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Fernanda Gentil faz declaração apaixonada à mulher e pede um filho com ela

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“Outro dia você achou uma cartinha antiga que escrevi pra você e deixou escapar um ‘olha quanto amor!!! Aí eu pensei meio indignada, meio surpresa: ‘mas hoje tem muito mais amor’. Hoje às 7 da manhã essa cena me veio  à cabeça”, escreve Fernanda Gentil naquilo que é o começo de uma declaração apaixonada à mulher, Priscila Montandon , aniversariante do dia, em seu perfil oficial no Instagram.

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Pirscila Montandon e Fernanda Gentil arrow-options
Reprodução/Instagran

Pirscila Montandon e Fernanda Gentil

“”Pra deixar dito. Escrito. Registrado hoje, no seu aniversário, que você nunca vai saber o quanto eu te amo. Não por você não merecer saber, mas por eu não saber medir”, emendou Fernanda Gentil sem economizar no açúcar. 

A apresentadora disse, ainda, que quer ter um filho com a mulher — a jornalista já é mãe de Gabriel, de 3 anos, fruto do casamento com Matheus Braga, e Lucas, de 11 anos, que cria desde que a mãe do garoto, sua tia, morreu, há 10 anos.””Com quem eu quero que me ajude a passar os valores e princípios — tão, tão tão iguais aos meus – aos pingulinhos. Com quem eu quero ter mais pingulinho (a). Eu quero ser a sua pessoa também. Mas, (muito) antes disso, quero você feliz. Realizada. Rodeada de amigos e amores. Distribuindo saúde!!!”

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Veja a postagem de Fernanda Gentil que, em menos de uma hora, acumulou mais de 90 mil curtidas.

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Outro dia você achou uma cartinha antiga que escrevi pra você e deixou escapar um “olha quanto amor!!!” falou meio num sorriso,meio saudosa.Aí eu pensei meio indignada,meio surpresa: “mas hoje tem muito mais amor!!!”, e não falei nada.Hoje às 7h da manhã essa cena me veio à cabeça, e pensei “será que ela ainda acha iss—“ aí parei de ficar só pensando e resolvi escrever.Pra deixar dito.Escrito.Registrado hoje, no seu aniversário,que você nunca vai saber o quanto eu te amo. Não por você não merecer saber,mas por eu não saber medir. Meu amor por você não está no tempo em que escrevi uma cartinha; tá no fato de você fazer o tempo parar, também, pra eu escrever uma cartinha.Não está no tempo em que passamos juntas; tá na saudade que sinto de você enquanto estamos juntas.Meu amor por você não tá na nossa casa; tá na nossa alma.Tá na minha surpresa em perceber que esse tempo passa diferente pra gente: horas são segundos quando estamos juntas, e dias são semanas quando não tô com você. Meu amor por você não cresce a cada dia; ele multiplica todos os dias.Não está nas coisas que você faz; ele está em você.Toda. Da cabeça aos pés!Desde o seu coque despretensioso até a ponta do dedão. Desde o seu senso de justiça até a sua cabeça avoada.Tá na certeza que eu tenho de que achei a minha pessoa dos meus sonhos e das minhas vidas todas.Pra quem eu quero levar café na cama e de quem eu quero receber um chá antes de dormir.Com quem eu quero viajar o mundo e chorar de rir tomando vinho em casa.Quem eu quero que me ajude a passar os valores e princípios – tão tão tão iguais aos meus – aos pingulinhos.Com quem eu quero ter mais pingulinho(a).Eu quero ser a sua pessoa também.Mas (muito) antes disso quero você feliz. Realizada. Rodeada de amigos e amores. Distribuindo saúde!!! Mergulhada nos cachorros. Enrolada nas crianças,inundada de paz,transbordando sonhos – e que pelo menos em um ou outro eu esteja incluída, porque uma das mais lindas maravilhas dessa vida é sonhar com você. E melhor que sonhar, é realizar com você.Feliz aniversário,meu amor. Sorte a minha viver pra poder te ver vivendo.Mais sorte ainda acordar pra te ver completando mais um ano hoje. Aliás…sabe que dia é hoje?

Uma publicação compartilhada por Fernanda Gentil (@gentilfernanda) em 4 de Set, 2019 às 4:41 PDT

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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