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Fazer aplicações conversarem pode movimentar US$3,5 bilhões

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O mercado de integração de sistemas tem crescido muito.


Por trás de cada um dos aplicativos que facilitam nossa rotina, há um emaranhado de processos que precisam falar a mesma língua. E fazer com que eles se entendam é um negócio que poderá gerar US$ 3,5 bilhões ao ano.

Mas o que significa dizer que os processos precisam se comunicar? Tudo isso tem a ver com APIs. Expressão corriqueira no mundo da informática, API é a sigla em inglês para Interface de Programa de Aplicação. A tradução não ajudou muito? Talvez porque a terminologia típica dos programadores soe como um código indecifrável para quem não entende do assunto. É assim também quando um software quer falar com outro. Cada qual tem seu idioma e,  para que consigam se entender, é preciso integrar diferentes APIs.

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Mas nem sempre essa “tradução simultânea” do mundo digital flui sem percalços. “É muito comum haver problemas na integração de sistemas. Grande parte das plataformas não aguenta as requisições e transformações que os dados sofrem”, diz Thiago Lima, programador e CEO da LinkApi. “Nossa missão é ser uma ferramenta parceira do desenvolvedor, auxiliando em toda a complexidade técnica”, afirma. A plataforma criada pela LinkApi permite aumentar a eficiência operacional de qualquer negócio, principalmente daqueles baseados em dados.

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E o mercado no qual essa empresa está inserida tem crescido, e muito. De acordo com um relatório da consultoria Zion Market Research, o mercado global de gerenciamento por APIs, que gerou cerca de US$ 609,32 milhões em 2016, deverá movimentar US$ 3,5 bilhões até 2022. Um crescimento anual acima de 30%.

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Mirando no sucesso

Nascido no Grajaú, bairro periférico da capital paulista, Thiago começou a programar computadores aos 12 anos. Aos 17, já havia montado sua primeira empresa, que logo foi abandonada pelo sonho de ser um lutador profissional de artes marciais. A carreira no tatame começou bem, mas teve de ser interrompida após uma fratura. De volta ao mouse e ao teclado, ele reencontrou sua vocação. Hoje a LinkApi tem mais de 100 colaboradores e clientes como Samsung, Leroy Merlin, Chili Beans e Multicoisas. Parte desse sucesso é explicado pela necessidade das empresas de integrar seus sistemas. 

Um exemplo de empresa que percebeu a necessidade de investir na integração de sistemas para crescer é a marca de cosméticos Contém 1g Make-up. Ao montar suas operações de e-commerce e market place, a direção da empresa percebeu a necessidade de uma atualização de estoque em tempo real. “A gente sai daqui na sexta-feira e o e-commerce continua funcionando. É tudo feito pelo integrador”, diz Antonio Azevedo e Marques, responsável pela área de TI da empresa. Segundo ele, a integração maximizou em 50% suas operações em estoque graças à reposição automatizada, que não paralisa a operação pela falta de produtos. Com isso, os lucros crescem.

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Fonte: IG Tecnologia
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Mais que a tela: celular com toda a superfície sensível ao toque é desenvolvido

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Startup desenvolve celular todo sensível ao toque


Celulares que utilizam a tecnologia Touchscreen já não são novidade. Mas em vez de disponibilizar o recurso em uma parte determinada do dispositivo, a startup Sentons planeja construir um telefone com toda a superfície sensível ao toque humano

A empresa na verdade já possui um telefone com a tecnologia: o Asus ROG Phone II , específico para jogos. Ele possui “gatilhos de ar” na parte superior, que são zonas de toque sensíveis à pressão. Os hápticos vibrantes dão feedback quando pressionados. Assim, em um jogo de tiro, por exemplo, as zonas de gatilho são tão úteis quanto os botões analógicos. 

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No entanto, a Sentons pretende expandir a tecnologia para além dos games , pois, de acordo com a startup , ela pode funcionar em qualquer superfície ou forma e utilizando uma variedade ampla de materiais, como metal, couro e até madeira. A sensibilidade à pressão pode variar de 5 gramas para 5 quilos. 

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A tecnologia utiliza transdutores que funcionam sob o corpo de um telefone ou outro dispositivo . Os pings ultrassônicos formam um mapa da superfície do dispositivo e podem detectar pressão, toque e começar a entender contextos de uso, como por exemplo se a pessoa está segurando o telefone ou não. Existe a possibilidade dela ser integrada em roupas inteligentes , semelhante ao que o Jacquard do Google faz.

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A novidade está prevista para ser implantada em alguns celulares até o final do ano. Ela também é à prova d’água , por isso pode ser fundamental para substituir botões em câmeras subaquáticas ou relógios de mergulho. Até mesmo o contato com luvas parece não ser um problema. No entanto, Jess Lee, CEO da Sentons, afirmou que uma das maiores dificuldades vai ser trabalhar com gel.

Fonte: IG Tecnologia
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