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Geisy Arruda perde 7 mil seguidores após postar foto amarrada de lingerie

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Geisy Arruda publicou nesta segunda-feira (18), no Twitter,  que  havia perdido 7 mil seguidores no Instagram por conta de fotos em que está apenas de  lingerie e amarrada com cordas, que seria uma técnica japonesa chamada shibari. 

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Reprodução/Instagram

Geisy Arruda













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“Perdi mais de 7 mil seguidores no Instagram com as fotos do shibari . Incrível como o desconhecido assusta e causa tanta ignorância”, postou Geisy Arruda , no Twitter. A influencer conta com1,5 milhão de seguidores, no Instagram.

As fotos tiveram muitas críticas pesadas, tanto que a musa chegou a desabilitar os comentários nestas fotos específicas. Um homem comentou: “Shibari parece o tempo da escravidão, não tem nada de sexy”. 

Geisy não deixou passar e logo rebateu. “Admiração por pés, gostar de apanhar, de ver sua mulher transando com outro na sua frente. Não é porque você não é adepto que isso ‘não tem nada de sexy’. Tem quem goste, e muito”.


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Arruda se manifestou novamente nos stories de seu Instagram, nesta terça-feira (19), diante do comentário de uma seguidora, criticando sua assessoria: “Lindona você poderia contratar uma Acessoria que lhe tratasse melhor! Afinal você é uma mulher maravilhosa, de inúmeras qualidades. Você pode trabalhar sua imagem de forma mais elegante. Sua imagem fica muito atrelado ao perfil vulgar com toda essa exposição. Leia com carinho, amor e muito respeito o que estou lhe falando!”

Em resposta Geisy publicou: “Quem faz minha assessoria sou eu mesma, fica difícil me mandar embora. O shibari, foto que você comentou, não é vulgar , é uma prática do BDSM, a qual eu admiro e respeito ‘vc deveria fazer o mesmo’. Obrigada pelo conselho, porém, to ótima, não vou mudar para me enquadrar no seu perfil de moça ‘não vulgar’”.


Ela ainda continuou em outro stories: “As pessoas são ótimas para julgar a vida alheia… fico impressionada com a facilidade de se enfiar o dedo na cara dos outros e vomitar ‘suas verdades’. A moça do post anterior acha mesmo que está me fazendo ‘um favor’, como pode? Não sei.”, finaliza Geisy. 

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Nesta última semana, a influenciadora digital postou fotos em que está amarrada por cordas, o que faz parte de uma técnica de shibari, ela também falou sobre a experiência, em seu canal no Youtube, das duas sessões que participou. 


Geisy Arruda contou que, da primeira vez, foi amarrada com roupa, mas não se sentiu à vontade. “Eu senti muito medo e fiquei muito ansiosa. Senti falta de ar, o que é normal”. Já na segunda vez, ela foi amarrada apenas de lingerie e se sentiu melhor. Ela ainda afirma que continuará praticando shibari.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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