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Fátima Bernardes, Anitta e mais: famosos que falaram de sexo no “Encontro”

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O programa
Encontro
com Fátima Bernardes” não tem como foco principal falar sobre sexo. Na verdade, a atração matinal da Globo fala de assuntos variados, mas, muitas vezes o tema acaba virando pauta, não tem jeito. Recentemente, inclusive, a apresentadora comemorou o dia do sexo com uma programação especial sobre o assunto. 

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O
Reprodução/Instagram

O “Encontro com Fátima Bernardes” já foi palco da pauta sexo

Pensando nisso, separamos alguns momentos em que o programa de Fátima Bernardes acabou falando sobre sexo. Ficou curioso? Então veja a nossa lista.

Anitta


Anitta causou ao falar sobre sexo no
Reprodução/Globo

Anitta causou ao falar sobre sexo no “Encontro com Fátima Bernardes”

Recentemente, Anitta foi questionada durante o “Encontro” em como lidar com um parceiro que não tem o mesmo apetite sexual. A cantora, então, fez uma alusão à masturbação. “A gente faz o nosso pique, só a gente. E aí, quando a pessoa estiver com o pique dela, a gente vai com a pessoa. Se a pessoa não está no pique, compra uns presentes…”, afirmou ela, causando espanto em Fátima Bernardes.

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Grace Gianoukas


Grace Gianoukas deixou sua marca ao falar de sexo no programa de Fátima Bernardes
Reprodução

Grace Gianoukas deixou sua marca ao falar de sexo no programa de Fátima Bernardes

Neste ano, Fátima trouxe como tema os aplicativos de relacionamentos, gerando uma grande discussão entre convidados e especialistas. Grace Gianoukas, que estava presente, deixou um recado para a mulherada e disse até que esses aplicativos podem ser bons para quem procura sexo. “A mulher tem que se conhecer, saber o que quer e ir para esses sites com segurança. Quero uma coisa mais romântica? Quero mais sexo?”, questionou.

Odilon Wagner


Em sua participação no
Claudio Augusto

Em sua participação no “Encontro com Fátima Bernardes”, Odilon Wagner também falou sobre o assunto

No dia 6 de setembro, mais conhecido como “o dia do sexo”, a atração foi especial e falou sobre o tema. Odilon Wagner, que estava no palco de Fátima, falou que trata o assunto com muita naturalidade, inclusive profissionalmente. O ator comentou que estava em cartaz com a peça “Como ter sexo com a mesma pessoa a vida toda” e foi até chamado de consultor. “Sabemos fazer sexo, mas poucos sabem falar sobre. É um tabu”, disse ele.

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Fátima Bernardes


A própria Fátima Bernardes já esteve envolvida no assunto
Reprodução/TV Globo

A própria Fátima Bernardes já esteve envolvida no assunto

A própria Fátima protagonizou um momento de pauta sobre sexo. A apresentadora deu sua opinião sobre fazer sexo com a mesma pessoa durante toda a sua vida e falou que, para isso acontecer, é necessário “gentileza mútua”, o que acabou gerando repercussão nas redes sociais.

De novo ela


Fátima Bernardes ficou sem graça com brincadeira no
Reprodução/Globo

Fátima Bernardes ficou sem graça com brincadeira no “Encontro”

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O tema sexo também pode gerar alguns desconfortos, não é mesmo? Foi o que aconteceu com Fátima Bernardes
durante uma brincadeira em que tinha que listar o que ela mais valoriza em um parceiro amorosos através de plaquinhas que tinham essas qualidades escritas. A apresentadora ignorou a placa que estava escrito “sexo” e não mexeu nela.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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