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Política

Família isolada recebe comida de refugiados que ajudou no passado

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Em meio à pandemia de coronavírus, gesto de solidariedade viralizou no Twitter. “Tão gentil… e estou tão agradecida”, agradeceu mulher em post

 

A canadense Robin Stevenson e seus familiares apadrinharam uma família de refugiados que foram para o Canadá em 2016. Recentemente, depois de precisarem se isolar devido à pandemia de coronavírus, eles foram surpreendidos com um gesto de amor: os refugiados fizeram compras de comida e deixaram na varanda da família, como um presente surpresa.

O relato de Stevenson foi compartilhado por ela em seu perfil no Twitter e viralizou. “Hoje, sabendo que estamos nos isolando, eles trouxeram sacos de comida para minha varanda da frente. Feijão, tâmaras, macarrão, lentilha, tahine, legumes, carne e doces para o meu filho. Tão gentil… e estou tão agradecida”, diz o post.

O forte vínculo entre as famílias ainda é tão presente, que os refugiados fizeram compras para os pais de Robin, que têm mais de 80 anos, moram na mesma rua que a filha e também não podem sair de casa. “Tão grata por esses amigos queridos e generosos”, disse ela.

“Eu queria compartilhar isso porque foi muito bonito, mas também porque quero que as pessoas entendam o quanto os refugiados fazem pelas comunidades em que se instalam”, continuou Robin na rede social.

Veja o post:

Robin Stevenson@robin_stevenson

Back in 2016 we sponsored a refugee family to come to Canada. Today, knowing that we’re self-isolating because of travel, they brought bags of food to my front porch. Beans, dates, noodles, lentils, tahini, veggies, meat, and candy for my kid. So kind… and I’m so grateful♥️😭🇨🇦

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Mato Grosso

A cada três dias, um veículo é incendiado por falta de manutenção na rodovia 163

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Um incêndio a veículo é registrado a cada três dias, em média, na BR-163/MT, colocando em risco a segurança de quem trafega pela rodovia e prejudicando o meio ambiente. A situação poderia ser evitada com a realização da manutenção preventiva antes de seguir viagem. Desde o início do funcionamento dos serviços operacionais da Rota do Oeste, em setembro de 2014, as equipes atenderam mais de 800 ocorrências desta natureza, 52 delas somente este ano, de 1º de janeiro a maio.

Com a aproximação do período de estiagem em Mato Grosso e o consequente aumento no número de queimadas no estado, o gerente de Operações da Concessionária, Wilson Ferreira, chama a atenção para a situação e reforça aos motoristas a importância da manutenção veicular, especialmente quando for percorrer longas distâncias.

“A incidência de registros não é irrisória e chama a atenção a exposição ao perigo, tanto do motorista quanto de terceiros. Como estamos no período mais seco do ano, devemos ficar mais atentos, pois a vegetação fica mais seca e a umidade do ar muito baixa, o que pode agravar a situação em um caso de incêndio a veículos às margens da rodovia, especialmente com as características da BR-163, que conta com vegetação intensa”, explica.

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Na maioria dos casos, as chamas nos veículos são provocadas por curto circuito e problemas na parte elétrica. Situações que poderiam ser sanadas em uma revisão veicular de rotina ou antes de seguir viagem. Ferreira alerta ainda sobre a importância de os motoristas recorrerem a empresas que oferecem serviço especializado e de qualidade para evitar transtornos.

“A instalação de equipamentos e acessórios adicionais também podem resultar em sobrecarga do sistema elétrico e iniciar um incêndio. Por isso, a orientação é sempre procurar um profissional de confiança para evitar um problema maior, como ficar parado na rodovia ou mesmo correr o risco de ter o veículo danificado pelas chamas”, orienta.

Atendimentos – Se durante a viagem pela BR-163 o motorista perceber fumaça no motor do veículo, a recomendação é estacionar em local seguro, se afastar do veículo e acionar as equipes da Rota do Oeste para adotar as providências cabíveis. Os serviços da Concessionária podem ser solicitados por meio do 0800 065 0163, nas bases de atendimento ao usuário ou nas praças de pedágio.

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A empresa dispõe de viaturas de inspeção, caminhões pipa e unidades de atendimento médico ao longo dos 850,9 quilômetros sob concessão. Os serviços prestados são custeados pelo valor arrecadado nas praças de pedágio, sem qualquer cobrança adicional ao motorista.

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