conecte-se conosco


Entretenimento

Fãs acusam homem de agredir estrela do k-pop; assista ao vídeo

Publicado

Caiu na rede nesta quarta-feira (22) um vídeo que indignou os fãs do grupo de k-pop CLC. Nas cenas, um homem não identificado entra no recinto e agride a cantora Seungyeon enquanto ela caminhava nos bastidores de uma premiação. 

Leia também: De Psy a BTS: a explosão do K-pop no Brasil vive seu auge

Seungyeon%2C integrante do grupo CLC arrow-options
Divulgação

Seungyeon, integrante do grupo CLC

No início do vídeo, a estrela do k-pop surge  caminhando tranquilamente por um corredor quando, de repente, um homem sai de dentro de uma sala. Os dois parecem trocar algumas palavras e após isso Seungyeon desaparece da imagem.

Leia também: Donos do mundo! BTS terá game realista e pós-apocalítico

O homem faz movimentos bruscos em direção à cantora , mas não é possível identificar o que ele realmente fez. Após alguns momentos, a artista reaparece falando ao telefone. 

Leia também: Covers de K-pop estão dominando a internet; saiba quem são eles

No Twitter, fãs da banda se mobilizaram e começaram a acusar o homem de agredir a estrela do k-pop . Confira o vídeo. 

Leia mais:  Anúncio publicitário reacende rivalidade entre SBT e Record pela vice-liderança


Comentários Facebook
publicidade

Entretenimento

Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

Publicado

por

O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

Leia mais:  Ronnie Von fala sobre chifre: “Já fui mais traído do que você pode imaginar”

Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana