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Famosos contra Bolsonaro cobram ação do TSE sobre denúncias de fraude

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Nesta quinta-feira (19), o escândalo da compra de disparos no WhatsApp
para difamar o candidato do PT, Fernando Haddad, e favorecer Jair Bolsonaro, do PSL, se tornou o assunto mais comentado da web. Pensando nisto, o perfil 342 Artes do Instagram
reuniu um compilado de depoimento de famosos contra Bolsonaro cobrando um posicionamento do Tribunal Superior Eleitoral.

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Famosos contra Bolsonaro ganham destaque na internet por meio de perfil no Instagram
Divulgação

Famosos contra Bolsonaro ganham destaque na internet por meio de perfil no Instagram

Entre os famosos contra Bolsonaro
estão Deborah Evelyn, Cissa Guimarães, Camila Pitanga, Leticia Sabatella, Vladimir Brichta, Caetano Veloso, Zezé Polessa, Alinne Moraes, Juliana Alves, entre outros. A conta do Instagram 342 Artes surgiu a partir da reunião de cerca de 100 artistas na casa da produtora Paula Lavigne.

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Em seu depoimento, Caetano Veloso, por exemplo, pediu para que a presidente da Corte, ministra Rosa Weber, investigue o caso. “Então ministra, qual a sua reação a esses escândalos de fake news e crimes eleitorais?”, questionou o músico.

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O escândalo da compra de disparos no WhatsApp para difamar o candidato do PT e favorecer o candidato do PSL, ficou entre os assuntos mais comentado das redes, e, como de praxe, acabou ganhando viés humorístico, sendo, apelidada por internautas de “Operação Lava Zap” – em referência à Operação Lava Jato.

O Futuro dos famosos contra Bolsonaro


Famosos contra Bolsonaro ganham destaque após suposta notícia de fraude
Divulgação

Famosos contra Bolsonaro ganham destaque após suposta notícia de fraude

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Após toda repercussão dos depoimentos dos famosos contra Bolsonaro
, caso fique comprovado o esquema fraudulento similar à caixa 2, que nada mais que é o financiamento de campanha patrocinado por empresários, o que é proibido pelo STF desde 2015, a chapa do presidenciável Jair Bolsonaro e do general Hamilton Mourão poderá ser cassada, no caso dos dois vencerem o pleito.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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