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Cultura

Excesso de chuva causa prejuízo de 50% na produção de hortaliças em MT, dizem produtores

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A chuva em excesso já causou prejuízo de 50% na produção de hortaliças em fevereiro, segundo produtores. Com a falta do produto, os horticultores precisam comprar de outros produtores para atender a demanda.

O horticultor Gilberto dos Santos Silva, que tem uma plantação de hortaliças em Tangará da Serra, no oeste do estado, afirmou que precisou reduzir o plantio para não ter mais prejuízos.

“A gente acaba deixando de plantar, porque a produção é bem menor. Quase não choveu no mês de janeiro, mas em fevereiro está chovendo um pouco mais e está prejudicando quem está produzindo folhas”, ressaltou.

Um dos plantios prejudicados, segundo Gilberto, é o da alface. Para conseguir atender os clientes, ele compra de produtores que têm estufa e revende.

“Sai muito mais caro, porque a nossa margem, quando você pega fora, ela é praticamente zero. Fazemos mesmo só para atender os clientes”, explicou.

Também há horticultor que não tem condições de comprar produtos de terceiros e usa outras alternativas para se manter no mercado.

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“Quando já está programado essa chuva no começo do ano, se dedicamos mais no tempo das águas em legumes. Para poder ter uma saída, uma válvula de escape, porque a folha fica muito escassa, pois vem a doença, a chuva, e a gente não consegue produzir nas águas”, disse o horticultor Adeval da Conceição.

A produtora Telma Madalena da Paz cultiva hortaliças há oito anos em Barra do Bugres, a 169 km de Cuiabá, disse que está preocupada porque todo o investimento feito no plantio de alface não vai dar retorno.

Sem a renda, ela afirmou que não tem ideia de como vai pagar o fornecedor e lamentou a situação.

Com a baixa produção de folhas nas lavouras, a tendência é que o preço no mercado aumente, além de criar uma grande disputa entre os consumidores.

“Chega um momento que você chega na feira, se o nosso cliente não chegar bem cedo, ele não vai conseguir comprar o alface”, disse Gilberto.

A esperança, segundo os produtores, é que a chuva diminua nos próximos meses.

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Cultura

Estado rompe contrato polêmico com orquestra de ex-secretário maestro; R$ 1,6 Milhão por ano.

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A Secretaria de Estado de Cultura (SEC) rompeu o contrato mantido com a Orquestra do Estado de Mato Grosso. Os valores repassados à orquestra, em torno de R$ 1,6 milhão ao ano, foram questionados durante toda gestão Pedro Taques (PSDB) por destoarem daqueles investidos em outros grupos culturais. A SEC entendia a orquestra como um equipamento de cultura, similar ao Cine Teatro Cuiabá, tendo assinado o contrato em 08 de setembro de 2014.

O rompimento do contrato consta no Diário Oficial, que circulou na última terça-feira (13) e é assinado pelo secretário Gilberto Nasser e pelo presidente da associação, Paulo Cesar Santos Rühling.

Nasser assumiu a SEC em abril deste ano depois de uma rápida passagem do Kleber Lima pela pasta. Antes disso, o maestro Leandro Carvalho, fundador e principal regente da OEMT, foi secretário entre janeiro de 2015 e dezembro de 2017.

O contrato polêmico

Em abril deste ano, o Ministério Público Estadual (MPE) pediu a suspensão do contrato do Governo com a orquestra do Estado de Mato Grosso. O nome, aliás, que remete a algo público, não tem nada de público. A orquestra é privada e o maestro Leandro Carvalho, ex-secretário de Cultura de MT, é um dos diretores.

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Enquanto secretário, Carvalho deixou a direção da orquestra, mas, segundo o MP, foi uma ação de fachada, para permitir os repasses do Estado.

 denunciou o esquema antes de o secretário deixar a pasta. Dados do Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças do Estado (Fiplan) mostram que o então secretário realizou os dois repasses nos dias 6 e 13 de dezembro passado poucos dias antes de deixar o comando da pasta, que comandou até o dia 22 de dezembro (veja aqui a denúncia).

Por: RepórterMT

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