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Goleiro herói do São Paulo na Copinha já planeja estrear pelo time profissional

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Thiago Couto, goleiro do São Paulo campeão da Copinha de 2019
Twitter/Reprodução

Thiago Couto, goleiro do São Paulo campeão da Copinha de 2019

O goleiro Thiago Couto foi um dos heróis do São Paulo na conquista da Copinha, no último dia 25 de janeiro, defendendo cobranças de pênaltis decisivos na final diante do Vasco, disputada no estádio do Pacaembu. 

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Em entrevista após a conquista do tetracampeonato, o jovem goleiro exaltou a força do time do São Paulo e destacou que todos os atletas do elenco campeão têm condições de brilhar no time profissional.

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“A Copinha é o campeonato com mais valorização na base e com muita tradição. E de todos torneios que já disputamos, a Copa São Paulo é sempre a mais valorizada”, disse Thiago Couto em entrevista exclusiva ao iG.

Sobre a preparação para o torneio de base mais agitado do brasil, o goleiro campeão contou. “Nossa preparação vem do ano inteiro. A Copinha é o primeiro campeonato do ano, mas para gente acaba sendo o último. Porque a gente só tem férias depois que termina a competição. E findamos em dezembro na Copa RS”, completou.

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Thiago Couto, goleiro do São Paulo campeão da Copinha de 2019
Site oficial

Thiago Couto, goleiro do São Paulo campeão da Copinha de 2019

Thiago Couto também comentou a estrutura que o clube do Morumbi oferece aos seus jogadores da base, no CT de Cotia. “A nossa base tem uma estrutura muito grande. Todos os atletas que subirem para o profissional vão estar preparados para ajudar o elenco e ajudarmos quando preciso”, comentou.

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Por fim, o goleiro garantiu que segue vestindo a camisa tricolor e já faz planos para o futuro. “Vou continuar no São Paulo, tenho contrato com o clube e espero um dia estrear pelo o time profissional”, finalizou Thiago Couto, um dos heróis do tetra da Copinha.

Com o título conquistado diante do Vasco no último mês de janeiro, o São Paulo é tetracampeão da Copinha, principal torneio de base do Brasil.

Fonte: IG Esportes
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Aos 44 anos, Anderson Silva luta pelo espetáculo – e que mal há nisso?

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Anderson Silva agachado
Divulgação

Anderson Silva, lutador brasileiro do UFC

Onde você estava aos 44 anos? Onde estará? Com essa idade recém-completada, Anderson Silva mostrou à imprensa presente no seu treino dessa quarta-feira (17), no Rio de Janeiro, que ainda tem ‘lenha para queimar’. E nós, da Ag. Fight, pudemos acompanhar de perto um treino leve do ex-campeão dos pesos-médios (84 kg).

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Com o característico bom humor, Anderson Silva já chegou à Escola de Boxe Cesário Bezerra fazendo brincadeiras com os parceiros de treino.

Após se aquecer no tatame, ‘Spider’ recebeu instruções e testou algumas posições com o mestre de jiu-jitsu Ricardo de la Riva. Depois disso, foi se experimentar contra os colegas.

Ao som de música instrumental que remetia a trilhas sonoras de filmes épicos, Anderson mostrou que continua afiado no jiu-jitsu.

Apesar de a arte suave não ser a sua especialidade, durante o ‘rola’ ele foi claramente superior aos parceiros, apesar de não deixar as brincadeiras de lado. “Tem uma parada aqui”, falou, apontando para o rosto do colega. Desprevenido, o companheiro de treino abaixou a guarda
e deixou o pescoço à mostra para o ‘Spider’ encaixar um ‘mata-leão’.

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A provocação aos oponentes, aliás, foi uma constante durante o trabalho. Muito criticado por parte dos fãs e da imprensa por fazer uso exagerado desse artifício em algumas de suas lutas, no treino dessa quarta, Anderson não poupou seus parceiros de suas brincadeiras – mesmo diante de um grande número de jornalistas atentos a cada movimento do lutador.

“Vem tranquilo”, provocou o atleta do UFC, em referência a um ‘meme’ que recentemente viralizou nos aplicativos de mensagem e nas redes sociais.

Após o ‘rola’ do jiu-jitsu, o ‘Spider’ descansou um pouco, antes de mostrar a sua maior especialidade: o chute. A idade não parece ter afetado a potência e a precisão do golpe do campeão do Ultimate de 2006 a 2013, mas o passar dos anos fez com que ele adaptasse o seu
treinamento.

“O que eu faço é me expor menos. Tem coisas que a gente não tem mais como fazer. Antigamente, eu fazia esse treino e a gente saía no soco ali, um cortava o outro, machucava o braço, e no outro dia eu estava zerado. Hoje em dia, tenho que ter um pouco mais de cuidado e toda a equipe tem essa consciência”, relatou Anderson após o treino.

Agendado para voltar ao octógono no próximo dia 11 de maio, no Rio de Janeiro, contra o pouco conhecido Jared Cannonier, o ex-campeão dos médios parece ter consciência de que o final da carreira está próximo, mesmo persistindo no discurso pouco plausível de que pode disputar o cinturão nas “três ou quatro lutas” que ainda restam em seu contrato.

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“Eu acho que todo lutador que está no UFC pensa no título. Já tive toda essa experiência (…), então nada disso é novo. Tudo o que vier agora a gente absorve como conhecimento. Então, o objetivo é estar bem, ir lá fazer o que eu amo”, concluiu.

O que muitas vezes não fica suficientemente claro aos fãs – e até aos jornalistas, que insistem em cobrar do Spider os resultados dos velhos tempos – é que é justamente o clima de brincadeira, bom humor e show que dá sentido à carreira de Anderson hoje em dia.

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Aos 44 anos, sem os mesmos reflexos de antes e ultrapassado por muita gente mais nova e no auge, não haveria qualquer razão para que o ex-campeão entrasse no octógono se não fosse a sua vocação para o espetáculo.

E quem for ao UFC 237, no Rio de Janeiro, terá a chance de assistir à luta que, muito provavelmente, será o fechar das cortinas do ‘Spider’ Anderson Silva no Brasil.

Fonte: IG Esportes
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