conecte-se conosco


Política

“Estado transfere má gestão ao bolso do contribuinte”, diz deputado

Publicado

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A falta de execução do planejamento de corte de despesas programado pelo Executivo levou o governador Mauro Mendes Ferreira (DEM) a aproveitar a exigência de convalidação dos incentivos fiscais pelo governo federal para propor aumento da carga tributária que entrará em vigência a partir de janeiro de 2020.

Essa é a avaliação do deputado estadual Wilson Santos (PSDB) feita em discurso durante a sessão ordinária realizada nessa quinta-feira (18), segundo a qual o governo do estado não conseguiu cumprir suas metas de contenção de despesas, o que está devidamente exposto nas primeiras contas do quadrimestre realizada pelo secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, no mês de junho em audiência na Assembleia Legislativa.

“Foram criados 45 cargos meramente políticos que levou a um gasto com pessoal mais alto do que na gestão do ex-governador Pedro Taques. Se em 2018 foram gastos R$ 3,4 bilhões, no primeiro quadrimestre deste ano o Estado gastou R$ 3,487 bilhões. Agora, com a frustação nas medidas de contenção de despesas, aumenta a carga tributária com a redução dos incentivos fiscais. É o transferindo ao contribuinte a responsabilidade pela má gestão ”, destacou.

Leia mais:  Fávero articula recursos para nova escola no Dom Aquino

O parlamentar avalia ainda que o percentual de economia foi irrisório, e agora o Estado implementa aumento da carga tributária mesmo que os registros oficiais apontem evidente aumento de arrecadação.

“Houve uma economia de apenas 0,5% comparado ao primeiro quadrimestre de 2018. Isso mostra que a reforma administrativa do Estado foi tímida. Apesar de necessária, não avançou como deveria e o resultado é insignificante para a melhoria das contas públicas. De acordo com dados da Secretaria de Fazenda, o Executivo arrecadou em excesso mais de R$ 1,4 bilhão nos primeiros quatro meses. Neste período, foi arrecadado com o FETHAB R$ 706 milhões. Nos primeiros quatro meses, o ICMS recebeu incremento de R$ 235 milhões ”, ressaltou.

O parlamentar ressaltou ainda que a reforma tributária proposta pelo governo do Estado pode ser totalmente alterada em razão das discussões em Brasília envolvendo a equipe econômica do governo federal com o Congresso Nacional para poôr fim a tributos como o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

“O presidente Jair Bolsonaro conseguiu emplacar a reforma da previdência e, sem dúvida, vai viabilizar a reforma tributária com reflexos em âmbito nacional”, concluiu.

Leia mais:  Dr. Gimenez pede implantação de base do Ciopaer em Porto Esperidião

Fonte: ALMT
Comentários Facebook
publicidade

Política

Israel enviará avião para ajudar no combate aos incêndios na Amazônia

Publicado

por

O governo de Israel enviará um avião para auxiliar as Forças Armadas brasileiras no combate aos incêndios na Floresta Amazônica. A informação foi dada hoje (25) pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) após reunião, no Palácio do Alvorada, com o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e o assessor para assuntos internacionais da Presidência da República, Filipe Martins. A reunião começou por volta das 15h e terminou agora há pouco.

Segundo postagem de Eduardo Bolsonaro em sua conta no Twitter, o envio da ajuda foi acertado após um telefonema entre o presidente brasileiro e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. 

“Em telefonema hoje entre o PR @jairbolsonaro e PM @netanyahu, o Brasil aceitou a ajuda oferecida por Israel de avião munido de equipamentos para apagar incêndios, que somará esforços na missão das Forças Armadas na Amazônia”, escreveu o deputado. Ainda segundo ele, o destino da aeronave israelense será definido pelas Forças Armadas brasileiras. 

Mais cedo, um despacho do presidente Jair Bolsonaro, publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), autorizou o emprego das Forças Armadas no combate aos incêndios florestais no Acre, Mato Grosso e Amazonas. Com isso, são sete os estados que solicitaram apoio federal nas operações, já que Roraima, Rondônia, Tocantins e Pará haviam feito o pedido desde a última sexta-feira (23), quando o presidente assinou o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) que permite a atuação dos militares da União. A medida vale para áreas de fronteira, terras indígenas, em unidades federais de conservação ambiental e outras áreas da Amazônia Legal.

Leia mais:  Deputado Nininho é eleito presidente da Comissão de Agropecuária

Incêndios criminosos

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro,também informou hoje que a Polícia Federal vai investigar integrantes de um grupo que teria planejado atear fogo em áreas de floresta entre os municípios de Altamira e Novo Progresso, sudoeste do Pará, no último dia 10 de agosto, data que chegou a ser batizada, por produtores rurais da região, como “dia do fogo”. O caso foi denunciado em uma reportagem da revista Globo Rural. 

Edição: Nélio de Andrade

Fonte: EBC Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Deixe sua Opinião

Como você define o governo de Mauro Mendes, até agora ?

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana