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Gestantes ganham enxoval e revelam que apoio ajudou a trocar parto cesárea por normal

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As 12 gestantes inseridas no projeto piloto do programa Meu Parto, realizado no Centro de Referência de Assistência Social (Cras), receberam, na última sexta-feira (19), das mãos da primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, kits de enxoval completo em complemento do trabalho dessa primeira etapa.

Duas das participantes já tiveram a gestação concluída e atribuíram ao desenvolvimento das atividades do programa à escolha de parto normal em detrimento à cesariana.

“Eu me senti mais segura de mim mesma e do meu corpo sabendo que ele é capaz de ter um parto normal. Sempre quis ter cesariana achando que não conseguiria normal, mas com todo o apoio do programa foi essencial e fundamental para minha escolha. Se todas pudessem ter esse acompanhamento de perto, antes do parto, seria ótimo e diminuiria vários riscos para a saúde”, contou Amanda Isabela Chaves, de 20 anos.

Para Rafaela Lara Nascimento, de 25 anos, que foi também uma das participantes com a parturição efetivada, a gestação também teve influência muito grande em virtude de todo o trabalho realizado durante a gravidez.

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“É um privilégio muito grande participar desse programa que me ajudou na gestação e também no parto da minha princesa que hoje tem 25 dias. É uma honra muito grande e tivemos total atenção”, disse.

O programa Meu Parto foi uma parceria efetivada pela primeira-dama Márcia Pinheiro, em conjunto com a Prefeitura de Cuiabá e o grupo de pesquisa composto por alunos de graduação, mestrado e doutorado dos cursos de Enfermagem, Psicologia e Educação Física da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Segundo a coordenadora do programa, Renata Marien, buscar o apoio do Poder Público e outros parceiros é fundamental para alcançar resultados mais satisfatórios e promover o maior alcance do ponto de vista social.

“Nós observamos que essas parcerias são de sucesso. Hoje nós temos grandes instituições: a Secretaria de Desenvolvimento Humano, de Saúde, Núcleo de Apoio à Primeira-dama e a UFMT. Acreditamos que fomos muito felizes nessa parceria que tem dado bons frutos. Os próximos bebês estão por nascer e acreditamos que, de fato, podemos contribuir para a vida dessas famílias”, observou.

 

Kits

São 38 itens que compõe o kit de enxoval entregue para cada uma das 12 participantes, sendo eles diversos produtos como de vestuário, higiene, cama, mesa e banho.

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“Foi uma ajuda grande e não é um presente barato, algo que custa certo dinheiro. Tem coisas que eu mesmo não tenho condições de comprar e receber esse presente é uma grande alegria. Tenho muita gratidão à primeira-dama, por ela ter me ajudado porque faltavam muitas coisa e, graças a Deus, o que faltava veio no kit. Eu não tinha condições de adquirir, pois meu marido está desempregado, assim como eu, então essa ajuda chegou em boa hora e foi ótima”, falou Amanda.

De acordo com a primeira-dama, é preciso pensar em um todo quando se trata de assistir mulheres grávidas, pois “é um momento delicado da vida em que o cuidado precisa ser em todos os aspectos, inclusive no social”.

“Vamos cuidar dessas mulheres, oferecer todo nosso amor, carinho e ajuda para que elas venham a ter uma gravidez inesquecível, saudável e repleta de lembranças porque é algo único na vida”, completou Márcia Pinheiro.

A intenção da primeira-dama, nos próximos meses, é estender o programa para todos os 14 Cras da Prefeitura e assim alcançar mais mulheres e promover a principal característica da gestão do prefeito Emanuel Pinheiro que é a humanização e o cuidado com as pessoas.  

 

 

 

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AL e polícia civil já investigam denúncias de maus tratos e negligência em hospital de Cuiabá

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Além da Polícia Civil que já abriu investigação contra o Hospital São Judas Tadeu para averiguar denúncias de negligência e maus-tratos contra pacientes, a Câmara Municipal de Cuiabá também vai apurar a situação diante da gravidade dos relatos feitos pela técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício. Até o momento, os casos de quatro pacientes já são de conhecimento público.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL) apresentou requerimento, na sessão do dia 5 de abril, para que a técnica de enfermagem compareça ao Legislativo Estadual para esclarecer as graves denúncias feitas por ela num boletim de ocorrência na Polícia Civil e também em entrevistas para a imprensa. Depois que a profissional de saúde, que trabalhou durante 50 dias no hospital particular, denunciou o caso na Polícia Civil e na imprensa, familiares de alguns pacientes também estão registrando ocorrências policiais e buscando veículos de comunicação para relatar situações semelhantes.

A delegada Luciani Barros Pereira de Lima conduz a investigação preliminar instaurada pela Delegacia da Capital, situada no bairro Planalto. Ela ouviu a técnica de enfermagem no dia 7 de abril e garante que todas as denúncias feitas pela profissional serão apuradas.

Segundo informações, a Polícia Civil já teria conhecimento de pelo menos sete boletins de ocorrência registrados por familiares de pacientes vítimas de maus-tratos no Hospital São Judas Tadeu. Dentre os pacientes que passaram pelo hospital no período em que Amanda Delmontes ainda trabalhava no local, e que segundo ela, sofreram maus-tratos e foram negligenciados, estão o major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu em decorrência de complicações da Covid-19, na madrugada do dia 3 e o professor Toshio Doi, de 68 anos, que faleceu na madrugada do dia 10.

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A técnica de enfermagem Amanda Delmondes afirmou que o professor Toshio Doi foi outra vítima de maus-tratos até ela intervir na situação. “No caso do senhor Toshio, tem a câmera, eu deixei a porta aberta e falei: vocês não vão deixar ele morrer não. Ele caiu da cama, eu fiz uma conchinha nele com lençol, a moça que recolhe sangue falou que vocês não podem fazer isso, ele não tem uma gase, mas eu vou tirar a gaze dele. Ela foi na sala do médico que só mandou levar. Pegou uma maca sem colchão, sem nada, eu ainda coloquei um travesseiro para que a cabeça dele não batesse. Ele estava roxo desfalecendo. O fisio falou que ele estava com a nova bactéria e nada poderia ser feito. Eu falei: pode sim”, contou ela.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), confirmou que a Casa vai apurar as denúncias. Ele solicitou ao presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), para apurar denúncia de suposto maus-tratos que o servidor Toshio Doi e outros pacientes teriam sofrido bem como as demais denúncias feitas contra o hospital.

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DIÁRIAS DE ATÉ R$ 10 MIL 

Em entrevista à TV Cidade Verde, uma mulher que tinha familiar internado do no Hospital São Judas Tadeu, relatou que além de pagar R$ 10 mil na diária, ainda era preciso pagar medicamentos à parte se houvesse necessidade de inclusão no tratamento. Além, disso segundo ela, era cobrado mais R$ 150 por dia somente para alimentação do paciente.

Além da PC, Assembleia e Câmara de Cuiabá, o Conselho Regional de Medicina e também de Enfermagem apuram as denúncias. O hospital segue funcionando normalmente.

por: Folha Max

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