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Estados Unidos vivem onda de escândalos envolvendo celebridades

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Recentemente, diversas personalidades dos Estados Unidos têm atraído os holofotes, por meio de escândalos que chamam não só a atenção da mídia, como também das autoridades. Entre surtos e fraudes, os famosos norte-americanos roubaram a cena.

Famosos protagonizam escândalos nos Estados Unidos
Reprodução/Instagram

Famosos protagonizam escândalos nos Estados Unidos

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Surto

R Kelly em entrevista à CBS
Reprodução/CBS

R Kelly em entrevista à CBS

Um dos famosos que chamou atenção por causa de um escândalo foi o cantor R Kelly . Em fevereiro deste ano, Kelly foi acusado de 10 casos de abuso sexual por quatro mulheres, sendo que três delas tinham entre 13 e 16 anos na época dos supostos crimes. O cantor saiu da detenção após pagar 10% do valor da fiança estipulada em US$ 1 milhão.

Na última terça (6), o músico foi entrevistado pela CBS , e sua reação às perguntas sobre as acusações chamaram atenção. Ele perdeu as estribeiras com a jornalista: “Parem! Parem de brincar. Eu não fiz isso. Isso não sou eu. Estou lutando pela minha vida aqui. Vocês estão tentando me matar com essa porcaria. Trinta anos de carreira e vocês estão tentando me matar? Não é sobre música. Eu estou tentando ter uma relação com meus filhos. E eu não consigo. Vocês não querem acreditar na verdade”, o cantor se levantou, aos prantos.

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O cantor ainda falou sobre o documentário “Surviving R Kelly”, com depoimentos das supostas vítimas: “Se você assistir ao documentário, todo mundo diz algo ruim sobre mim. Ninguém disse nada bom. Elas estavam descrevendo Lucifer. Eu não sou Lucifer. Sou um homem. Eu cometo erros, mas não sou um demônio, e de jeito nenhum sou um monstro”, o cantor disparou, durante a entrevista em questão.

Suborno

Felicity Huffman e Lori Loughlin
Reprodução/Instagram

Felicity Huffman e Lori Loughlin

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As atrizes Felicity Huffman (“Desperate housewives” e “Transamérica”), e Lori Loughlin (“Três é Demais”) também protagonizaram um escândalo recente. As duas foram acusadas de comprar vagas universitárias para seus filhos.

Enquanto Felicity Huffman e seu marido, William H. Macy (“Fargo”), teriam pago US$ 15 mil para que a filha mais velha conquistasse vaga em uma das grandes universidades do país, Lori Loughlin e seu marido Mossimo Giannulli, foram acusados de pagar US$ 500 mil para que suas filhas integrassem a Universidade do Sul da Califórnia (USC).

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Agressão

Jussie Smollett
Reprodução/Instagram

Jussie Smollett

Jussie Smollett prestou queixa em 29 de janeiro por agressão, mas as autoridades dos Estados Unidos declararam que o ator pagou US$ 3.500 a dois homens para encenar o ataque. Smollett acabou demitido de “Empire” após o escândalo, e foi preso e liberado após pagar uma fiança de US$ 100 mil e entregar seu passaporte à polícia.

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Assim, Jussie integra o time de famosos protagonista de escândalos recentes. Na última segunda-feira (11), inclusive, o programa “Good Morning America” contou com a presença de Gloria Schmidt, advogada dos irmãos Ola e Abel Osundario, que supostamente foram contratados para atacar o ator. A advogada alegou que o cheque de US$ 3.500 apresentado pela polícia como prova de que Smollett pagou os irmãos na verdade foi usado para quitar uma dívida referente a serviços de personal training.

Fonte: IG Delas
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Animação para adultos, “Love, Death & Robots” radicaliza conceito seriado

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Revolucionária na forma, é uma animação para adultos antológica, e na estética, os 18 episódios têm entre 5 e 18 minutos, “Love, Death & Robots” é forte candidata a série do ano. Criada por David Fincher, que já colaborara com a Netflix nas séries “House of Cards” e “Mindhunters”, e Tim Miller, o diretor do primeiro “Deadpool”, a produção é um deleite visual e empolgante tematicamente.

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Cenas de Love, Death and Robots
Divulgação

Cenas de Love, Death and Robots

Todos os episódios dessa primeira temporada de “Love Death & Robots” , como entrega o nome, tratam de amor, morte e robôs. Uma comparação válida, ainda que pobre, é com “Black Mirror”, já que muitos dos episódios são chapados, lisérgicos e provocam surtos existenciais e reflexivos.

Há outros em que a viagem filosófica vai além da pertinência contemporânea. É o caso de “Zima Blue”, que flagra uma artista animatrônico – uma espécie de inteligência artificial que revolucionou o mundo das artes – que prepara o seu último grande trabalho. Trata-se de uma avaliação sobre o sentido da vida de tirar o fôlego, ainda que o episódio seja de dez minutos e fundamentalmente narrado em 1ª pessoa. É para se pensar em Kubrick!

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Há, ainda, a sátira política “When the Yogurt Took Over”, que mostra como fica o mundo depois que o Yogurt desenvolve inteligência e sana a dívida pública. Já em “Alternate Histories”, um computador imagina realidades alternativas a partir de seis tipos de mortes diferentes para Hitler. É impagável!

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Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots
Divulgação

Montagem com cenas dos episódios de Love, Death and Robots

Todos os episódios são dirigidos por diretores diferentes e de diversos cantos do globo, sempre com a supervisão de Tim Miller . A produção radicaliza a maneira de contar histórias seriadas e o faz com indefectível assombro estético.

Há a ficção científica casca-grossa como “Beyond the Aquila Rift”, que tem uma das melhores cenas de sexo da história da animação, e o inusitado drama de ação em que lobisomens são instrumentalizados pelos militares em “Shape-Shifters”.

Todos esses são episódios ressonantes, mas há aqueles que visam o mero entretenimento, ainda que com boas piadas, tramas ou personagens como no tenro “Three Robots”, sobre três robôs em excursão por uma Terra pós-desastre nuclear, ou no esperto “The Dumb”, sobre um sujeito que mora no lixão e recebe a visita da Prefeitura.

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O estilo da animação varia do mais rudimentar 2D ao mais avançado CGI, com direito a Performance Capture.

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“Love, Death & Robots” é um triunfo da Netflix por todos os ângulos que se observe. É uma produção criativamente voraz (a pulga não vai sair da sua cabeça após assistir ao 3º episódio denominado “The Witness”), sutil, elétrica, inteligente, divertida e essencialmente humana em suas divagações.


Love, Death and Robots
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Love, Death and Robots

Fonte: IG Delas
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