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Política

Floriano Peixoto toma posse na presidência dos Correios

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O novo presidente dos Correios, Floriano Peixoto, afirmou hoje (24) que chega à empresa para fortalecê-la. Peixoto tomou posse no final da tarde de hoje (24), no Palácio do Planalto. Na solenidade, o novo presidente disse que o momento não é de falar sobre privatização da empresa. Ele afirmou que não pode adiantar nenhuma medida sem antes conhecer a estrutura dos Correios.

“Não estamos ainda falando nada de privatização. A minha intenção é trabalhar para fortalecer, fazer a empresa crescer, ficar mais gigante ainda do que ela é”, disse Peixoto à imprensa após a cerimônia de posse. “Não devo adiantar nenhuma medida que será feita sem chegar lá. Eu vou contar com a lucidez, a experiência dos que lá estão, da diretoria, para estabelecermos metas de trabalho para fortalecer a empresa”, completou.

Em abril, o presidente Jair Bolsonaro autorizou a realização de estudos para privatização da empresa. Ao anunciar a medida, lembrou ainda os casos e as suspeitas de irregularidades que envolveram a estatal. Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro sinalizou que a empresa poderia ser privatizada devido aos prejuízos. A estatal, no entanto, tem se recuperado financeiramente desde 2017.

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Peixoto disse ainda que, ao convidá-lo a assumir a estatal, Bolsonaro o orientou a fazê-la crescer financeiramente. “A recomendação que ele fez foi: ‘Floriano, trabalhe para fazer a empresa crescer financeiramente e para alcançar referenciais de excelência’. Os Correios são do Brasil, é uma empresa nossa e [de] que temos muito orgulho”.

Troca de comando

Peixoto deixou a Secretaria-Geral da Presidência da República para assumir os Correios. Em seu discurso na cerimônia de hoje, na qual Jorge Antônio de Oliveira Francisco também tomou posse como novo secretário-geral da Presidência, Bolsonaro afirmou que Peixoto é seu “coringa”.

“Conversei com ele, que é nosso coringa aqui no Planalto, e aceitou a missão de ficar à frente dos nossos Correios. Tem desafios, sabemos da importância e da história dos Correios e temos certeza de que ele fará o melhor para ajudar na recuperação desta instituição”, disse o presidente.

Peixoto entra no lugar de Juarez Cunha, general, assim como ele. Bolsonaro demitiu Cunha após afirmar que ele agiu como “sindicalista”. No início do mês, em audiência pública na Comissão de Legislação Participativa Câmara dos Deputados, Cunha criticou a entrega da empresa à iniciativa privada. O presidente da República também criticou o fato de Cunha ter tirado fotos com parlamentares de oposição e sindicalistas durante a audiência.

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Com 356 anos de existência, a empresa é subordinada hoje ao Ministério das Comunicações, Ciência, Tecnologia e Inovação. Após prejuízos registrados entre 2013 e 2016, a estatal registrou lucro de R$ 161 milhões em 2018 e de R$ 667,3 milhões em 2017.

Edição: Juliana Andrade

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Política

Bolsonaro convida Temer para chefiar missão humanitária no Líbano

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O presidente Jair Bolsonaro participou, na manhã deste domingo (9), de uma videoconferência com outros chefes de Estado e de governo para tratar das ações de apoio ao Líbano. Na última terça-feira (4), uma grande explosão na zona portuária de Beirute, capital do país, deixou um saldo de centenas de mortes e milhares de feridos. Ao detalhar as ações do governo brasileiro, Bolsonaro disse que convidou o ex-presidente Michel Temer, que tem ascendência libanesa, para coordenar a missão. 

“Nos próximos dias, partirá do Brasil, rumo ao Líbano, uma aeronave da Força Aérea Brasileira com medicamentos e insumos básicos de saúde, reunidos pela comunidade libanesa radicada no Brasil. Também estamos preparando o envio, por via marítima, de 4 mil toneladas de arroz, para atenuar as consequências da perda dos estoques de cereais destruídos na explosão. Estamos acertando, com o governo libanês, o envio de uma equipe técnica, multidisciplinar, para colaborar na realização da perícia da explosão. Convidei, como o meu enviado especial e chefe dessa missão, o senhor Michel Temer, filho de libaneses e ex-presidente do Brasil”, afirmou Bolsonaro.

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Em nota, a assessoria de Temer informou que o ex-presidente “está honrado” com o convite. “Quando o ato for publicado no Diário Oficial serão tomadas as medidas necessárias para viabilizar a tarefa”, diz a nota.

A videoconferência foi iniciativa do presidente da França, Emmanuel Macron, e contou com a participação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do presidente do Líbano, Michel Aoun, além dos líderes de países como Egito, Catar e Jordânia, entre outros. Em seu breve pronunciamento, Bolsonaro classificou a reunião como necessária e urgente, reafirmou suas condolências às famílias das vítimas da tragédia e destacou a relação histórica entre Líbano e Brasil.

“O Brasil é lar da maior diáspora libanesa no mundo, 10 milhões de brasileiros de ascendência libanesa formam uma comunidade trabalhadora, dinâmica e participativa, que contribui de forma inestimável com o nosso país. Por essa razão, tudo que afeta o Líbano nos afeta como se fosse o nosso próprio lar e a nossa própria pátria”, disse.

Ouça na Radioagência Nacional:

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