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Finalista do Miss Bumbum fala de transexualidade e mudança de posição política

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Recentemente, o concurso Miss Bumbum, responsável por alavancar a carreira de inúmeras meninas desde sua criação, divulgou as 15 selecionadas para a final. Uma delas é Paula Oliveira, de 27 anos. A finalista do Miss Bumbum representa o Amazonas na disputa e é a primeira transexual
a ingressar o grupo de participantes em toda a história do concurso.


Paula Oliveira, de 27 anos, é finalista do Miss Bumbum e reprezenta o estado do Amazonas no concurso
Patrick Britto | CO Assessoria

Paula Oliveira, de 27 anos, é finalista do Miss Bumbum e reprezenta o estado do Amazonas no concurso

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Às vésperas da final do concurso, que vai acontecer na próxima segunda-feira (5) com a musa fitness Gracyanne Barbosa e o ex-BBB Kaysar Dadour como mestres de cerimônia, a finalista do Miss Bumbum
abriu o jogo para falar sobre sua vida pessoal e as mudanças que aconteceram em relação à sua posição política.

Finalista do Miss Bumbum fala sobre transexualidade


Finalista do Miss Bumbum fala sobre transexualidade e apoio do pai
Patrick Britto | CO Assessoria

Finalista do Miss Bumbum fala sobre transexualidade e apoio do pai

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Paula Oliveira foi a primeira mulher transexual a entrar na disputa pelo título de Miss Bumbum. A partir do momento em que buscou a cirurgia para trocar de sexo, Paula contou com o apoio de sua família, em especial seu pai.

A finalista abriu o coração em relação à transexualidade: “Meu pai me apoiou em tudo. Fiz a minha cirurgia de mudança de sexo pelo Sistema Único de Saúde (SUS) há seis anos”. Paula também falou sobre representatividade: “Me sinto muito feliz só de pensar que poderei ganhar o título. Em especial, eu quero mostrar que nós somos iguais a todos, sejam trans, gays ou lésbicas,  somos seres humanos em primeiro lugar”.


Finalista do Miss Bumbum traz à tona mudança de posição política
Patrick Britto | CO Assessoria

Finalista do Miss Bumbum traz à tona mudança de posição política

Quando as 27 participantes do concurso foram questionadas a respeito de suas posições políticas, Paula foi uma das 12 que mostraram apoio à eleição de Jair Bolsonaro
para presidente nestas eleições.

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Finalista do Miss Bumbum abre o jogo sobre vida pessoal
Patrick Britto | CO Assessoria

Finalista do Miss Bumbum abre o jogo sobre vida pessoal

No entanto, essa não é a opinião política atual da finalista do Miss Bumbum
, que mudou de ideia em relação ao Bolsonaro depois de uma análise em torno de sua proposta de governo: “Eu mudei de candidato depois que realmente vi as propostas políticas da sua campanha e devido o posicionamento dele. Eu não concordei, e achei que isso não me levaria pra final”, Paula apontou.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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