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Polícia

Foragido da Justiça por roubo é preso em feira agropecuária

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Assessoria | PJC-MT

Um foragido da Justiça acusado de roubo praticado em Nova Canaã do Norte (699 km ao Norte) foi preso pela Polícia Judiciária Civil, na noite de quarta-feira (10.07), no município de Colíder (650 km ao Norte), durante a  31ª Expolíder.

Valter Aquino da Silva, conhecido como “Fissurado”, estava com mandado de prisão preventiva decretada pelo crime de roubo majorado. Ele foi localizado pelos policiais civis nas festividades na feira agropecuária da cidade de Colíder.

O suspeito é apontado por auxiliar um assalto ocorrido na primeira quinzena do mês de junho, em uma propriedade na zona rural de Nova Canaã do Norte. Conforme provas colhidas pelos policiais civis, Valter foi o responsável por levar no seu carro os criminosos armados, até o sítio, onde efetuaram o roubo.

Conforme o delegado de Colíder, Ruy Guilherme Peral da Silva, as diligências demonstraram de forma contundentes indícios  robustos e concretos, que realmente o investigado teve participação nos fatos.

“Além de transportar os autores do roubo até o local, ele buscar e prestou resgate deles após a consumação do delito”, destacou o delegado Ruy Guilherme Peral da Silva.

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Diante das informações, a Polícia Civil representou pelo pedido de prisão preventiva de Valter, que foi deferido pela Justiça.

O preso foi interrogado na Delegacia de Colíder, e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

 

Fonte: PJC MT
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Polícia

Equipe Especial interroga esposa de cabo em investigações das interceptações ilegais

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil, por meio da Equipe Especial, designada exclusivamente para conclusão dos inquéritos sobre as interceptações ilegais, ouviu em interrogatório, na tarde desta quarta-feira (18), a esposa do Cabo Gerson Correa, para esclarecimentos sobre questões apuradas nas investigações.

A delegada Ana Cristina Feldner informou que a mulher (E.M.O) aparece em algumas situações, como assinatura de fiadora no contrato de locação da sala usada para fazer as escutas ilegais, além da conta de internet usada no escritório clandestino estar em seu nome. Também por ter levado um aparelho celular ao cabo quando ele estava preso na Rotam. E ainda sobre a origem de um valor de R$ 35 mil, emprestado pelo cabo a um amigo.

Conforme a delegada, todas as informações serão analisadas, inclusive se  a mulher  tinha conhecimento e envolvimento com a organização criminosa investigada. Ela  alegou que acredita na inocência de seu marido.

Fonte: PJC MT
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