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Ex-BBB Antônio Rafaski registra filha e promete “ser pai presente”

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Nesta terça-feira (30), o ex-BBB Antônio Rafaski publicou uma foto ao lado de sua filha, Cecília, em sua conta do Instagram
. Utilizando a ferramenta stories, a imagem pôde ser vista por seus admiradores apenas durante 24 horas, mas para o pai o momento pode ter sido inesquecível.

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Ex-BBB Antônio Rafaski registra filha e posa para foto
Divulgação

Ex-BBB Antônio Rafaski registra filha e posa para foto

 Após protagonizar a polêmica com a universitária, de 24 anos, Luiza Araújo
, o ex-BBB Antônio Rafaski
havia se comprometido em voltar a sua cidade natal, Vila Velha, no Espírito Santo, para acertar os detalhes com a mãe de sua filha, que à época havia ido às redes sociais e à Justiça para reivindicar que o pai registrasse a criança.

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Ex-BBB Antônio Rafaski com a filha
Divulgação

Ex-BBB Antônio Rafaski com a filha

Em comunicado enviado ao  iG Gente
nesta quarta-feira (31), a assessoria do rapaz comenta que os problemas com o registro de Cecília, fruto de um relacionamento casual, foram resolvidos: “Cecília foi registrada, e todos os assuntos pendentes resolvidos”.

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Determinada a ir até os tribunais para que o ex-integrante do reality show da Globo
reconhecesse a paternidade, o anúncio ainda esclarece que Luiza e Antonio chegaram a um acordo: “Os dois conversaram, se entenderam e chegaram a conclusão que houve falha de ambas as partes”.

 Aparentemente engajado no novo papel de sua vida, a assessoria ainda ressaltou que Antônio não apenas registrou a criança, “como assumiu o compromisso moral de ser um pai presente”.

Entenda o caso do ex-BBB Antônio Rafaski


Ex-BBB Antônio Rafaski é acusado de não registrar filha
Divulgação

Ex-BBB Antônio Rafaski é acusado de não registrar filha

Até a última terça-feira (23) o modelo ainda não conhecia a filha e era acusado de fortes críticas da estudante Luiza Araújo. Em entrevista ao iG Gente
ela revelou que o ex-BBB sabia da gravidez desde o quarto mês e que foi pouco presente durante a gestação.

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Com a repercussão no Instagram, o ex-BBB Antônio Rafaski
se posicionou por meio de sua assessoria, explicando que não pôde comparecer ao registro de sua filha por compromissos comerciais. Antes da publicação desta matéria, a reportagem tentou um novo contato com Luiza, mas não obteve sucesso. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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