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Fim de jejum! Colômbia vence a Argentina na estreia na Copa América

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Lance

colômbia copa américa
Sandro Pereira/Agência O Globo

Colômbia faz dois gols e vence Argentina em estreia na Copa América

Fim de jejum de 12 anos. Na noite deste sábado, na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), a Colômbia venceu a Argentina por 2 a 0 e acabou com o período sem vencer os hermanos – o equivalente a oito partidas. Os colombianos dominaram a partida de estreia das seleções nesta Copa América – o jogo foi válido pelo Grupo B. Roger Martínez e Duván Zapata fizeram os gols da vitória. Messi, a estrela da Argentina, ficou devendo neste primeiro jogo no torneio.

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Com o resultado, a Argentina ficou na lanterna do Grupo B, com zero ponto. A Colômbia está na outra ponta, com três pontos conquistados. A segunda rodada do grupo irá acontecer na quarta-feira – enquanto os argentinos enfrentam o Paraguai, às 21h30, no Mineirão, os colombianos duelam contra o Qatar, às 18h30, no Morumbi. Neste domingo, paraguaios e qatarianos fecham a rodada inicial deste grupo, às 16h, no Maracanã.

Hermano aquém…

Considerada como favorita para o jogo, a Argentina foi aquém do esperado no primeiro tempo, com a Colômbia predominando desde o minuto inicial. Aos quatro, James Rodríguez deu um lindo chapéu em Otamendi. Já aos 11, Roger Martínez chutou com perigo após passe de Falcao Garcia. Os torcedores que foram ao estádio acompanhar Messi iniciavam as vaias, enquanto até o fim da etapa inicial James Rodríguez (duas vezes) e Falcao Garcia ainda teriam chance de abrir o marcador. O técnico Lionel Scaloni tinha muito o que fazer no vestiário…

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Tipo Colômbia

A conversa de Scaloni com seus jogadores no intervalo fizeram com que a Argentina, no segundo tempo, melhorasse, passando a ser mais efetiva na criação. Messi e Paredes tiveram grandes chances, mas um golaço da Colômbia, aos 25, colocaria água no chope dos hermanos. James Rodríguez inverteu a bola para Roger Martínez, que passou com tranquilidade para defesa argentina e mandou forte para o gol defendido por Armani, que nada podia fazer. Colombianos na frente, 1 a 0.

Jus ao desempenho

Depois de abrir o marcador, a Colômbia passou a administrar o jogo, até por conta de a Argentina ter ficado devendo em grande parte da partida. Mesmo desta forma, com certa tranquilidade, os colombianos fizeram jus ao desempenho e conseguiram ampliar a vitória, chegando ao 2 a 0 aos 40 minutos da etapa final. Tesillo chegou na linha de fundo, mandou para a pequena área e Duván Zapata, entre dois zagueiros, surgiu como quem não queria nada para estufar as redes e confirmar os três pontos. Festa da Colômbia, que larga bem na Copa América.

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FICHA TÉCNICA
ARGENTINA 0 X 2 COLÔMBIA

Estádio: Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data/hora: 15/6/2019 – 19h (de Brasília)
Árbitro: Roberto Tobar (CHI) – Nota LANCE!: 5,0 (deixou o jogo perigoso ao não marcar muitas faltas claras, o que poderia ter controlado mais os atletas em campo)
Auxiliares: Christian Schiemann (CHI) e Claudio Rios (CHI)
Árbitro de vídeo: Julio Bascuñan (CHI)
Público/renda: 34.950 pagantes/R$ 9.259.710,00
Cartões amarelos: Guido Rodríguez, Saraiva, Paredes (ARG) e Falcao Garcia, Cuadrado, Duván Zapata, Lerma (COL)
Cartão vermelho:

GOLS: Roger Martínez 25’/2ºT (0-1) e Duván Zapata 40’/2ºT (0-2)

ARGENTINA: Armani, Saravia, Otamendi, Pezzella e Tagliafico; Guido Rodriguez (Pizarro 21’/2ºT) e Paredes; Lo Celso, Messi e Di Maria (De Paul 2’/2ºT); Agüero (Matías Suárez 33’/2T). Técnico: Lionel Scaloni

COLÔMBIA: Ospina, Medina, Sánchez, Mina e Tesillo; Cuadrado (Lerma 18’/2ºT), Barrios e Uribe; James Rodriguez, Falcao Garcia (Duván Zapata 35’/2ºT) e Muriel (Roger Martínez 13’/1ºT). Técnico: Carlos Queiroz

Fonte: IG Esportes
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Coluna – O Dia da Consciência Rubro-Negra

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A contagem regressiva está em andamento. Nesse dia de celebração dos 50 anos do milésimo gol de Pelé, o torcedor do Flamengo está de olho no fim de um jejum de 38 anos sem disputar a final da Copa Libertadores, e de outro, de dez anos sem a conquista de um campeonato brasileiro. Não é pouco, muito menos se levarmos em consideração que os dois jejuns podem acabar no próximo fim de semana.

Mas é hora, também, de lembrarmos de como o Flamengo e sua torcida chegaram a essa situação. Não foi de janeiro para cá, quando a atual administração tomou posse. Na verdade, temos de voltar no tempo, ao dia 02 de janeiro de 2013, quando Eduardo Bandeira de Mello assumiu a presidência, decretando que as prioridades seriam a organização administrativa do clube, o pagamento de dívidas e a “limpeza” do nome na praça, deixando de lado a sede de títulos, pelo bem do futuro da instituição.

Foi o Dia da Consciência Rubro-Negra.

E o preço não foi barato. É verdade que logo no primeiro ano a nova administração festejou uma Copa do Brasil. Que não estava nos planos. Mas que acabou sendo o principal título até o fim do segundo mandato, em 2018. Além dela, vieram dois campeonatos estaduais e três vice-campeonatos importantes – na Copa do Brasil e na Copa Sul-Americana de 2017 e no Campeonato Brasileiro de 2018. Como gostavam de dizer os torcedores rivais, ficou “no cheirinho”. Mas já era a sinalização de que tempos melhores viriam.

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E chegamos a 2019, manchado pelo incêndio no Ninho do Urubu, com dez vítimas fatais. Nos campos, porém, os resultados comprovam o acerto da decisão lá de 2013 e recompensam o sacrifício de quem entrou para a história do clube, se não como grande campeão, mas como um dos melhores administradores. Com erros, é claro, como todos os outros, mas que não pode ser esquecido.

O caminho do Flamengo está sedimentado. Para se confirmar como um dos, se não o principal, clube do país. Ainda distante dos europeus, mas num patamar acima da grande maioria dos clubes brasileiros e sul-americanos. Se os títulos virão, é outra questão, pois o que acontece dentro de campo foge da capacidade dos dirigentes.

De certo que o clube vai se fortalecer. Vai faturar, encher o cofre. Que tal pensar nos garotos que tiveram a vida interrompida no dia 8 de fevereiro? Que tal botar a mão na consciência e fechar o ano com uma chave, não de ouro, mas rubro-negra?

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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