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Polícia

Gerente do Ganha Tempo de Sinop é preso após coagir funcionários

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O gerente do Ganha Tempo de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá) foi preso por indícios de que ele estava coagindo os funcionários da unidade para produzir provas falsas para atrapalhar a investigação da polícia. Ele estava afastado do cargo desde setembro, quando foi deflagrada a Operação Tempo é Dinheiro.

A prisão preventiva foi cumprida no sábado (6), pela Delegacia Especializada de Combate a Corrupção (Deccor). A decisão foi deferida pela juíza da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Ana Cristina Silva Mendes.

A operação investigou fraudes nas unidades do Ganha Tempo gerenciadas pelo consórcio Rio Verde. Os administradores fraudavam as senhas para que tivessem mais atendimentos para receber do governo do Estado do que de fato haviam trabalhado.

 

O gerente, além do afastamento do cargo, estava proibido de manter contato com funcionários da unidade. Porém, segundo a investigação, ele entrou em contato com os servidores e os coagiu a aceitar o advogado da empresa, além de obrigá-los a produzir provas falsas para atrapalhar as investigações.

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Um desses funcionários confessou que registrou um boletim de ocorrência com acusações falsas contra uma fiscal da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), a pedido do gerente. (Com informações da assessoria)

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Polícia

Mulher e detida por venda falsa de “galinhada beneficente”

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Uma mulher que estava aplicando golpes em Nova Xavantina, a 645 km de Cuiabá, foi presa pela Polícia Civil nessa sexta-feira (5), durante investigação para apurar denúncia sobre a venda falsa de “galinhada beneficente”, que seria realizado para ajudar uma suposta criança com câncer.

A suspeita de 38 anos e com passagens anteriores pelo mesmo crime foi autuada em flagrante pela prática de estelionato.

As diligências iniciaram logo após a proprietária de um buffet procurar a delegacia para informar que uma pessoa estava usando o nome do seu estabelecimento comercial como local do evento beneficente.

De acordo com a vítima, a pessoa estava vendendo uma galinhada solidária que aconteceria no dia 22 de março em prol do tratamento de uma criança com câncer, porém o seu espaço comercial não havia sido alugado para o respectivo evento, que também não poderia ser realizado em razão da proibição de aglomeração por conta da pandemia causada pela Covid-19.

Ela informou também que a pessoa teria confeccionado os convites e vendido 300 ingressos, além de ter procurado a gráfica para produzir mais 300 ingressos, os quais estavam sendo vendidos pelo valor de R$ 15 cada.

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Com base nas informações, os policiais civis iniciaram as diligências para esclarecimento dos fatos, quando localizaram a suspeita na região central da cidade. Ela foi conduzida à Delegacia de Nova Xavantina para prestar esclarecimentos, sendo constatadas as passagens anteriores pelo crime de estelionato.

O mesmo tipo de golpe foi praticado pela suspeita no ano de 2018, no município de Tesouro, quando ela vendia rifas que dizia ser beneficentes, porém eram falsas.

Diante das evidências de prática criminosa, a mulher foi autuada em flagrante pelo crime de estelionato. Após a confecção dos autos, foi arbitrada a fiança no valor de R$ 3 mil, em razão da gravidade e prejuízo coletivo causado pela suspeita.

No entanto, a presa não efetuou o pagamento da fiança alegando que não tinha condições financeiras, sendo então transferida para a Cadeia Pública de Nova Xavantina, à disposição da Justiça.

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