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ETANOL/CEPEA: Indicador diário do etanol hidratado completa 10 anos

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Cepea, 24/01/2020 – O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, com júbilo, comemora neste ano o 10º aniversário de divulgação do Indicador Diário do Etanol Hidratado ESALQ/BM&FBovespa, posto Paulínia (SP). São quase 2,5 mil dias de divulgações ininterruptas desde o início da sua publicação, em 25 de janeiro de 2010. O Indicador diário do hidratado foi criado pelo Cepea em parceria com a B3 (antiga BM&FBovespa) e é utilizado para liquidação futura de contratos negociados na Bolsa.

 

O início do Indicador diário de preços se deu com as publicações mensais (divulgadas pelo Centro de Pesquisas há 22 anos) e semanais (disponibilizadas há 18 anos), ambos para o mercado paulista e divulgados de forma ininterrupta desde as respectivas constituições. Atualmente, o acompanhamento do mercado de etanol é realizado pelo Cepea nos principais estados brasileiros que têm representatividade na produção desse biocombustível. 

 

Segundo a professora da Esalq/USP e pesquisadora do Cepea Mirian Bacchi, “temos a convicção de que o Cepea contribuiu e continua contribuindo para o desenvolvimento desse importante segmento do agronegócio brasileiro, fornecendo informações de mercado que reduzem a assimetria, auxiliam na organização e na prática eficiente do processo de comercialização, permitem o desenvolvimento de mecanismos de mercado que potencialmente proporcionam menores riscos de preço e reduzem os custos de transação”. Além dos preços, o Cepea também levanta volumes negociados nas usinas, informações que fundamentam análises e que auxiliam na elaboração de políticas públicas e setoriais.

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Ao mesmo tempo, comemorar os 10 anos do Indicador só foi possível porque, desde seu início, os agentes atuantes no mercado sucroalcooleiro se predispuseram a fornecer dados ao Cepea, reconhecendo a importância para eles próprios da informação elaborada com base em métodos cientificamente recomendados. 

 

METODOLOGIA – O Indicador Diário do Etanol Hidratado ESALQ/BM&FBovespa, posto Paulínia (SP), é elaborado a partir da consulta a compradores, vendedores e intermediários de negócios. O Indicador representa o preço do biocombustível posto em base de distribuidora no município de Paulínia (SP) de negócios efetivos. Os valores considerados neste Indicador podem se referir a compras realizadas em diferentes estados do Centro-Sul com destino especificamente à base de distribuição em Paulínia ou em regiões de sua influência, sendo consideradas as seguintes: Guarulhos, Barueri, Santo André, São Caetano do Sul, São José dos Campos, Cubatão, Ipiranga e São Paulo.

Todos os valores captados pela equipe Cepea são uniformizados para a condição posto Paulínia. Em alguns casos, os dados relatados já incluem o frete até a base de referência (Paulínia). Naqueles em que o valor informado for Posto Veículo Usina (PVU, ou seja, a retirar na usina), o frete será estimado até Paulínia, mesmo nos casos em que o destino efetivo seja uma das bases de influência mencionadas.

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O Indicador do Etanol Hidratado Posto Paulínia (SP) ESALQ/BM&FBOVESPA é divulgado diariamente nos sites do Cepea e da B3.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de etanol aqui e por meio da Comunicação do Cepea: 19-3429-8836 /8837 e [email protected] 

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Sobe lista de produtos com o desconto de agricultura familiar

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A lista com os bônus do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) deste mês elegeu apenas oito produtos com direito ao valor de desconto nas operações e parcelas de crédito rural. O cálculo dos valores é feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e tem validade até o dia 9 de maio. Nesta edição, os produtos que entraram na lista de bônus foram o maracujá, dos estados de Minas Gerais e Ceará, e a raiz de mandioca, de Pernambuco.


Entre os demais produtos, os que mais permitirão aos agricultores o recebimento da ajuda do governo federal são a cebola produzida no Rio Grande do Sul (45,21%), assim como o mel de abelha do Paraná (38,30%), a mandioca de Alagoas (33,45%) e a castanha-de-caju do Piauí (24,26%).

 

De maneira geral, houve uma elevação nos preços de mercado pagos aos produtores em todo o Brasil, o que reduziu a necessidade de uma lista maior de contemplados com o auxílio do PGPAF. Desta forma, recebem o bônus apenas os itens que seguem com dificuldades na comercialização, como a cebola gaúcha, que pela segunda vez este ano recebe o maior percentual.

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Os demais integrantes são banana, de Alagoas, o feijão caupi, do Pará, e a manga, da Bahia. Ficaram de fora da lista nesta edição a banana, da Paraíba, a castanha-de-caju, do Maranhão, o feijão caupi, do Tocantins e Maranhão, a manga, do Rio de Janeiro, o mel de abelha, do Rio Grande do Norte, a pimenta do reino, da Bahia, e a raiz de mandioca, do Pará.

O bônus do PGPAF é concedido quando o valor de mercado de algum dos produtos do programa fica abaixo do preço de referência, permitindo ao produtor utilizar o valor como desconto no pagamento ou amortização nas parcelas de financiamento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Para saber detalhes, clique aqui e acesse a lista completa na portaria publicada no Diário Oficial.

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