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Festival Curta Cinema celebra produção nacional no Rio de Janeiro

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O Festival Curta Cinema realiza sua 28ª edição desta quarta-feira (24) até a próxima quarta (31). Este ano o evento ocupa seis importantes salas do circuito exibidor do cinema independente carioca: Estação NET Botafogo 1, 2 e 3, Cinemateca do MAM, Cinemaison e Cine Arte UFF.

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Festival Curta Cinema tem programação e oficinas de peso este ano
Divulgação

Festival Curta Cinema tem programação e oficinas de peso este ano

Serão exibidos no Festival Curta Cinema
cerca de 200 filmes
nacionais e internacionais, que traçam um amplo panorama da atual produção audiovisual em curta metragem
. Os destaques ficam para as tradicionais mostras competitivas que qualificam os seus vencedores a uma vaga na disputa para o Oscar na categoria Curta Metragem.

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Com 13 mostras, que englobam 33 programas, o festival de filmes é a maior e mais importante janela de exibição de curtas da cidade do Rio de Janeiro. Este ano será marcado pela volta do Panorama Carioca e o Panorama Latino Americano que voltam reafirmando o compromisso com as produções locais e regionais.

Destaques do Festival Curta Cinema


cena de
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cena de “Chahine” (2018), curta de Youcef Khemane que será exibido no Festival Curta cinema

Outro destaque destaque da programação é o “VideoEra”, com curadoria de Laís Azeredo Rodrigues, que mostrará como autores experimentais dos 70 e 80 usaram as câmeras portáteis para produzir uma (nova) experiência de linguagem.

“A mostra propõe aos espectadores um novo olhar sobre a própria mídia como potência de criação. A produção desses artistas e autores permaneceu, por esses quase 40 anos, praticamente inédita, todos eles seguiram produzindo e se tornaram importantes realizadores na formação da uma estética de pulsões que hoje chamamos linguagem não linear”, resume Laís.

Outro destaque do festival é a mostra “Manifest”, que nasceu a partir da fusão de três empresas de produção audiovisual francesas com o intuito de fazer parte do princípio da economia solidária, fortalecendo a distribuição de suas produções pelo mundo. Hoje, com cerca de 15 produtoras reunidas, o selo reúne mais de 1300 curtas e 300 prêmios em festivais mundo afora. Para a mostra especial para o Curta Cinema, foram selecionadas cinco produções, com destaque para os inéditos “Burning” (2016), de Slimane Bounia e “Chahine” (2018), de Youcef Khemane. (Continua).

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Teatro paulistano faz aniversário


Teatro Bradesco comemora nove anos de atividade
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Teatro Bradesco comemora nove anos de atividade

O Teatro Bradesco, um dos espaços de entretenimento e cultura de São Paulo, completou nesta semana nove anos de atividade. Com capacidade para 1.439 pessoas e área total de mais de 7.000m², o teatro é considerado um dos maiores do país. Durante sua trajetória a casa de cultura já recebeu espetáculos de renome como “Bibi – Uma Vida em Musical”, “Bem Sertanejo – O Musical”, “A Bela e a Fera”, “O Mágico de Oz”, “Branca de Neve” e “Um Dia na Broadway”, e promete continuar recebendo muito mais.  

O samba agora é maior de idade!


Sururu do Samba completa 18 anos
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Sururu do Samba completa 18 anos

Eleito o melhor grupo de Samba em 2014 no Prêmio da Música Brasileira, o Sururu  começou sua carreira nos anos 2000, destacando-se entre os grupos responsáveis pela revitalização da Lapa carioca. De lá para cá, o grupo coleciona apresentações em cenários nacionais e internacionais ao lado de ícones da MPB, como Chico Buarque, Monarco, Zeca Pagodinho e Dona Ivone Lara, entre outros.

Para celebrar os 18 anos, o Sururu fará um grande show em noite especial, aproveitando para celebrar em coquetel, com a participação de convidados que marcaram sua história no Teatro Solar de Botafogo, no Rio de Janeiro, nesta sexta (26). E o clima de festa não para por aí, o grupo já está em processo de produção de um novo trabalho, que deve ser lançado no início de 2019.

Marquezine Who? Neymar estrela campanha com Emrata


Neymar estrela comercial de jeans com atriz
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Neymar estrela comercial de jeans com atriz

Já imaginou Emily Ratajkowski e Neymar no mesmo filme? Pois é, a marca de jeans Hyperflex uniu essas personalidades em sua nova campanha. No comercial, a atriz e o jogador estão em um mundo pós-apocalíptico e tem que lutar com seus jeans super flexíveis contra os zumbis que usam jeans rígidos e desconfortáveis.

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A campanha foi criada para lançar a nova linha Hyperflex +, o primeiro super denim 3D totalmente flexível. Filmado sob o icônico estádio de futebol Stade De France, em Paris, a campanha promete viralizar na internet.

Programação Festival Curta Cinema



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“Chahine”, curta-metragem de Youcef Khemane é destaque no Festival Curta Cinema

  • 24 DE OUTUBRO – QUARTA-FEIRA

Estação Net Botafogo 1 | R. Voluntários da Pátria, 88 – Botafogo

20h – ABERTURA

  • 25 DE OUTUBRO – QUINTA-FEIRA

Estação NET Botafogo 1| R. Voluntários da Pátria, 88 – Botafogo

17h – Competição Internacional 1

19h – Competição Internacional 2

21h – Panorama Carioca 1

Estação NET Botafogo 2| R. Voluntários da Pátria, 88 – Botafogo

16h – Competição Nacional 2

18h – Sessão de abertura

Estação NET Botafogo 3 | R. Voluntários da Pátria, 88 – Botafogo

15h30 – Painel 1

17h30 – Painel 2

19h30 – Competição Internacional 2

21h30: Panorama Latino Americano 3

Cinemateca MAM | Av. Infante Dom Henrique, 85 – Praia do Flamengo

17h – Panorama Latino Americano 2

19h – Panorama Latino Americano 1

Cine Arte UFF | Centro de Artes UFF – R. Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói

14h – Mostra Infantil 1

21h – Competição Internacional 3

  • 26 DE OUTUBRO – SEXTA-FEIRA

Estação NET Botafogo 1 | R. Voluntários da Pátria, 88 – Botafogo::

17h – Competição Internacional 2

19h – Competição Nacional 2

21h – Panorama Carioca 2

Estação NET Botafogo 2 | R. Voluntários da Pátria, 88 – Botafogo::

16h – Competição Nacional 1

18h – Underground Brasil

Estação NET Botafogo 3 | R. Voluntários da Pátria, 88 – Botafogo::

15h30 – Painel 3

17h30: Painel 4

19h30 – Competição Internacional 1

21h30 – Panorama Latino Americano 1

Cinemateca MAM | Av. Infante Dom Henrique, 85 – Praia do Flamengo

17h – Panorama Carioca 1

19h – Panorama Latino Americano 3

Cine Arte UFF | Centro de Artes UFF – R. Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói

21h – Competição Internacional 4

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A programação dos dias 27, 28, 29 e 30, do Festival Curta Cinema
pode ser conferida no site oficial do evento.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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