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Estilingue sendo reconhecido como modalidade desportiva em Mato Grosso

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Por:Silvana Pompeu

Brincadeira de criança que hoje se tornou coisa séria, um esporte que tem até Confederação e Campeonato Mundial. E quem nunca brincou com isso, vai poder brincar e praticar a partir de hoje mesmo. É atiradeira, estilingue ou na região de Cuiabá conhecida como funda.

Estilingue é igual a bicicleta, aprendeu não esquece nunca mais, um jogador contra o outro, cinco chances para cada um, vence quem acertar mais vezes o alvo, é um esporte como os outros, precisa de muito treino e ser apaixonado pelo estilingue.

O atleta para participar do campeonato tem que assinar e reconhecer firma em cartório, um prontuário fornecido pela Confederação Brasileira de Estilingue (C.B.E.), com sede no município de Chapada dos Guimarães-MT, preenchido com regras, entre elas:  não matar e nem maltratar animais, não retirar madeira (GANCHO) em Y da mata ciliar, apenas das árvores domésticas, como goiabeira ou jabuticabeira. A confecção do gancho em Y poderá ser de madeira retirada de manejo sustentável sobre cautela das leis ambiental, de alumínio, ferro, plástico reciclável e de sobra de madeira, desde que seja madeira que não afeta o meio ambiente, e não efetuar o disparo com estilingue em vias públicas, apenas em local seguro.

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Sobre a Lei 

Lei municipal 1629/2015 de 27 de março de 2015, que reconhece como atividade folclórica, esportiva, patrimônio cultural e imaterial no âmbito do município de Chapada dos Guimarães – MT, Brasil, para a prática do estilingue de forquilha e estilingue de dedeira, bodoque e boleadeira.

Betão Nascimento, presidente e idealizador da C.B.E. desenvolve projeto social com estilingue em Chapada dos Guimarães-MT. Destaca que, “o esporte não tem qualquer conotação com matança de animais, como alguns podem supor. Pela normativa da lei, cada pai é responsável direto pelos menores na prática desse esporte, por si muito saudável. Realizamos palestras instrutivas acerca da importância da preservação ambiental, o que implica diretamente em não ferir animais, além de protegê-los o máximo possível”.

Além de palestras a C.B.E. desenvolve projetos sociais como “Além da minha visão” que abrange os portadores de necessidades especiais, seja na área de mobilidade urbana ou mesmo visual e o projeto “No bico da caneta na ponta da mira”, jogos escolares no incentivo dos alunos terem melhores notas.

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Praticar esportes, não maltratando os animais, acertando no alvo e preservando a natureza, no Shopping Popular é possível, com diversos modelos de estilingues comercializados nas lojas especializadas em materiais de pesca, uma possibilidade de resgatar a cultura relacionada a prática do estilingue e ao ecologicamente correto.

O Shopping Popular está localizado na Av. Manoel José de Arruda, s/n – Dom Aquino, Cuiabá MT. Horário de funcionamento: 7h00 às 19h, de segunda a sábado e aos domingos das 7h às 13h.
Telefone: (65) 3624-8020
Estacionamento amplo para clientes em compras.

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Mais de 600 professores de MT se afastaram para tratar depressão e síndrome do pânico em 2018

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Um total de 2.022 professores se licenciaram para tratamento de saúde no ano passado e, destes, 667 estavam com depressão e pânico, segundo dados da Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag).

Apesar de alto, o índice houve redução de 17,5% das licenças, se comparado com 2017.

Transtornos mentais e comportamentais, como depressão, ansiedade e síndrome do pânico, são os que mais afetam os professores da educação básica, que representa 33% dos laudos.

No caso dessas patologias, o número de casos aumentou de 2015 para 2018. Em 2015, 29,8% se referiam a transtornos dessa natureza.

Os dados fazem parte do relatório de Absenteísmo por Doença Professores (2015-2018), levantado pela Coordenadoria de Perícia Médica da Secretaria de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag).

Esses dados se referem aos registros de Licença para Tratamento de Saúde (LTS) no Sistema Estadual de Administração de Pessoal (Seap). Constam licenças de mais de três dias, englobando todas as doenças.

No âmbito do ensino superior, o percentual de professores da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) afastados para tratamento de saúde caiu de 10,3%, em 2015 para 7,9%, em 2018.

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Entretanto, com relação aos transtornos mentais e de comportamento, segundo os dados, os professores do ensino superior são os que mais sofrem com esses dois tipos de doença. O percentual de docentes licenciados para tratamento subiu de 30,8% dos casos, em 2015, para 35,2%, em 2018.Não passam pela perícia médica os servidores com licença de até 3 dias. Dessa forma, não são contabilizados no relatório.De acordo com a psicóloga Fabiana Barbosa, uma das razões do estresse excessivo e das síndromes comuns entre professores, por exemplo, é o fato de precisar lidar com pessoas diferentes, com muitas particularidades.

A diretora de uma escola de pública de Cuiabá, que pediu para não se identificada informou que na unidade onde ela trabalha, três professores estiveram de licença para tratamento de saúde, em especial, para tratar transtornos mentais.

Ela explicou ainda que alguns profissionais foram reabsorvidos no organograma, na modalidade “desvio de função”.A diretora afirmou ainda que, a maior parte dos profissionais acometidos por essas doenças, são muito envolvidos com trabalho, professores que buscam inovar na metodologia de ensino e que, muitas vezes, são “vencidos” pelo celular, pela falta de atenção do aluno. Enfim, fatores que acabam desmotivando a diminuindo a autoestima do profissional.

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Na tentativa de reverter esse quadro dentro da educação pública e promover melhorias no ambiente de trabalho do servidor, a Seplag iniciou, em 2017, a implantação do Programa de Atenção à Saúde Mental.

A princípio, o projeto-piloto foi implantado nas secretarias estaduais de Planejamento e Gestão (Seplag), Segurança Pública (Sesp), Fazenda (Sefaz), Assistência Social e Cidadania (Setac) Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Controladoria Geral do Estado (CGE) e Polícia Judiciária Civil (PJC).

O programa tem o objetivo de identificar os fatores, dentro do ambiente de trabalho, que possam provocar mal estar e sofrimento aos servidores. Assim, é possível desenvolver ações preventivas que possibilitem a redução dos casos de afastamento de funcionários.

O programa é desenvolvido por uma equipe multiprofissional composta por psicólogo, assistente social e enfermeiro.

Por: G1

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