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Agricultura

Extinção de grupos não trará prejuízos para ações de emergência fitossanitária, esclarece DSV

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ESCLARECIMENTOS SOBRE A EXTINÇÃO DOS GRUPOS NACIONAIS DE EMERGÊNCIA FITOSSANITÁRIA

A edição da Instrução Normativa nº 64, de 10 de dezembro de 2019 revogou as normas que instituíam planos de contingência para 5 pragas quarentenárias ausentes e os respectivos Grupos Nacionais de Emergência Fitossanitária. Esclarecemos que esses grupos tinham caráter explicitamente consultivo e sua extinção não trará prejuízos para a governança das ações de emergência fitossanitária. Destacamos que a revogação das normas foi motivada pelo Decreto nº 9759, de 11 de abril de 2019, que trata da extinção de “colegiados” da administração pública.

As competências regimentais do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas – DSV/SDA já contemplam as ações prevenção e de contingência necessárias para atender casos de suspeita de pragas quarentenárias ausentes. Além disso, a  Portaria SDA nº 131, de 27 de junho de 2019 instituiu o Programa Nacional de Prevenção e Vigilância de Pragas Quarentenárias Ausentes – PNPV-PQA, a ser coordenado pelo DSV, com objetivo de evitar o ingresso de pragas quarentenárias ausentes – PQA no território nacional, manter um sistema de vigilância para detecção e identificação de PQA em áreas de risco e aplicar medidas de mitigação de risco nos casos de suspeita de entrada de uma PQA. Esta portaria prevê, ainda, a criação de um Plano Nacional de Prevenção e Vigilância para cada uma das PQA priorizadas pelo MAPA. 

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As normativas que instituirão estes Planos Nacionais de Prevenção e Vigilância serão submetidas a consulta pública para comentários dos setores envolvidos. 

O DSV coordena em sua rotina de trabalho ações de prevenção e levantamento de PQA, executados nas áreas de produção em todas as unidades da federação pelas Superintendências Federais de Agricultura e pelos Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Vegetal, e promove ações de capacitação para implementação dos planos de contingências para casos de suspeita de pragas.

 

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Agricultura

Enchente em SP eleva preços na Central de Abastecimento de Cuiabá

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A enchente da semana passada que atingiu a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), causando prejuízo estimado de R$ 24 milhões na maior central atacadista da América Latina, também trouxe impactos negativos a Cuiabá e região. Os preços de verduras e legumes registraram aumento superior a 35%, na Central de Abastecimento de Cuiabá, em apenas uma semana.

Segundo o técnico da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Luiz Henrique Carvalho, como boa parte da reposição dos produtos hortifrutigranjeiros em Cuiabá vem da Ceagesp, o impacto da chuva por lá aumentou o preço dos produtos aqui. “Como compramos muitos produtos que vem de São Paulo, qualquer problema que lá ocorra, nos atinge aqui. A Ceagesp abriga 30% de tudo que comercializado em centrais de abastecimento de todo o país, e, portanto, qualquer impacto negativo lá, irá atingir não somente a Cuiabá, mas praticamente em todo o país”, comenta Carvalho. O engenheiro agrônomo explica que com a oferta reduzida e a demanda em alta, os preços dos produtos acabaram sendo elevados.

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Segundo levantamento de preços realizado pela Seaf, os itens com alta significativa nos preços são: abobrinha, berinjela, chuchu, jiló, pimenta de cheiro, vagem e a cenoura. O jiló, a pimenta-de-cheiro e a berinjela subiram 40%. A cenoura e o chuchu 50%, a vagem 33%, e a abobrinha 27%.

Há sete dias a cenoura e o chuchu eram vendidos a R$ 40 a caixa com 22kg. Hoje essa mesma quantidade vale R$ 60. O jiló e a pimenta-de-cheiro custavam R$ 50 a caixa com 15kg e 8kg, respectivamente. Passados sete dias subiram para R$ 70. Já caixa com 12 kg de berinjela tinha o valor de R$ 25, e nesta semana passou para R$ 35.  A vagem saltou de R$ 60 para R$ 80 a caixa com 12kg, e a abobrinha de R$ 40 para R$ 50 a caixa com 19kg.

Com a normalização do funcionamento da Ceagesp, que ficou dois dias fechada para o serviço de limpeza, a estimativa é pela normalização do preço dos hortifruti em Cuiabá na próxima semana.

Cotação

A cotação de preços dos 69 principais itens produzidos pela agricultura familiar é realizada semanalmente, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

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