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Famosas apontam o melhor e pior de 2018: “amor e empatia estão em falta”

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Perto do fim do ano, muita reflexão sobre o que já aconteceu vem à tona. Questionadas diante do que acharam do ano que agora se encerra, algumas famosas revelaram o que foi positivo e o que foi negativo para elas durante esse tempo.


Famosas revelam o que mais gostaram e o que menos gostaram durante o ano de 2018
Reprodução/Instagram

Famosas revelam o que mais gostaram e o que menos gostaram durante o ano de 2018

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Carolina Picchi


Famosas revelam o que acharam de 2018
Sérgio Baia

Famosas revelam o que acharam de 2018

Uma das famosas
que trouxeram à tona um feedback sobre 2018 foi a modelo Carolina Picchi, uma das grandes musas que aqueceram o ano com sensualidade: “2018 foi um ano de muitas alegrias e aprendizados. Posso destacar como pontos positivos todas as minhas conquistas profissionais e ter tido saúde e força de vontade para alcançar meus objetivos”, declarou.

Em contrapartida, Caroline destacou pontos negativos do ano: “Apesar do sucesso na vida pessoal e profissional, a situação que se encontra nosso país e o mundo no geral me abala bastante. Amor e empatia estão em falta e, infelizmente, 2018 mostrou muito isso”.

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Thaiz Schmitt


Famosas revelam o que acharam de 2018
Fausto Saez

Famosas revelam o que acharam de 2018

Thaiz Schmitt, outra modelo responsável por tirar o fôlego do público com seus ensaios sensuais, apontou acréscimos que o ano trouxe à sua vida profissional e pessoal: “Posso destacar como pontos positivos meu amadurecimento  profissional.  Minha última participação na novela da Globo
me deu um gás para continuar estudando para evoluir cada vez mais”, declarou.

Diferente das outras, Thaiz não viu aspectos ruins durante o ano que viveu: “Sobre pontos negativos, pessoalmente não tive nenhum! Meu 2018 foi extremante construtivo e de muito aprendizado”, a modelo disparou.

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Jojo Toddynho


Famosas revelam o que acharam de 2018
Augusto Wyss

Famosas revelam o que acharam de 2018

A cantora Jojo Todynho
revelou que o ano foi um verdadeiro marco em sua vida profissional: “Como pontos positivos de 2018 posso dizer que, sem dúvidas, é ver todo meu trabalho e esforço dando resultado. Com isso, posso ajudar minha família”.

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No entanto, para Jojo Todynho as positividades do ano acabam aí: “Porém, 2018 foi marcado pela pior era que estamos enfrentando, a era do MIMIMI. Muito preconceito, julgamentos de tudo que é lado e as FakeNews que vieram com tudo”, a cantora declarou.

Ângela Bismarchi


Famosas revelam o que acharam de 2018
Reprodução/Instagram

Famosas revelam o que acharam de 2018

Angela Bismarchi
aproveitou o ano para colocar em prática a sua fé: “2018 foi o ano que mais me envolvi com os estudos referentes à Deus. Eu me formei como teóloga e posso dizer que hoje sou uma pastora. Participei de retiros, discipulado, passei por varias igrejas dando meu testemunho de vida, ou seja, muitos momentos dedicados à minha fé. Sem dúvidas, é minha fé move minha vida e está nos planos para o próximo e todos os anos”, declarou. 

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Angela Bismarchi também é uma das famosas
insatisfeitas com situações políticas durante o ano: “Quanto aos pontos negativos, o estado deplorável ao que chegou a nossa nação pelos desgovernos das instituições que deveriam nos proteger. Devemos orar muito pelo Brasil e logicamente pelos nossos dirigentes. Nosso país é abençoado e muito forte. Vamos vencer”.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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