conecte-se conosco


Entretenimento

Fabiana se vinga de Agno e conta para Cássia que ele é gay em “A Dona do Pedaço”

Publicado

Fabiana (Natalia Dill) não vai parar até conseguir tudo o que deseja em “A Dona do Pedaço”. Depois de ter comprado a fábrica de bolos e de ter proibido Maria da Paz (Juliana Paes) de usar o nome da empresa, a ex-noviça, desta vez, atingirá seu ex-sócio, Agno (Malvino Salvador), já que pediu ajuda à ele e o bonitão recusou.

Leia também: “A Dona do Pedaço”: Luta entre Rock e Paixão termina em pancadaria

Fabiana(Natalia Dill) e Agno (Malvino Salvador) arrow-options
Reprodução/TV Globo

Fabiana(Natalia Dill) e Agno (Malvino Salvador)


A falsiane de ” A Dona do Pedaço ” encontrará Cássia (Mel Maia) e a menina pensará que a morena é a namorada do pai. “Ele não quer me contar quem ele tá namorando. Mas eu já saquei! É você! Só não sei por que fazem segredinho”, dirá.

Leia também: Vivi e Chiclete se beijam em “A Dona do Pedaço”

Então, Fabiana levará  a menina para o apartamento de Agno, que ficará surpreso com a visita. Lá, ela revelará a verdade. “Cássia, eu não sou a namorada do seu pai. Estou longe de ser”, começará.

Leia mais:  Conheça Luiza e Maurílio, a dupla que fez Alcione se render ao sertanejo

Leia também: Fabiana proíbe Maria da Paz de usar nome da fábrica em “A Dona do Pedaço”

Nessa hora, Leandro (Guilherme Leicam) aparecerá e a jovem perguntará se ele mora com o pai. A nova dona da “Bolos da Paz” continuará. “É isso que você precisa saber, Cássia. Seu pai é gay”, dirá, deixando a menina chocada em ” A Dona do Pedaço “.

Comentários Facebook
publicidade

Entretenimento

A Voz do Brasil faz 85 anos

Publicado

O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

Leia mais:  Sem Mara Maravilha, “Fofocalizando” estreia novo cenário com Lívia no comando

Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Caetano Veloso e Daniela Mercury criticam governo em clipe e ganham deslikes

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana