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Geisy Arruda e Renata Frisson sensualizam e falam sobre sexo no “SuperPop”

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Geisy Arruda e Renata Frisson sensualizam nas redes sociais em clique compartilhado nas contas do Instagram
das duas musas na última quarta-feira (24). Além disso, também na noite de ontem, a dupla participou do “SuperPop”, onde deram altas declarações sobre sexo
.

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 Geisy Arruda e Renata Frisson sensualizam com clique nas redes sociais
Reprodução/Instagram

Geisy Arruda e Renata Frisson sensualizam com clique nas redes sociais


No clique, Geisy Arruda e Renata Frisson
estão usando vestidos bem sensuais dentro de um banheiro. A foto foi compartilhada na ferramenta Stories do Instagram. 

Já no programa “SuperPop”, as modelos revelaram quanto tempo ficaram sem transar em suas vidas. Arruda revelou que ficou pouco tempo devido uma cirurgia íntima: “Fiquei dois meses por conta da cirurgia íntima. Foi triste, fiquei nervosa, irritada, mal humorada, queria matar um. Não podia fazer nada porque estava cicatrizando”, disse ela.

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No caso de Frisson, a religião teve um grande peso para ela andar na linha por um bom tempo: “Já fiquei 8 meses sem nada. Estava em uma época na igreja, pela religião deveria ficar sem sexo. Respeito as doutrinas, mas nao deu, não consegui ficar.  Eu nem me tocava. No começo me sentia mal, começava a negar meu desejo, acordava suando às vezes, Aprendi que quanto mais você faz, mais tem vontade de fazer”, contou a loira.

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Após sua primeira vez, a modelo revelou que se acostumou a ficar sem: “Quando fica um tempo sem fazer, começa a perder a vontade. Eu sempre gostei muito, depois de um tempo [sem], meio que acostumei. Depois que descumpri a regra, não parei mais. É a melhor coisa do mundo, eu amo”, disse Frisson.

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A Mulher Melão revelou ainda que virou motivo de piada por perder tarde a virgindade: “Comecei com 16 anos e foi tarde. Eu me senti pressionada, porque todas as minhas amigas tinham perdido a virgindade e ficavam me zoando, virou chacota. Fiquei desesperada querendo, mas foi no momento certo, não tive trauma”. O clique de Geisy Arruda e Renata Frisson
fez muito sucesso nas redes sociais.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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