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Federação de Ginástica dos EUA pede falência após escândalo sexual de Nassar

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A Federação de Ginástica dos Estados Unidos (USAG) entrou com um pedido de falência nesta quarta-feira (5), devido ao escândalo que envolve o ex-médico da seleção nacional Larry Nassar, que foi condenado a 125 anos de prisão por ter abusado sexualmente de centenas de garotas e garotos.

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Ex-médico da Federação de Ginástica dos Estados Unidos, Larry Nassar foi condenado a 125 anos de prisão por abusar sexualmente de centenas de garotas e garotos
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Ex-médico da Federação de Ginástica dos Estados Unidos, Larry Nassar foi condenado a 125 anos de prisão por abusar sexualmente de centenas de garotas e garotos

A USAG, que enfrenta 100 ações judiciais de mais de 350 vítimas do ex-médico, informou que a decisão foi tomada para poder acelerar o pagamento das indenizações às atletas de ginástica .

“Devemos às sobreviventes a resolução das reivindicações baseadas em atos horríveis do passado e, através deste processos, tratamos de acelerar essa resolução”, informou a presidente da USAG, Kathryn Carson.

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A ação da entidade visa impedir que novas descobertas nos processos das atletas sejam ligadas com a federação norte-americana. Além disso, o pedido de falência poderá fazer com que o Comitê Olímpico dos Estados Unidos (USOC) não desmantele a USAG.

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Larry Nassar foi chefe do departamento médico da federação de ginástica entre 1994 e 2016, período que ocorreram os abusos. Uma de suas vítimas foi a ginasta Simone Biles , vencedora de quatro medalhas de ouro e uma de bronze nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

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world silver bar medalist 🥈 I CANT BELIEVE IT

Uma publicação compartilhada por Simone Biles (@simonebiles) em 2 de Nov, 2018 às 11:55 PDT

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Segundo as atletas de ginástica abusadas pelo ex-médico, os crimes aconteciam quando elas eram tratadas de lesões. Outras vítimas de Nassar foram Aly Raisman, Gabby Douglas, Jordyn Wieber, McKayla Maroney e Alyssa Baumann, que alegou ter sofrido mais de 40 abusos.

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É CAMPEÃO! River vira sobre o Boca na prorrogação e fatura tetra da Libertadores

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Lucas Pratto marcou o primeiro gol do River Plate sobre o Boca Juniors na final da Libertadores
Twitter/Reprodução

Lucas Pratto marcou o primeiro gol do River Plate sobre o Boca Juniors na final da Libertadores

O River Plate é o grande campeão da Copa Libertadores da América de 2018. A vitória por 3 a 1 sobre o Boca Juniors no superclássico argentino, no Santiago Bernabéu, em Madri, foi o quarto título da história do clube millionário – as conquistas do River foram em 1986, 1996, 2015 e agora em 2018.

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Depois de muitas polêmicas e ameaças dos dois clubes de não entrarem em campo, a grande decisão da Libertadores aconteceu no estádo do Real Madrid para um público de mais de 62 mil pessoas. O duelo de ida na Bombonera, em 11 de novembro, terminou empatado em 2 a 2.

Vale lembrar que a finalíssima deveria ter acontecido no último dia 24 de novembro, no Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, mas um ataque de torcedores do River Plate ao ônibus do Boca Juniors fez a Conmebol adiar a partida em alguns dias e remarcá-la para a Espanha por questões de segurança.

Confira fotos da final da Libertadores:

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Com o título garantido, o River será o representante do continente no Mundial de Clubes da Fifa, nos Emirados Arábes Unidos, e já entra em campo no próximo dia 18 de dezembro, na semifinal do torneio contra Espérance (Tunísia), Al Ain (Emirados Arábes) ou Team Wellington (Nova Zelândia).

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A finalíssima da Libertadores


Final da Libertadores entre River Plate e Boca Juniors, em Madri, na Espanha
AS.com / Reprodução

Final da Libertadores entre River Plate e Boca Juniors, em Madri, na Espanha

O primeiro tempo em Madri foi bastante disputado e truncado, com os dois times argentinos protagonizando jogadas mais ríspidas. No entanto, mesmo com poucas chances, a equipe azul e amarela foi quem criou as melhores oportunidades na primeira metade do jogo.

Aos nove minutos, o zagueiro Maidana, do River, tentou fazer o corte após cruzamento e chutou para trás, quase marcando gol contra. Na batida do escanteiro, Izquierdoz desviou de cabeça e Pérez, de primeira, parou em defesa de Armani.

Mais tarde, Ponzio saiu jogando errado e cometeu falta na entrada da área. Benedetto batu na barreira, mas a bola sobrou para Pablo Pérez na direita. O capitão do Boca finalizou e um carrinho providencial de Casco salvou o River neste lance.

No último minuto da etapa inicial, o River errou passe no ataque e o Boca Juniors saiu em contra-ataque mortal. Nández deu excelente passe em profundidade para Benedetto, que driblou Maidana, ficou cara a cara com Armani e só tocou no cantinho, abrindo o marcador.


Benedetto celebra gol do Boca Juniors contra o River Plate na final da Libertadores
Twitter/Reprodução

Benedetto celebra gol do Boca Juniors contra o River Plate na final da Libertadores

O River Plate voltou para o segundo tempo disposto a buscar pelo menos o empate e assustou logo aos dois minutos. Pratto fez o trabalho de pivô para Nacho Fernández chegar batendo com a perna esquerda, bem perto da trave de Andrada.

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Com mais posse de bola, mais volume de jogo e melhor no duelo, os Millonarios conseguiu igualar o placar aos 22 minutos. Nacho Fernández tabelou com Palacios e só rolou para o centroavante Lucas Pratto empurrar para as redes, já com o goleiro do Boca batido na jogada.

Em uma das poucas investidas ofensivas na etapa final, o Boca teve a chance para marcar o segundo gol em uma falta em dois lances cometida por Pinola em cima de Nández, dentro da área. Mas Olaza chutou rasteiro e acertou a barreira adversária.


Lucas Pratto marcou o primeiro gol do River Plate sobre o Boca Juniors na final da Libertadores
Twitter/Reprodução

Lucas Pratto marcou o primeiro gol do River Plate sobre o Boca Juniors na final da Libertadores

Como ninguém mexeu mais no placar, o duelo foi para prorrogação. E logo no primeiro minuto do tempo extra, o volante Barrios foi expulso – segundo cartão amarelo -, deixando o Boca com um homem a menos.

Em vantagem numérica, o River tomou conta do restante da partida e criou chance atrás de chance. E aos três minutos do segundo tempo, o meia colombiano Quintero, que entrou no decorrer do jogo, soltou a bomba de fora da área e marcou um golaço, sem qualquer chance para o goleiro Andrada.

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O Boca Juniors se abriu para tentar igualar o marcador e Carlitos Tevez entrou na vaga de Buffarini. E até o arqueiro Andrada se mandou para área tentando ser herói. Mas o goleiro Armani fez duas boas intervenções nos minutos finais, Pavon acertou a trave, o River Plate se segurou na defesa.

Nos acréscimos, o River puxou contra-ataque rápido e, sem goleiro e sem zagueiros, Pity Martínez avançou livre e só empurrou para o gol vazio. Terceiro tento e título da Libertadores de 2018 garantido em território espanhol.

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