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Mato Grosso

Estudantes e professores de escola estadual visitam aldeia para conhecer etnia Bororo

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Alunos e professores da Escola Estadual Elizabeth de Freitas Magalhães, em Rondonópolis (212 quilômetros ao sul de Cuiabá), celebraram o Dia do Índio de uma forma diferente. Sessenta estudantes do ensino médio e educação de jovens e adultos (EJA), acompanhados de 25 professores, visitaram nesta quarta-feira (17.04) a aldeia Tadarimana da etnia Bororo e passaram o dia realizando  diversas atividades.

Segundo o coordenador pedagógico Rodrigo Lemes, desde a chegada na aldeia, os alunos e professores participaram das festividades iniciada com as boas-vindas, por meio da dança de festa conhecida como “tóro”. Durante a tarde, as festividades incluíram danças e conhecimentos da etnia Bororo.

“Tivemos uma aula sobre os índios da etnia Bororo. Num dos grandes momentos de nossa aula de campo, o cacique e um representante indígena responderam a todas as perguntas dos alunos. Eles tiveram a oportunidade de tirar dúvidas sobre vários assuntos, como religião, alimentação, aposentadoria e outros”, destaca.

A professora de história Márcia Salgueiro classificou a visita como muito proveitosa. “Não só para os professores como também para os alunos”, ressaltou.

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Ela acrescenta que o bate-papo com o cacique foi enriquecedor, pois abriu as portas do local. “O maior momento foi quando os alunos puderam fazer as perguntas e todas foram respondidas. As danças também desmistificaram a imagem que tínhamos dos indígenas”, explica.

Para a professora, a visita à aldeia foi uma forma de, tanto os alunos como os professores, conhecerem melhor a cultura dos Bororo e trazer de lá uma imagem menos preconceituosa para os demais alunos.

O professor de sociologia André Brandão concorda. Ele explica que, apesar da Escola Elizabeth receber alunos Bororo há bastante tempo, levar os estudantes não indígenas até a aldeia foi uma experiência enriquecedora. A Escola tem 62 alunos da etnia Bororó, matriculados nos três períodos, que utilizam o transporte escolar para o deslocamento de cerca de 60 quilômetros diários.

“Foi um passo extremamente importante para superarmos a visão folclorizada que ainda se tem dos povos indígenas. O aprendizado se tornou mais efetivo quando mergulhamos em uma realidade local que nem sempre é abordada nos livros didáticos, as falas dos Bororos sobre sua organização social, suas perspectivas e seus desafios atuais nos fazem refletir sobre mais ações de integração que vão para além da Semana do dia 19 de Abril”, ressaltou.

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Fonte: GOV MT
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Sema apreende 108 kg de peixes e apetrechos proibidos em Porto Alegre do Norte e Confresa

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A equipe de fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) apreendeu 108 quilos de pescado e diversos apetrechos de pesca predatória nos municípios de Porto Alegre do Norte e Confresa. A Operação foi realizada na quinta-feira (17.10) pela equipe de Fiscalização de Fauna da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e pela Diretoria de Unidade Descentralizada de Confresa, em parceria com a Policia Militar.

As espécies apreendidas são pirarucu, tucunaré, matrinxã, piranha, corvina, piau e tabatinga. Além dos peixes foram recolhidas três redes de captura de pirarucu, oito redes de pesca de diversos tamanhos e diversas malhas, uma tarrafa, cinco espinheis, 60 boias e 02 freezers.

Os fiscais aplicaram multas no valor total de R$ 6,1 mil. Os peixes foram doados a instituições filantrópicas de Porto Alegre do Norte e de Confresa.

Piracema

O período de defeso da piracema no Estado de Mato Grosso iniciou no dia 1º de outubro e segue até dia 31 de janeiro de 2020. A proibição à pesca, tanto amadora como profissional, abrange os rios das Bacias Hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins.

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Neste período é permitida apena a pesca de subsistência, desembarcada, que é aquela praticada artesanalmente por populações ribeirinhas ou tradicionais para garantir a alimentação familiar, sem fins comerciais.

Para os ribeirinhos é permitida a cota diária de três quilos e um exemplar de qualquer peso por pescador, respeitando os tamanhos mínimos de captura, estabelecidos pela legislação para cada espécie. O transporte e comercialização proveniente da pesca de subsistência também fica proibido.

Denúncias

O cidadão pode denunciar a pesca depredatória e outros crimes ambientais à Ouvidoria Setorial da Sema: 0800-65-3838 ou via WhatsApp no (65) 99281-4144. Outros telefones para informações e denúncias: (65) 3613-7394 (Setor Pesca), nas unidades regionais da Sema ou aplicativo MT Cidadão.

Fonte: GOV MT
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