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Estado de transformação; MT 322 abandonada no Araguaia

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O Mato Grosso que recebeu o slogan de Estado de Transformação , nem de perto o que acontece na região do Araguaia deveria ser comparado com algum tipo de transformação.

Há muitos anos com o apelido de Vale dos Esquecidos, os moradores mais simples do Araguaia, são os que sofrem, principalmente quando o assunto é transporte. Vivem ilhados sem ter como sair da região .

A principal rodovia a MT 322 de acesso ao município de Espigão do Leste está intransitável, com diversas carretas atoladas e muitas outras quebradas por falta de manutenção da estrada e é muito barro. Para se chegar na promissora cidade de Confresa, 1.230 km de Cuiabá por exemplo, os ônibus de linha fazem pouco mais de 100km em 5 horas por conta dos atoleiros e buracos sem contar o desconforto e o desgate dos veículos. Disse Antonio de Souza morador de Confresa que tem negócios na cidade de Ribeirão Cascalheira.

Para se chegar na região e preciso entrar na Br- 158, seguindo adiante é a antiga BR-080, hoje MT-322 que vai para o município de Espigão do Leste, Maior produtora de Soja da Região sem estradas.

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Produtores debatem alternativas para comercialização durante seminário

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Em busca de soluções para a produção e comercialização de Frutas, Verduras e Legumes (FLV), mais de 200 produtores rurais se reuniram no 3º Seminário de Agricultura Familiar de Cuiabá, na última sexta-feira (7). Na pauta dos especialistas, alterações mercadológicas e acesso a programas governamentais, chamaram a atenção dos trabalhadores, que, com auxílio da Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, vêm ampliando suas atuações.

Promovido pela Pasta, em parceria com entidades de pesquisa, o encontro está em consonância com as principais demandas do setor, acompanhando seus processos de inclusão e transformação.

É o que explica a presidente da Associação de Agricultores Familiares da Comunidade São Gerônimo, Rosineide Belarmino dos Santos. À frente do grupo desde 2011, ela lembra que não havia engajamento em nenhum projeto do governo. Situação que vem mudando desde a última década, resultando em aumento nas vendas e, conseqüentemente, melhoria na qualidade de vida dos moradores.

O fortalecimento desta e de outras associações também é responsável por uma mudança no quadro demográfico da zona rural, uma vez que as famílias têm se interessado mais em produzir. “Muita gente estava perdendo essa vontade, tanto é, que a zona rural hoje é envelhecida. Mas é um cenário que vem se modificando aos poucos, porque o jovem, que antes se mudaria para a cidade em busca de trabalho, começa a perceber oportunidades em sua comunidade também”, diz.

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Considerando estes fatores, o engenheiro agrônomo Lucas Freire preparou sua palestra sobre “Cadeia de Frutas, Verduras e Legumes (FLV) em Cuiabá”, que introduziu os produtores a possibilidade de acesso a diferentes canais de venda. De acordo com ele, este ainda é um dos pontos nos quais o setor mostra dificuldades. Assim, para a resolução do gargalo, a palavra chave é “adaptação”, exigida pelas constantes mudanças de comportamento do mercado.

Extensionista da Empaer-MT, Lucas explica que o consumo de FLV é continuo e crescente em todo o mundo, em decorrência do aumento populacional. Característica que exige atenção dos agricultores. “Preparei uma prospecção de futuro, sobre como o consumidor tem se comportado e quais são as tendências de mercado. Este é o negócio deles e para que seja valorizado, é preciso aproveitar o momento, e estar antenado.”

 

Comparativo

Ao abrir o Seminário, o titular da Secretaria de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Gilberto Gomes, apresentou um diagnóstico elaborado a partir das demandas apresentadas no encontro de 2017. Ele reforçou a importância da agricultura familiar para a economia local, uma vez que atividade estimula a inclusão social, geração de emprego e renda. Diante disso, é importante reforçar a realização das feiras livres. Diretamente ligada ao setor, elas concentram mais 1000 feirantes distribuídos em mais de 50 espaços espalhados pela Capital.

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“O olhar direcionado a este nicho demonstra que a Prefeitura tem responsabilidade, o que possibilita que a Secretaria preste assistência técnica lá na ponta, colocando em diálogo os produtores e as entidades de pesquisa. A agricultura familiar de Cuiabá tem para onde crescer, tanto por meio da execução de projetos mais simples, quanto de mais elaborados, como o estudo da bacia leiteira que estamos executando agora. Isso demonstra que estamos no caminho certo”, afirma.

Para Rosineide, além de dar visibilidade ao setor, o Seminário difunde informação entre os trabalhadores. “Às vezes as pessoas da minha comunidade desconhecem facilidades que já foram adotadas na comunidade do vizinho. Não sabem o que se passa lá, se eles recebem recursos destinados. Então esse encontro faz com que sociedade veja que a agricultura familiar é atuante, proporcionando também que nós próprios saibamos os acontecimentos na nossa região.”

O encontro também contou com apoio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cuiabá, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Empaer-MT.

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