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“Game of Thrones”, Marvel, Superman e mais: dez apostas para a CCXP 2018

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A maior feira de cultura pop do mundo acontece nesta semana, entre os dias 6 e 9 de dezembro, em São Paulo e para alimentar as expectativas dos fãs, bem como nortear suas escolhas em meio a infinidade de opções da CCXP 2018, selecionados dez boas apostas para o evento.

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  • Chris Columbus

Chris Columbus será homenageado na CCXP 2018
Reprodução/Twitter

Chris Columbus será homenageado na CCXP 2018

Aqueles ansiosos o suficiente para já estarem no pavilhão da São Paulo Expo para a abertura da CCXP 2018
podem prestigiar a homenagem ao cineasta Chris Columbus
, que acontecerá às 12h30 de quinta (6) no Auditório Cinemark. Responsável por filmes icônicos como “Esqueceram de Mim” (1990), “Uma Babá Quase Perfeita” (1993), “Nove Meses” (1995), “O Homem Bicentenário” (1999) e os dois primeiros Harry Potter, “A Pedra Filosofal” (2001) e “A Câmara Secreta” (2002), Chris Columbus ajudou a moldar mais de uma geração de cinéfilos e geeks.

  • Superman

As celebrações dos 80 anos do homem de aço vão render, além de diversas ativações, dois painéis na feira. O primeiro, na quinta (6) às 15h, no auditório Ultra, reúne figuras como Tom Grummett, Ivan Reis e John Romita Jr. para falar sobre o personagem mais famoso e transcendental da DC Comics e o primeiro a ganhar os cinemas. Já na sexta-feira (7), às 14h no auditório Cinemark, será a vez de Tom Welling falar sobre o personagem e o legado da série “Smallville”.

  • “Game of Thrones”

os criadores de
Reprodução

os criadores de “Game of Thrones” David Benioff e D.B. Weiss participarão de painel da série na CCXP

Último painel da série em um evento de feira pop antes da estreia da oitava e última temporada. Precisa de mais alguma razão? Pois a HBO traz para o Brasil os criadores da série, David Benioff e D.B. Weiss, além dos atores John Bradley (Sam) e Maise Williams (Arya Stark). A expectativa é que o painel da série seja um dos melhores do evento em 2018. O painel será na quinta-feira (6), às 18h30, no Auditório Cinemark.

  • Panini
Leia mais:  Em seu programa, Silvio Santos irá receber título de Imortal de academia inglesa

Como a Comic Con também é voltada para o geek raiz, que tal conferir as novidades da Panini Comics para 2019? O painel da empresa acontece no Auditório Ultra na sexta-feira (7), às 13h30 e deve apresentar as novidades nacionais e internacionais da editora.

  • Cartoon Network

O canal animado chega ao principal auditório da feira com Rebecca Sugar e o Steven Universo. Trata-se da primeira animação criada por uma mulher para o canal e o desenho norte-americano virou uma febre desde a primeira metade da década. Rebecca vai falar sobre suas influências e responsabilidades com a criação. O painel será realizado na sexta-feira (7), às 15h, no auditório Cinemark.

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O canal ainda terá outros dois painéis no evento. No domingo (9), às 19h, a animação brasileira “O Irmão do Jorel” é destaque no Auditório Ultra. Um pouco antes, Às 17h, no Auditório Prime, o painel “Hora da animação! Por Dentro do Cartoon Network
e Creative Room” promete acesso inédito à forma de fazer do canal.

  • Homenagem a Stan Lee
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CCXP 2018 terá painel em homenagem ao legado de Stan Lee
Divulgação

CCXP 2018 terá painel em homenagem ao legado de Stan Lee

O Auditório Ultra recebe no domingo (9), às 15h30, um painel dedicado ao legado de Stan Lee. Pouco se sabe sobre o que vai rolar no painel, mas é certo que será emocionante. Fã de verdade que estiver por lá no domingo não pode perder.

  • Pré-estreias

O evento terá três pré-estreias exclusivas para os frequentadores. “Wifi Ralph”, que estreia em 3 de janeiro, “Creed II”, que estreia em 24 de janeiro, e “Aquaman”, programado para 13 de dezembro no Brasil. É uma chance de ouro de ver antes de todo mundo e ajudar a tornar a experiência toda ainda mais épica.

  • Turma da Mônica

No sábado, às 14h, no auditório Ultra, o elenco de “Laços”, o primeiro filme em live action da turma da Mônica vai bater um papo com os fãs.

  • Dez anos do Marvel Studios

O Marvel Studios completa dez anos em 2018 e essa marca não poderia passar batida na CCXP. O painel do estúdio, no auditório Cinemark, no sábado (8), às 15h30, terá Sebastian Stan, o Soldado Invernal, e Brie Larson, a Capitã Marvel, cujo filme solo estreia em março. Tudo leva a crer que será um dos painéis mais concorridos do evento.

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  • Stranger Things

A atriz Sadie Sink, que entrou para o elenco de
divulgação/Paper magazine

A atriz Sadie Sink, que entrou para o elenco de “Stranger Things” na 2ª temporada, é uma das atrações da CCXP 2018

Fechando a programação do Auditório Cinemark, e da CCXP 2018
, o painel de “Stranger Things” acontece no domingo (9), às 20h e terá as presenças ilustres de alguns dos atores mirins da série. São eles Caleb McLaughlin (Lucas),  Sadie Sink (Max )e Noah Schnapp (Will).

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Entrevista com Bolsonaro na Record é maior audiência da emissora em dois anos

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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