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Política

Estado anuncia programa de “meritocracia” para professores da rede pública

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O governador Mauro Mendes (DEM) informou que pretende implantar um sistema de “Meritocracia” na educação pública de Mato Grosso. O chefe do Poder Executivo Estadual, no entanto, não deu detalhes sobre a nova política que segundo ele deve atingir também todo o funcionalismo.

“Nós precisamos de resultados. Em breve nós estaremos encaminhando a essa Casa de Leis, que é a Meritocracia. Nós precisamos no serviço público, não só na educação, estabelecermos métodos de avaliação mais objetivos e consistentes, e premiar as pessoas com resultado”, disse o governador, em fala na abertura dos trabalhos na Assembleia Legislativa.

Na sequência, Mendes também revelou que irá enviar projetos de Lei, para debate na ALMT, que irão “mudar esse conceito da administração pública”. O governador esteve na manhã desta terça-feira (2) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e discursou na abertura dos trabalhos da legislatura 2021-2023 do órgão.

“Em breve nós estaremos encaminhando a essa Casa de Leis algumas leis que poderão mudar esse rumo do conceito da administração pública”, avisou o Chefe do Poder Executivo Estadual.

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O governador também fez críticas à forma como encontrou a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) no início de seu mandato em 2019. Em sua avaliação, a pasta estava “bagunçada”.

“Eu quando entrei, depois de governador, na Secretaria de Educação, confesso aos senhores que fiquei envergonhado. Saber que dali, daquele local, tão bagunçado, com poucas condições de trabalho, com tanta desorganização física e estrutural, pudesse emanar todas as políticas organizacionais”, recordou.

Mauro Mendes opinou ainda que Mato Grosso possui um dos “maiores salários” pagos aos professores das redes estaduais brasileiras. No Estado, o piso salarial para uma jornada de 30h é de R$ 4.349,55. Ele também criticou os profissionais, lembrando que o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), relativo ao ensino médio em Mato Grosso, é apenas o 22º entre os Estados Brasileiros, que foi de 3,4 pontos.

O governador, por fim, justificou a necessidade de “reorganização” do sistema de ensino no Estado, argumentando a existência de poucos alunos em determinadas escolas, para justificar o fechamento de mil turmas escolares da rede pública estadual. “Tínhamos turmas que foram criadas em escolas, com 3, 5 alunos. Tínhamos várias turmas criadas, parece-me com único objetivo de agregar mais profissionais, mais professores e aumentar custo para o poder público”, colocou.

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Folha Max

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TCE volta ao teletrabalho em MT

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Em virtude das projeções de colapso do sistema de saúde, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) e o Ministério Público de Contas (MPC) estabeleceram novas regras para o funcionamento do órgão de controle externo nos próximos 15 dias.

Conforme portaria conjunta nº 032/2021 publicada no Diário Oficial de Contas (DOC) desta quarta-feira (03), de 4 a 19 de março as atividades das unidades do TCE-MT devem ser realizadas exclusivamente na modalidade de teletrabalho, compreendendo 100% das respectivas equipes.

Neste período, também foram suspensas as sessões do Plenário Virtual, do Tribunal Pleno e das Câmaras, as inspeções in loco, os atendimentos presenciais ao público externo, os eventos, cursos e reuniões presenciais, que deverão ser realizadas exclusivamente de maneira remota e sem exigir a presença de servidores ou colaboradores do TCE-MT.

A portaria também estabelece a suspensão dos prazos dos processos virtuais e não virtuais no período de 4 a 19 de março, com exceção dos processos administrativos conduzidos pela Secretaria Executiva de Administração. A partir de 22 de março, os prazos processuais serão retomados no estágio em que se encontravam no momento da suspensão, sendo restituídos por tempo igual ao que faltava para a sua complementação.s no âmbito do TCE-MT.

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