conecte-se conosco


Cidades

Ex-funcionários da Verde Transportes fazem protesto e cobram pagamento de rescisões

Publicado

Ex-funcionários do grupo Verde Transportes protestaram em Cuiabá, Sinop e Barra do Garças nesta sexta-feira (24) contra a empresa por suspensão no pagamento de verbas rescisórias.

Em recuperação judicial com dívida de R$ 43,8 milhões, a prestadora do serviço de transporte rodoviário de passageiros interrompeu os pagamentos de parcelas devidas a 175 funcionários.

O grupo de trabalhadores foi desligado em outubro e no dia 5 de dezembro de 2019, a recuperação judicial da Verde Transportes foi deferida pela juíza Anglizey Solivan de Oliveira, da 1ª Vara Cível de Recuperação Judicial e Falência de Cuiabá.

Em fase inicial do processo de recuperação, o grupo ainda não realizou a Assembleia Geral de Credores e não apresentou o Plano de Recuperação Judicial, que deve ser apresentado até 5 de fevereiro, dentro do prazo de 60 dias contados a partir do deferimento do pedido, conforme prevê a Lei de Recuperação Judicial e Falência (Lei 11.101/2005), lembra Dobson Vicentini, sócio da Valor Administração Judicial, designada administradora judicial do processo do Grupo Verde Transportes.

Leia mais:  Conselho de Ética arquiva representação contra Carla Zambelli

Atualmente, o grupo presta o serviço apenas por meio da empresa Áries Transportes, que atende o norte mato-grossense, com rota nos municípios de Alta Floresta, Sinop e Guarantã do Norte.

A empresa perdeu a concessão de outros trechos onde atendia com as empresas Verde Transportes, Transjão, Eldorado, Barratur e Sol Nascente.

De acordo com Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager/MT) o Grupo Verde Transportes ainda presta o serviço por meio de concessão federal. Diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Cuiabá e Região (Sintrobac), Ledevino da Conceição, diz que 70% dos colaboradores do Grupo Verde Transportes foram demitidos e cerca de 40 funcionários continuam ligados.

“A empresa parcelou os débitos das rescisões dos contratos com os trabalhadores. Pagaram duas parcelas, em novembro e dezembro. Aí a empresa entrou em recuperação judicial e suspendeu o acordo (com os agora não prestaram esclarecimentos aos trabalhadores”.

Outro lado

Em nota enviada à reportagem, o Grupo Verde Transportes justifica que pleiteou a recuperação judicial visando superar a crise econômico-financeira que enfrenta, para retomar a continuidade do serviço de transporte de passageiros em Mato Grosso e a manutenção de empregos. Afirma que a crise é consequência da recomposição tarifária inadequada pela Ager nas rotas por ela fiscalizadas. Ao Sintrobac, o Grupo Verde Transportes esclarece que os referidos créditos trabalhistas estão sujeitos ao processo de recuperação judicial. A lei preconiza que todos os créditos existentes na data do pedido, ainda que não vencidos, bem como o pagamento de qualquer valor fora dos mecanismos previstos em lei caracteriza crime.

 

Complementa que os salários dos colaboradores estão sendo pagos em dia. No que tange às rescisões realizadas após a

propositura da recuperação, não há impedimento legal para o devido pagamento das verbas rescisórias dos trabalhadores.

Por: gazetadigital

Leia mais:  1ª dama lidera ação beneficente de Páscoa nas unidades do Siminina

Comentários Facebook
publicidade

Cidades

Artesanato na Praça fortalece rede de mulheres e garante geração de renda

Publicado

por

Davi Valle

Variedade em tapetes, crochês, doces e pratos típicos levaram o colorido do artesanato à Praça Ipiranga, nesta sexta-feira (14). O encontro faz parte do calendário do projeto Artesanato na Praça, que vem acontecendo pelos principais pontos da Capital e reúne dezenas de artesãs.

A proposta conta com apoio da Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico e traz visibilidade ao trabalho das profissionais, ampliando a saída de produtos, expostos em um local com alto fluxo de pessoas ao longo do dia.

De acordo com a titular da Pasta, Débora Marques, o projeto foi retomado em setembro de 2019, para intensificar as ações voltadas ao setor. “É muito importante tanto para os profissionais, quanto para os consumidores, que possamos fortalecer um trabalho da nossa terra, que represente nossa cultura.”

Ela reforça que a garantia do espaço contribui para a geração de emprego e renda, especialmente em períodos de crise econômica, quando os números do trabalho formal despencam e essa se torna a única fonte de recursos para muitos cidadãos.

Leia mais:  1ª dama lidera ação beneficente de Páscoa nas unidades do Siminina

Para a fundadora do grupo de artesãs, Jacy Proença, é importante destacar ainda a função social do trabalho, que confere autonomia às muitas mulheres, ao mesmo tempo que se apresenta como solução para complementar o orçamento familiar em diversos lares.

“Sabemos que no Brasil é alto o índice de mulheres presas a relacionamentos abusivos por falta de independência financeira. Então, por meio desta ação, nós conseguimos fortalecer o papel da mulher na sociedade, mostrar que ela é capaz”, finaliza.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá
Comentários Facebook
Continue lendo

Deixe sua Opinião

Como você define o governo de Mauro Mendes, até agora ?

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana