupo JBS.

Marcelo Nascimento está solto desde o dia 8 deste mês após permanecer na cadeia por quase 40 dias. Marcelo havia sido preso no dia 31 de agosto, durante a 2ª fase da Operação Regressus, acusado de fraude processual para a progressão de regime.

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Em abril deste ano, Marcelo já havia sido preso, na 1ª fase da operação, mas um mês depois da prisão, no Centro de Ressocialização de Cuiabá, ele foi solto. Considerado um dos maiores golpistas do país, Marcelo inspirou o filme e no livro “VIPs – Histórias Reais de um Mentiroso, com atuação de Wagner Moura no papel do golpista. Piloto de avião, Marcelo é acusado de aplicar diversos golpes em, pelo menos, quatro estados.

 

 

Por FolhaMax

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Delegados de Mato Grosso ganham o maior salário do Brasil

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Um levantamento realizado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp) mostrou que os delegados de Mato Grosso são os que ganham o maior salário da categoria no país. O salário mensal de um delegado da Polícia Civil no estado é de R$ 24,5 mil.

Enquanto o salário dos delegados de Mato Grosso é o maior do país, o vencimento de escrivães e investigadores – as outras carreiras da Polícia Civil-, está bem longe do primeiro lugar.

Para os escrivães, profissionais responsáveis pelo registro de ocorrências e pela documentação das investigações, o salário é de R$ 5,5 mil, o 11º no ranking brasileiro.

Já para os investigadores, policiais que coletam provas sobre os crimes, localizam e interrogam suspeitos e mantém a segurança dos locais de investigação, o vencimento inicial é de R$ 5,5 mil, o 9º maior na comparação com o mesmo cargo em outros estados.

Dados da Polícia Civil mostram que no quarto trimestre de 2020 havia 400 cargos para delegados, porém, 158 estavam vagos. Já para escrivão de polícia, são 1,2 mil vagas, mas só 2.056 ocupados. E para investigador são 4 mil vagas, com 1.944 cargos vagos.

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Por ser uma carreira típica de Estado, ou seja, que não podem ser substituída por profissional contratado, os cargos da Polícia Civil só podem ser ocupados através de concurso público. No entanto, para conseguir benefícios com o governo federal durante a crise, o Estado se comprometeu a não criar novos gastos até 2022, o que incluem os concursos.

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