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Polícia

Fazendeiro é rendido, amarrado e encapuzado enquanto ladrões levam cabeças de gado

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A fazenda Monjolo localizada às margens da BR 070 trinta e oito quilômetros do trevo do Lagarto em Várzea Grande  foi alvo da ação de ladrões de gado na madrugada desta última segunda-feira (20). Em menos de um ano este é o quarto roubo de gado na propriedade, a maioria deles com agressões.

Segundo o boletim de ocorrência o dono da Fazenda Monjolo chegava em sua propriedade logo pela manhã quando foi rendido por três indivíduos armados  usando de violência física e verbal. Segundo o proprietário após as ameaças ele conta que foi amarrado e encapuzado enquanto furtavam cerca de 20 cabeças de gado.

O fazendeiro disse ainda que os ladrões levaram cerca de dez horas para carregarem os animais e enquanto isso um mantinha a vítima amarrada, dizendo para ele se acalmar que logo estaria indo embora. A folga e a certeza da impunidade foi tão grande que até almoço os bandidos fizeram na propriedade.

A vítima que prefere não se identificar por medo de represarias acredita que os suspeitos  são especializados neste tipo de crime, pois tinham habilidade com a lida de animais e não apresentavam sinais de nervosismo.

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Esse tipo de crime tem preocupado fazendeiros da baixada cuiabana pela truculência das quadrilhas que estão agindo seguidamente e as forças policiais de Mato grosso não conseguem dar uma resposta aos pecuaristas de Mato grosso. O boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia de Roubos e Furtos de Várzea Grande, onde várias diligências aconteceram. No final da tarde a polícia localizou num frigorifico clandestino de Várzea Grande, cerca de 10 cabeças de gado roubadas. As investigações continuam até fechamento dessa edição nenhum suspeito foi preso.

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Polícia

Equipe Especial interroga esposa de cabo em investigações das interceptações ilegais

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil, por meio da Equipe Especial, designada exclusivamente para conclusão dos inquéritos sobre as interceptações ilegais, ouviu em interrogatório, na tarde desta quarta-feira (18), a esposa do Cabo Gerson Correa, para esclarecimentos sobre questões apuradas nas investigações.

A delegada Ana Cristina Feldner informou que a mulher (E.M.O) aparece em algumas situações, como assinatura de fiadora no contrato de locação da sala usada para fazer as escutas ilegais, além da conta de internet usada no escritório clandestino estar em seu nome. Também por ter levado um aparelho celular ao cabo quando ele estava preso na Rotam. E ainda sobre a origem de um valor de R$ 35 mil, emprestado pelo cabo a um amigo.

Conforme a delegada, todas as informações serão analisadas, inclusive se  a mulher  tinha conhecimento e envolvimento com a organização criminosa investigada. Ela  alegou que acredita na inocência de seu marido.

Fonte: PJC MT
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