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Saúde

Estado assume gestão do hospital regional e estima reduzir despesas em 30%

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A partir desta sexta-feira (03), a administração do Hospital Regional de Rondonópolis (214 km de Cuiabá) passa a ser gerida pelo Governo do Estado e não mais pela empresa Gerir. A determinação é do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, que estima conseguir uma redução de gastos da unidade na ordem de 30%, por meio da retomada da administração.

Em seu primeiro dia de gestão, dia 2 de janeiro, Gilberto viajou a Rondonópolis para vistoriar as condições do hospital, assim como a situação administrativo-financeira. Na ocasião, foram constatadas várias irregularidades, a exemplo de má-gestão, falta de medicamentos, precariedade estrutural e atraso no pagamento de salários.

“Fiz reuniões com os gestores, com os técnicos, médicos e servidores e concluí que a melhor alternativa é a secretaria de Saúde passar a gerir a unidade”, destacou.

O secretário ressaltou que o hospital regional conta com uma equipe de cerca de 700 servidores e custa quase R$ 9 milhões ao mês aos cofres do Estado. Este valor, conforme Gilberto, será reduzido por meio da revisão, rescisão e renegociação dos contratos com os prestadores de serviços.

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“Nós serviços com alimentação e lavanderia, por exemplo, podemos diminuir a despesa em mais de 50%”, explicou. O secretário deve definir nos próximos dias o servidor que ficará responsável pela direção do hospital.

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Saúde

Servidores da Saúde e Meio Ambiente cobram reajuste e ameaçam greve

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O objetivo é forçar o Governo do Estado a cumprir a Lei de Carreira das categorias aprovadas em gestões passadas. O Estado afirma não ter recursos em caixa para o pagamento.

Os servidores estaduais da Saúde e do Meio Ambiente ameaçam deflagrar greve, ainda neste mês de junho, com objetivo de pressionar o governador Mauro Mendes (DEM) a conceder reajuste baseado em suas respectivas leis de carreira.

A situação é parecida com os servidores da Educação que estão em greve desde o último dia 27, por não terem o reajuste de 7,69% em ganho real, que foi aprovado na gestão do ex-governador Silval Barbosa.

O Estado alega que está impedido de conceder reajuste, por ter extrapolado os gastos com a folha salarial e estourado o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

No entanto, o Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado afirma que irá aguardar as manifestações da próxima sexta-feira (14), contra a reforma da Previdência, para convocar uma nova assembleia geral da categoria para deliberar sobre o tema.

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Eles querem fortalecer a greve da Educação e cobrar melhoria no Sistema Único de Saúde.

“O grande termômetro para a gente será essa paralisação na sexta-feira”, confirmou o presidente do Sisma, Oscarlino Alves.

Se confirmada, grande parte dos 3.700 servidores da Saúde, que atuam nas 30 unidades do Estado, deve aderir à greve. Apenas os setores essenciais e os serviços de urgência e emergência não seriam afetados.

Já o presidente do sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sintema), Germano Passos, declarou que os servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) já aprovaram, em assembleia geral na última segunda-feira (10), um indicativo de greve, em razão do descumprimento da Lei de Carreira 10.596 de 2017.

Se aplicada, a lei garantiria um reajuste para categoria em 5,5% a partir de 1º de junho de 2019 e 6,40% previstos no ano que vem.

Porém, Germano destacou que aguarda uma reunião marcada com o Governo na próxima semana, para debater o assunto e somente depois os funcionários da Sema vão deliberar sobre o assunto, em assembleia geral.

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“Uma greve não está descartada”, declarou.

O funcionalismo público de Mato Grosso deve parar nesta sexta-feira em um ato nacional contra a Reforma da Previdência.

Outro lado

O Palácio Paiaguás argumenta que está impedido, legalmente, de conceder o aumento salarial aos servidores públicos para que possa retornar aos limites de gastos com pessoal de acordo com o que estabelece a LRF. Além disso, segundo o Governo, a concessão do reajuste a folha salarial pode onerar o Estado em mais R$ 200 milhões, já que teria que cumprir com o mesmo pedido dos grupos de servidores lotados nas Secretarias de Fazenda (Sefaz), Meio Ambiente (Sema) e Educação, que exigem 5,5% e 4%, respectivamente.

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