conecte-se conosco


Entretenimento

Fernanda Gentil deixa jornalismo e migra para o entretenimento da Globo em 2019

Publicado

Segundo informações do colunista Léo Dias
, Fernanda Gentil deixa o jornalismo para seguir os passos de Fátima Bernardes e Patrícia Poeta na área de entretenimento
da Globo.

Leia também: Fernanda Gentil ironiza restrições a gays na Rússia: “Estou bem menininha”


Fernanda Gentil deixa o jornalismo da Rede Globo para investir no entretenimento
Divulgação

Fernanda Gentil deixa o jornalismo da Rede Globo para investir no entretenimento

Ao que parece,  Fernanda Gentil deixa o jornalismo
da Rede Globo com a intenção de investir na nova área, assim, ela deve trocar os estúdios do jornalismo da emissora, pelo Projac.

Leia também: Fernanda Gentil deixa fãs confusos ao comentar foto de Luciano Huck contra o PT

Apesar de não ter o novo programa definido até o momento, a mudança já está próxima, e o adeus de Gentil ao “Esporte Espetacular” deve acontecer ainda no final deste ano. Bárbara Coelho, do SporTV, é o nome mais cotado para substuir a loira na atração.

Assim como outros nomes do jornalismo da emissora carioca, um dos pontos que provavelmente influenciaram na decisão de Fernanda, é o salário e lucros extras com a publicidade, que são maiores no entretenimento. Procurada pelo colunista, a emissora declinou de se manifestar a respeito da mudança.

Leia mais:  Com Mariana Ximenes e empoderamento, comédia “L.O.C.A” é filmada no Rio

No Twitter a notícia espalhada por Léo Dias está rendendo entre os internautas, que estão fazendo suas “apostas” sobre o rumo de Fernanda.

Leia também: Fernanda Gentil posa com a camisa do Brasil e manda recado em dia de eleições

O fato que  Fernanda Gentil deixa o jornalismo
está repercurtindo, e muitos estão contentes com a notícia, já que ela se destacou durante sua interação com o público na Copa do Mundo 2018. Vale ressaltar que a loira ganhou notoriedade na carreira no extinto canal Esporte Interativo, depois passou a fazer parte do  SporTV. Antes de integrar no “Esporte Espetacular”, em 2016, ela passou por programas como “Placar da Rodada”, “Jornal da Globo”, e “Globo Esporte-RJ”. Já na rádio da emissora, ela trabalhou no “Papo de Almoço”.

Leia mais:  Paródia de Meghan Markle gera acusações de racismo contra TV britânica

Comentários Facebook
publicidade

Entretenimento

A Voz do Brasil faz 85 anos

Publicado

O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

Leia mais:  Que encontro! Bradley Cooper invade show de Lady Gaga em LasVegas

Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Neville D’Almeida quer Anitta como estrela da sequência de “A Dama da Lotação”

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana