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Gio Ewbank curte dia de sol em Noronha e mostra corpão poderoso

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A apresentora da nova atração do GNT, “No Paraíso com Gio Ewbank”,  Giovanna Ewbank
sabe muito bem como aproveitar sua estadia em Fernando de Noronha. A musa compartilhou com os seus fãs neste sábado (20) um clique em que está usando um biquíni preto e aproveitando um dia na praia. A loira recebeu diversos elogios pela sua beleza e boa forma. 

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Gio Ewbank de biquíni curtindo um dia de sol em Fernando de Noronha
Reprodução/Instagram

Gio Ewbank de biquíni curtindo um dia de sol em Fernando de Noronha

Gio Ewbank
compartilhou com seus mais de 15,9 milhões de seguidores no Instagram
uma foto para lá de sensual. Mostrando sua alegria de estar em um lugar paradisíaco, onde também tem uma pousada, a loira reafirmou o sentimento na legenda da publicação. “FE.LI.CI.DA.DE #felicidade #amor #noronha #natureza”, escreveu na legenda. 

Os seguidores de Gio aproveitaram o post para elogiar a musa. “Não cansa de ser linda”, disse uma seguidora. “Às vezes eu paro no tempo com essa beleza, não penso que você já saiu dos 20 anos. O mulher maravilhosa”, falou outra. Houve quem também pediu para ser convidada da apresentadora em sua nova atração. “Me leva pra conhecer esse paraíso também”, brincou uma fã. 

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Gio Ewbank como apresentadora! 


Giovanna Ewbank em Noronha aproveitando ao lado de Bruna Marquezine
Reprodução/Instagram

Giovanna Ewbank em Noronha aproveitando ao lado de Bruna Marquezine

A loira está cada vez mais conquistando o seu espaço na TV como apresentadora. Gio, que já comandou a atração infantil “TV Globinho” (2009) e também foi repórter do “Vídeo Show” (2015 e 2016) e do “Domingão do Faustão”, está mostrando cada vez mais que tem capacidade de comandar atrações firmes e interessantes – sem deixar de lado também o seu canal no YouTube, onde também está crescendo cada vez mais.  

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Fechando contrato com a GNT, canal pago, comandou ao lado da rapper Karol Conka a temporada de 2018 de “Superbonita”. Agora, Gio ganhou um programa só seu, “No Paraíso com Gio Ewbank
“, onde recebe famosos em Fernando de Noronha. O programa de estreia deverá ser com a atriz Bruna Marquezine, que recentemente esteve no paraíso, como também entrevistas com a cantora Luísa Sonza e a youtuber Nah Cardoso. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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