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Cidades

Estádio Municipal Eurico Gaspar Dutra passará por reforma e adequação

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Marcos Vergueiro

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A Prefeitura de Cuiabá finalizou, na última semana, o processo de licitação nº 020/2018 para a contratação de uma empresa de engenharia, que será a responsável por executar a obra de reforma e adequação do Estádio Municipal Eurico Gaspar Dutra, o popular “Dutrinha”. No valor de R$ 461.532,35, o certame foi vencido pela empresa Excelência Construtora Ltda. e prevê a realização de serviços que melhorarão a segurança e acessibilidade do espaço.

A intervenção no local é fruto de uma atuação integrada, na qual o projeto arquitetônico foi elaborado pelo Instituto de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (IPDU), as articulações que asseguraram a reforma foram comandadas pela Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo e a coordenação da execução da obra será feira pela Secretaria Municipal de Obras Públicas. A previsão é de que o contrato com a vencedora seja firmado ainda neste mês.

“O Dutrinha é um importante patrimônio esportivo e cultural presente na vida de toda população. Quando assumimos a administração do Executivo já fazia dois anos que o local estava interditado e, por isso, trabalhamos para destravar esse processo de reformar. O nosso grande objetivo é revitalizar o estádio e devolver sua funcionalidade como espaço destinado ao esporte e lazer, resgatando esse tradicional bem público”, destaca o prefeito Emanuel Pinheiro.

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De acordo com o secretário de Cultura, Esporte e Turismo, Francisco Vuolo, o projeto estabelece a realização de todas as correções necessárias para a reabertura do estádio. Vuolo explica que está inserida no plano de reforma a criação de salas para o policiamento e integrantes do Juizado Especial do Torcedor (JET), a restauração das arquibancadas, a troca das telas de proteção, e outras medidas de segurança e acessibilidade.

“Nessa primeira etapa o objetivo principal é garantir a segurança do estádio. Vamos trabalhar a acessibilidade nos vestiários e arquibancadas, além de permitir que atletas, árbitros e outros responsáveis pela promoção do espetáculo tenham acesso ao gramado sem sofrer com a insegurança. É uma intervenção emergencial para que possamos voltar a ter a realização de jogos oficiais e a frequência do público. Também já estamos buscando novos recursos para, posteriormente, executar um projeto maior”, conta Vuolo.  

Conforme relata o secretário de Obras Públicas, Vanderlúcio Rodrigues, o contrato estabelece um prazo de 120 dias para que a contratada efetue todo serviço, contados a partir da assinatura da ordem de serviço. Na execução dos serviços objeto do contrato deverão ser observadas, de modo geral, as especificações definidas pelo projeto da Prefeitura, bem como as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

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“Em todos os contratos que firmamos estamos sempre nos preocupando em resguardar a qualidade do serviço prestado. Além das cláusulas contratuais, também designamos engenheiros fiscais para acompanhar de perto cada etapa do trabalho. Com esses procedimentos conseguimos assegurar que, ao final, o cidadão receba uma obra que realmente acabe com os problemas inicialmente apresentados”, finaliza Vanderlúcio.

 

 

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AL e polícia civil já investigam denúncias de maus tratos e negligência em hospital de Cuiabá

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Além da Polícia Civil que já abriu investigação contra o Hospital São Judas Tadeu para averiguar denúncias de negligência e maus-tratos contra pacientes, a Câmara Municipal de Cuiabá também vai apurar a situação diante da gravidade dos relatos feitos pela técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício. Até o momento, os casos de quatro pacientes já são de conhecimento público.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL) apresentou requerimento, na sessão do dia 5 de abril, para que a técnica de enfermagem compareça ao Legislativo Estadual para esclarecer as graves denúncias feitas por ela num boletim de ocorrência na Polícia Civil e também em entrevistas para a imprensa. Depois que a profissional de saúde, que trabalhou durante 50 dias no hospital particular, denunciou o caso na Polícia Civil e na imprensa, familiares de alguns pacientes também estão registrando ocorrências policiais e buscando veículos de comunicação para relatar situações semelhantes.

A delegada Luciani Barros Pereira de Lima conduz a investigação preliminar instaurada pela Delegacia da Capital, situada no bairro Planalto. Ela ouviu a técnica de enfermagem no dia 7 de abril e garante que todas as denúncias feitas pela profissional serão apuradas.

Segundo informações, a Polícia Civil já teria conhecimento de pelo menos sete boletins de ocorrência registrados por familiares de pacientes vítimas de maus-tratos no Hospital São Judas Tadeu. Dentre os pacientes que passaram pelo hospital no período em que Amanda Delmontes ainda trabalhava no local, e que segundo ela, sofreram maus-tratos e foram negligenciados, estão o major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu em decorrência de complicações da Covid-19, na madrugada do dia 3 e o professor Toshio Doi, de 68 anos, que faleceu na madrugada do dia 10.

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A técnica de enfermagem Amanda Delmondes afirmou que o professor Toshio Doi foi outra vítima de maus-tratos até ela intervir na situação. “No caso do senhor Toshio, tem a câmera, eu deixei a porta aberta e falei: vocês não vão deixar ele morrer não. Ele caiu da cama, eu fiz uma conchinha nele com lençol, a moça que recolhe sangue falou que vocês não podem fazer isso, ele não tem uma gase, mas eu vou tirar a gaze dele. Ela foi na sala do médico que só mandou levar. Pegou uma maca sem colchão, sem nada, eu ainda coloquei um travesseiro para que a cabeça dele não batesse. Ele estava roxo desfalecendo. O fisio falou que ele estava com a nova bactéria e nada poderia ser feito. Eu falei: pode sim”, contou ela.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), confirmou que a Casa vai apurar as denúncias. Ele solicitou ao presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), para apurar denúncia de suposto maus-tratos que o servidor Toshio Doi e outros pacientes teriam sofrido bem como as demais denúncias feitas contra o hospital.

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DIÁRIAS DE ATÉ R$ 10 MIL 

Em entrevista à TV Cidade Verde, uma mulher que tinha familiar internado do no Hospital São Judas Tadeu, relatou que além de pagar R$ 10 mil na diária, ainda era preciso pagar medicamentos à parte se houvesse necessidade de inclusão no tratamento. Além, disso segundo ela, era cobrado mais R$ 150 por dia somente para alimentação do paciente.

Além da PC, Assembleia e Câmara de Cuiabá, o Conselho Regional de Medicina e também de Enfermagem apuram as denúncias. O hospital segue funcionando normalmente.

por: Folha Max

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