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Política

Estudante de Primavera do Leste é reconhecido com Moção de Aplausos

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Na sessão desta quarta-feira (13), o deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), Nininho, apresentou um requerimento de Moção de Aplausos ao estudante Leandro José Gonçalves, 17 anos, do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), que recentemente representou Mato Grosso no Programa ‘Jovens Embaixadores’, por meio da Missão Diplomática nos Estados Unidos (EUA).

Segundo Leandro que participou de um processo seletivo com um trabalho baseado na Desigualdade Habitacional, a escolha foi uma surpresa. “Para mim foi uma honra participar dessa experiência. E quando tomamos conhecimento da situação do nosso município os estudos ganharam mais proporção”, explicou o estudante.

Trabalho – No ano de 2017 foi sancionada a Lei 10.500, que contemplou o bairro Vila Verde, que abriga 7 mil pessoas, na mesma Lei foram incluídos 35 municípios. O bairro Vila Verde que possui a dimensão de aproximadamente 8 mil hectares, dentro de Novo São Joaquim e Poxoréu, passou a fazer parte de Primavera do Leste, porém, a Lei foi revogada por duas vezes.

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Para o estudante a Lei é uma solução para os problemas do bairro, que, agora, está dentro do perímetro de Primavera do Leste. “O tema escolhido é uma realidade para o bairro Vale Verde, a situação está bem próxima da gente, a região está cada vez mais carente, por conta dessa questão de pertencer ou não a Primavera do Leste. A gente acabou usando a nossa pesquisa em prol da população para que o poder público veja realmente a situação e possa ajudar, porque é um problema muito grave a região não ter recursos essenciais”, ratificou Leandro. 

Leandro lembra que as pesquisas começaram com um grupo de colegas em um seminário de sala de aula. “Quero agradecer meus colegas, e especialmente meu professor que nos incentivou a continuar os estudos”, lembrou o estudante.

O deputado Nininho parabenizou o jovem estudante, e ressaltou a importância da Lei voltar a ter efeito. “A situação do bairro Vale Verde é apenas um dos problemas que podemos resolver com a Lei sancionada, e que atualmente encontra-se suspensa por questões políticas. Temos que nos atentar para a importância dos trabalhos concluídos pela Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades, porque essa é uma questão que envolve a solução de problemas básicos a exemplo da educação, saúde pública e infraestrutura”, ressaltou Nininho.
 

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Cultura

Excesso de chuva causa prejuízo de 50% na produção de hortaliças em MT, dizem produtores

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A chuva em excesso já causou prejuízo de 50% na produção de hortaliças em fevereiro, segundo produtores. Com a falta do produto, os horticultores precisam comprar de outros produtores para atender a demanda.

O horticultor Gilberto dos Santos Silva, que tem uma plantação de hortaliças em Tangará da Serra, no oeste do estado, afirmou que precisou reduzir o plantio para não ter mais prejuízos.

“A gente acaba deixando de plantar, porque a produção é bem menor. Quase não choveu no mês de janeiro, mas em fevereiro está chovendo um pouco mais e está prejudicando quem está produzindo folhas”, ressaltou.

Um dos plantios prejudicados, segundo Gilberto, é o da alface. Para conseguir atender os clientes, ele compra de produtores que têm estufa e revende.

“Sai muito mais caro, porque a nossa margem, quando você pega fora, ela é praticamente zero. Fazemos mesmo só para atender os clientes”, explicou.

Também há horticultor que não tem condições de comprar produtos de terceiros e usa outras alternativas para se manter no mercado.

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“Quando já está programado essa chuva no começo do ano, se dedicamos mais no tempo das águas em legumes. Para poder ter uma saída, uma válvula de escape, porque a folha fica muito escassa, pois vem a doença, a chuva, e a gente não consegue produzir nas águas”, disse o horticultor Adeval da Conceição.

A produtora Telma Madalena da Paz cultiva hortaliças há oito anos em Barra do Bugres, a 169 km de Cuiabá, disse que está preocupada porque todo o investimento feito no plantio de alface não vai dar retorno.

Sem a renda, ela afirmou que não tem ideia de como vai pagar o fornecedor e lamentou a situação.

Com a baixa produção de folhas nas lavouras, a tendência é que o preço no mercado aumente, além de criar uma grande disputa entre os consumidores.

“Chega um momento que você chega na feira, se o nosso cliente não chegar bem cedo, ele não vai conseguir comprar o alface”, disse Gilberto.

A esperança, segundo os produtores, é que a chuva diminua nos próximos meses.

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