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Geisy Arruda fala sobre fetiche por anões: “sempre quis transar com um”

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É quase impossível falar de Geisy Arruda sem citar seu lado sexual. Com 1,5 milhões de seguidores no Instagram, a modelo faz de sua página na rede social seu universo sensual e compartilha milhares de fotos ousadas exibindo o bumbum em lingeries e roupas mínimas. Apesar da exposição,  ela afirma que nunca almejou tanto e nem se considera um sex symbol.

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Reprodução/ Instagram @geisy_arruda

Geisy Arruda

Falar e fazer sexo  são os hobbies de  Geisy Arruda , que está em ascensão no universo fetichista, e isso inclui escrever contos eróticos baseados em suas vivências. “Para não ficar limitada no sexo, vou em casas de swing, coisas mais café com leite como ménage, troca de casal… essas coisas que não fazem ninguém sofrer. Quem sabe não serei uma dominatrix no futuro, estou empenhada, só não sei se os boys vão gostar”, diz a modelo.

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Reprodução/ Instagram @geisy_arruda

Geisy Arruda

Assistir a conteúdos pornôs alimenta os fetiches da youtuber. Embora já tenha vivido diferentes experiências neste assunto, ela ainda tem desejos a serem realizados. “Eu sempre quis transar com um anão para ver como é! Esse é um fetiche que eu não desisti ainda. Eu já vi vídeos e costuma ser normal o membro. Sempre quis ver, iria ficar tipo: ‘Olha que legal, é igual’. Ficaria uns cinco minutos olhando”, revela.

Antes que os candidatos à essa vontade de Geisy comecem a se manifestar, é preciso ir com calma e saber que todo o domínio na hora H é dela. “Homem que eu fico não me limita a nada. Eu sou uma mulher livre. Meu corpo é livre e as regras são minhas, então meus homens são tudo comendo na minha mão”, deixa claro.

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Pelo excesso de libertinagem, ela diz que, às vezes, é triste se relacionar: “São umas ejaculações precoces, uns ‘bingulinhos’ que não sobem. Tenho cada história terrível. Uma vez eu fiquei com dó de um rapaz e tive que conversar para o acalmar, porque ele estava muito nervoso. Eu tirei o peso das costas dele e ai subiu”.

Ménage com Neymar e Najla Trindade

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Reprodução/ Instagram @geisy_arruda

Geisy Arruda

Na pegação não tem tempo ruim para Geisy, nem mesmo o polêmico caso de Neymar e Najla Trindade passa despercebido de sua lista de desejo. Ao falar sobre este assunto, ela declara ser algo delicado para opinar, porque, infelizmente, não estava lá com eles. ”Se foi consensual, não tem problema, são dois adultos transando. Se não foi consensual, é um crime. Não tenho como saber, eu não estava lá na hora, infelizmente não me chamaram, adoraria estar lá no meio”, assume.

Apesar desta confissão, ela garante que a vontade em si não tem a ver exclusivamente por se tratar do jogador e/ou da modelo: “Neymar não é um sonho, mas a ideia do ménage é! Não é por ser ele ou ela, mas sim pela experiência de duas mulheres e um homem. Eu iria me divertir, estaria em um parque de diversão”.

Bissexualidade

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Reprodução/ Instagram @geisy_arruda

Geisy Arruda

Neste ano, Geisy assumiu ser bissexual. Segundo ela, sua primeira experiência com mulher foi aos 15 anos. Embora o medo da reação do público tenha sido o motivo de manter em sigilo sua orientação sexual, agora, ela diz estar empenhada em lutar a favor desta causa.

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A sex symbol não foi a única a assumir sua orientação recentemente. Anitta e Ludmilla também entraram para essa lista, e ao falar delas, Arruda foi direta ao dizer que ficaria com a dona do hit Vai Malandra e fez vários elogios a ela.

“Gosto muito do jeito da Anitta de ser assumida, acho que ela representa a mulher brasileira hoje: veio da periferia, conquistou o Brasil, o mundo e está ali batalhando pela carreira, é tudo mérito dela. Acho incrível ela pegar geral! Ela é solteira e maravilhosa. Eu super ficaria, porque ela exala isso, é extremamente interessante. A liberdade dela é o que ela tem de mais bonito e mais atraente”, revela.

Por falar na funkeira, as músicas Veneno e Downtown estão presentes na playlist de Geisy para a hora H, juntas com faixas de Ariana Grande, Cardi B, Vintage Culture e Alok. Apesar de diversificada, a seleção é minuciosa e dispensa Marília Mendonça. “Transar ouvindo ela é o fim. Marília é só quando briga”, esclarece.

Resultado da cirurgia íntima

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Reprodução/ Instagram @geisy_arruda

Geisy Arruda

Desde que ganhou os holofotes, as clínicas de estéticas se tornaram um de seus lugares favoritos, de lá para cá ela mexeu em diversas partes do corpo e, atualmente, tem medo de fazer novos procedimentos. “Já mexi em tudo, se mexer em mais alguma coisa eu fico feia. Cheguei no meu limite, mas não me arrependo de nenhuma”, explica.

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Entre tudo o que já fez no corpo, foi a cirurgia íntima que mais a conquistou. De acordo com Geisy Arruda , a vida como mulher ganhou novo rumo desde a correção na vagina, acabando com sua vergonha na hora do sexo e permitindo maior conhecimento de si mesma, além de deixá-la mais criteriosa na escolha dos parceiros ou parceiras.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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