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Cidades

Estado descarta ceder a pressão e manterá proibição da pesca por 5 anos

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A secretária de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Mauren Lazzaretti, disse a jornalistas que o Governo do Estado está “firme” em manter a proposta de “cota zero” para a pesca de peixes nos rios mato-grossenses – disciplinada pelo projeto de lei nº 668/2019, que tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT). Em declaração dada a jornalistas que foi ao ar numa reportagem do programa Resumo do Dia, da última terça-feira (16), Mauren Lazzaretti revelou que outros Estados já vem adotando a política pública, cuja principal medida é a proibição do “transporte, armazenamento e comercialização do pescado oriundo da pesca em rios de Mato Grosso” pelo período de 5 anos.

“Há um consenso tanto nos Estados vizinhos quanto em Mato Grosso que a pressão pela retirada do peixe dos rios tem causado a diminuição do nosso estoque pesqueiro. O que nós queremos é que num período de 5 anos, a exemplo dos nossos Estados vizinhos, fazer essa restrição e depois avaliar, de forma paulatinamente, envolvendo as demais secretarias, qual é o modelo que Mato Grosso consegue comportar de equiparação entre a pesca, o consumo e o transporte desse pescado”, explicou a secretária da Sema-MT.

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O projeto de lei encontra resistência de setores econômicos e também de políticos de Mato Grosso, que veem na iniciativa uma ameaça às populações ribeirinhas, que sobrevivem da pesca de peixes, utilizados tanto para consumo próprio quanto no comércio. Mauren Lazzaretti, entretanto, esclarece que o objetivo do Poder Público Estadual é “mudar o perfil” sócio-econômico dessas pessoas, investindo no setor do “turismo da pesca”.

“O que nós queremos é mudar o perfil. Não é deixar essas pessoas fora de qualquer contexto da sobrevivência. Mas sim incluí-las em outro tipo de atividade que é muito mais economicamente viável, que é o turismo da pesca. Mas não há turismo da pesca se não houver peixe”, analisou.

Atualmente, o projeto de lei nº 668/2019 tramita na AL-MT e já possui dois “substitutivos”, ou seja, dois outros projetos alternativos à proposição original. Nenhum deles proíbe a pesca o transporte de peixes dos rios por 5 anos.

DOURADO

A secretária da Sema-MT também comentou sobre a possibilidade da volta da pesca do dourado – proibida no Estado desde o ano de 2013. Mauren Lazzaretti admitiu que a população da espécie do peixe cresceu nos últimos anos, porém, ela também apontou que não há previsão para o fim da restrição.

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“A proibição do dourado foi exatamente para saber de sua dificuldade para reprodução e da baixa reprodução. Nós já temos alguns números que demonstram que esse período proibitivo já promoveu um reabastecimento deste estoque pesqueiro mas não temos uma previsão exata de quando será liberada a pesca dessa espécie. Existe uma avaliação que é necessária fazer com outros Estados e isso ainda esta em fase de avaliação pela secretaria”.

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Cidades

Centro de Saúde do Tijucal suspende os atendimentos da Hora Estendida nesta terça-feira (21) por problemas na rede elétrica

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por

Davi Valle

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Diretoria de Atenção Básica informa que devido a problemas na rede elétrica do Centro de Saúde do Tijucal, não haverá atendimento do Projeto Hora Estendida nesta terça-feira (21).

A Diretoria de Atenção Básica decidiu suspender os atendimentos, que seriam realizados até 21h, porque a unidade está completamente sem energia. “A causa do problema ainda não foi identificada. Já solicitamos que a equipe de obras que realiza manutenção nas unidades vá até o local para fazer os reparos necessários. Enquanto não conseguirmos restabelecer a rede elétrica fica inviável manter o Centro de Saúde aberto, por isso optamos por fechá-lo hoje. Acreditamos que até esta quarta-feira (22) pela manhã o problema já esteja solucionado”, explicou a diretora Miriam Naschenveng.

A Secretaria de Saúde lamenta imensamente o transtorno causado pela paralisação do atendimento aos pacientes que precisam do Centro de Saúde do Tijucal, mas reitera que a suspensão dos trabalhos foi um problema causado por uma situação que foge ao seu controle.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá
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